• fevereiro 2017
    S T Q Q S S D
    « jan    
     12345
    6789101112
    13141516171819
    20212223242526
    2728  

A diversidade e os verdadeiros traficantes

De fato, um mundo globalizado será formado por todas as tribos. Deve-se ter espaço para maconheiros, usuários de crack, LGBTS e outros tipos de desvios sociais. Isso chama-se unidade da diversidade. O fim de toda forma de preconceito da Ordem Mundial do cristo cósmico Baha’u’llah.

O que levaria um senhor de 85 anos a “lutar” tanto pelo direito dos maconheiros (ops!!! Direitos humanos)? Estaria inalando o aroma da unidade da diversidade  de Baha’u’llah ou um interesse financeiro? É provável que tenha unido o inútil ao desagradável, por exemplo:  Vejamos a sua solução dele para os viciados em drogas em uma entrevista:

Em suas viagens e experiências para conhecer melhor o problema das drogas no mundo, que tipo de abordagem e política pública o sr. conheceu que lhe chamou a atenção como exemplo positivo?

São diversos exemplos. Os que mais me chamam atenção são as políticas que reconhecem que algumas pessoas vão usar drogas sempre, mas que é possível reduzir os danos envolvidos nesse uso.

As salas de uso seguro, por exemplo, existem na Suíça desde 1986. São lugares onde pessoas que têm problemas sérios de dependência de determinada substância recebem-na em quantidades e com qualidade controlada para fazer uso sob a supervisão de pessoal de saúde, cortando o vínculo dessas pessoas com o mercado ilegal.

Esse senhor chama-se Fernando Henrique Cardoso, um dos responsáveis pelo início do caos e fim dos direitos sociais na presidência da república brasileira. Como pode um homem tão idoso pensar apenas em poder?  Com essa idade deveria se preocupar com a morte e tentar se arrepender de tantos males que fez para a população, mas não…se comporta como fosse um jovem da década de 70 louco por maconha. Louco não para ajudar os dependentes, mas induzir a um vício mais “leve” e supervisionado, em outras palavras, se não tem cura deixa fumar…Tenha paciência!

Mas por outro lado, qual governante não queria ter uma população de imbecis que se preocupam apenas em fumar maconha enquanto o grande traficante fatura milhões. Esse é o sonho de qualquer fascismo neoliberal e isso independente do partido (esquerda ou direita).

Esse é o poder do controle em vendas das sementes de maconha que ele vem durante anos tentando conquistar espaço no Brasil, ou seja, ser o traficante legalizado.  A conquista do seu poder começou com a criação da Comissão Global de Políticas sobre Drogas. Ora, o que estamos assistindo é apenas uma transferência do crime organizado para políticos organizados…

E assim, com a desculpa esfarrapada de direitos humanos vem negociando no mundo esse precioso mercado com outros monstros semelhante a ele.

https://apocalipsetotal.wordpress.com/2010/08/06/os-12-principios-da-nova-ordem-mundial/

https://noticias.terra.com.br/brasil/faltam-politicos-corajosos-no-debate-sobre-drogas-diz-fhc,41201b0a81b10a6584775d871c34ef00cttwhjxx.html

 

A fábrica de caridade do candidato a executivo mundial

Na nova ordem mundial do cristo cósmico Baha’u’llah o seu executivo mundial algum dia assumirá o controle do mundo, para isso o seu filho Abdu’l’Bahá, interprete das escrituras Baháis viajou para a Inglaterra nos tempos da Rainha Vitória e “abençoou” suas gerações com a dádiva.

O tempo se passou e entramos na era do Duque de Cambridge William, também conhecido como Príncipe William, mas por uma questão de não ter a dignidade real e mostrar uma ar de  humildade aos súditos prefere ser chamado como Duque.

William se divide entre a aristocracia e projetos sociais. A noite usufrui de todo o glamour que possui participando de festas inúteis realizadas no BAFTA, reconhecida associação inglesa que premia atores da máfia do entretenimento (cinema, artes…). E de dia surge o seu lado de caridade…

Uma das últimas realizadas por ele é a recente inauguração de aconselhamento para os pobres, preferência para  jovens que não possuem lar. A questão é que com a chegada da quarta revolução industrial, privatizações e fim de qualquer direito social, a pobreza tende a aumentar e  isso não acontece apenas na Inglaterra, mas em vários países como no Brasil.

Mas o que fazer com o exército de miseráveis que surgirá. Serão milhões de pessoas na faixa de 30-39 anos sem emprego e expulsas do mercado de trabalho. Outro cenário em um  futuro próximo  são milhões de pessoas idosas desamparadas, pois não existira mais aposentadoria…

Esse cenário de devastação está se tornando propício para que os donos do mundo coloquem em prática os princípios de Baha’u’llah  que se referem a eliminação da pobreza, porém como vemos na prática isso cria uma crise perpétua na economia, pois não fornece meios para que a pessoa saia da miséria e sim fique nela até a morte.  São medidas superficiais que em nada trazem uma vida melhor, por exemplo:  o bolsa família.

Avançando ainda mais para o futuro distante temos noticias tristes. Uma economia divina portadora do sinal (estrela de nove pontas) , nome e número ( o nove) de Baha’u’llah (999). Ela até pode trazer um curto período de prosperidade, porém junto com isso vem a ira de DEUS.

http://www.dailymail.co.uk/femail/article-4219246/Prince-William-launches-Centrepoint-helpline-London.html

https://apocalipsetotal.wordpress.com/2010/08/06/os-12-principios-da-nova-ordem-mundial/

Igreja Mundial e o poder de….?

riquinho_brinquedoNesse mês de fevereiro/2017 aconteceu algo muito nojento e de dá ânsia dentro da igreja mundial do tal “apóstolo valdomiro”. O recém prefeito criado por Geraldo Alckmin (SP)   visita a IMPD e faz uma reunião de “fé” especial para o apóstolo e suas ovelha$.

Ora, temos aqui um homem revestido de poder e riqueza se disfarçando  novamente de humilde e indo até o povo evangélico contar as maravilhas do seu reinado. A cada discurso inflamado uma parte do povo aplaude o líder carismático, sem ao menos questionar o que está sendo dito, por exemplo: A super reforma na área de saúde.  E assim, de líder para líder, a reunião prossegue muito tempo nessa auto-exaltação  de poder em  ambos os lados.

Vejamos a reforma da saúde:  Dória cumpre agenda fascista neoliberal, onde a única função do Estado é distribuir a riqueza com um grupo seleto de empresários e reduzir o salário do funcionalismo (isso quando não for para acabar). Citamos aqui como exemplo o Hospital Sírio Libanês e a máfia da industria farmacêutica que por um gesto de humildade resolveram ajudar os pobres com consultas e remédios. Ninguém – ou muito poucos, questionam  o valor dessas negociações e quantas pessoas correm o risco de perder o emprego. O que o povo quer é ser apenas atendido.

Dessa forma, toda a equipe farmacêutica do município corre o risco de ter seu salário reduzido e até de perder o emprego.Claro que o dinheiro economizado vai para sustentar o sistema capitalista do fascismo neo liberal:

“Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras e que por vós foi diminuído clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos Exércitos. “  (Tiago 5 : 4)

Se esse apóstolo fajuto e mentiroso tivesse o mínimo de vergonha na cara teria usado o versículo acima em sua reunião e esclarecer que a fraude de salários será cobrada por DEUS, exortando-o ao arrependimento, mas nada disso aconteceu. O fascismo avança….

A verdade é que se estivéssemos na Ordem Mundial do cristo cósmico Baha’u’llah e seu executivo mundial visitasse essa coisa chamada de igreja mundial nada seria diferente. Valdemiro iria exaltar o grande líder- o futuro executivo mundial do cristo cósmico – pelo seu carisma, o câmera  focalizaria  uma senhora de idade balançado a cabeça concordando com as maravilhas do Estado Totalitário e todos – ou pelo menos boa parte – dariam uma salva de palmas ao governante mundial.

O fascismo e fascinante e deixa gente ignorante e fascinada…

https://www.youtube.com/watch?v=TRDtkMbdX2A

http://www.brasil247.com/pt/247/sp247/276624/Fechamento-de-farm%C3%A1cias-do-SUS-por-Doria-vai-prejudicar-mais-pobres.htm

TV digital , um rascunho mal feito da integração tecnológica

 “…É evidente que as décadas de um futuro próximo verão a integração das tecnologias da informática, telefonia e televisão num único sistema unificado de comunicação e informação, cujos aparelhos estarão disponíveis em larga escala e a baixo custo…” ([1]- Quem está escrevendo o futuro?)

O texto acima é uma previsão do futuro pela comunidade Bahá’i, porém o que está acontecendo no Brasil foi um verdadeiro fiasco. O término da transmissão analogia está prevista para o dia 29 de março de 2017, porém a única diferença está apenas na imagem. Dessa forma, passou se longe da previsão desse  futuro idealizado pelo bahaismo.

O fato é que nada disso aconteceu. Em parte os governantes pagaram caro pelo padrão japonês (superfaturado lógico), porém o que recebeu foi a TV digital básica da básica, ou melhor, o lixo do lixo.  No futuro o que teremos é o domínio da rede globo  de imbecilização na era digital, destruindo concorrentes de canal aberto, pois existe um certo apagão que tira do ar os canais inferiores.

O que podemos concluir? Ora, uma momentânea derrota do bahaismo novamente. O  ilumismo consegue sua vitória temporária fraudando a tecnologia com a corrupção mais baixa que se possa imaginar. Um bom sinal disso está no dia do fim das transmissões. 29 de março? Data mais estranha para isso, pois o correto seria terminar o mês, mas quando somamos os números as coisas ficam mais claras: (2+9=11). 11 do iluminismo e sua entrada na era digital de forma pobre e limitada…

Referências:

[1]-  http://www.bahai.org.br/futuro/ (página retirada do ar)

2017 marcará o início da era dos robôs?

“Seus ossos vão virar areia e, sobre essa areia, um novo deus andará.”

A frase é da robô Dolores, personagem da série de ficção científica Westworld.

A realidade pode não ser tão ruim assim – mas certamente um muro, uma fronteira ou um novo esquema de permissão de trabalho não serão capazes de detê-los: a ascensão dos robôs pode ser o grande acontecimento de 2017.

É bem verdade que desde a quebra do primeiro tear pelos ludistas, no auge da Revolução Industrial, em protesto contra a industrialização e as novas tecnologias, a mecanização vem tirando o trabalho das pessoas.

Mas o processo está caminhando cada vez mais rápido, acelerando o tempo todo. E a próxima onda pode arrebentar logo – e perto de você.

Temos hoje uma grande diversidade de novas tecnologias aplicadas à robótica avançada e à criação de computadores mais rápidos, melhores e mais brilhantes.

Ainda não se trata da chamada “inteligência geral”, que vai conseguir atingir objetivos complexos em ambientes tão complexos quanto com poucos recursos computacionais e que pode levar ao enigma ético (e até agora fictício) sobre a consciência das máquinas.

Mas equipamentos cada vez mais elaboradas estão realizando mais e mais trabalhos que antes exigiam o cérebro humano e substituindo também a força física.

Impressoras 3D eliminaram vagas de emprego na manufatura. Carros sem motoristas estão bem próximos de virar realidade, assim como os caminhões que não exigirão ninguém atrás do volante – o que não deixa de ser um pouco assustador se pensarmos que o motorista de caminhão é um dos trabalhos mais comuns em muitas partes do mundo, por exemplo.

Uma pesquisa recente da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugere que cerca de metade dos postos de trabalho existentes hoje nos EUA serão automatizados até 2033.

Datilógrafos e escriturários já foram extintos há algum tempo. Os próximos podem ser pessoas com boa formação que trabalham em Marketing, Medicina, Direito e, sim, até no Jornalismo.

E lembrem-se dos bancários. Em um artigo recente publicado pela agência Bloomberg, o presidente do banco State Street, de Boston, Michael Rogers, afirmou que atualmente emprega cerca de 30 mil pessoas, mas acredita que até 2020 uma em cada cinco delas será substituída por um algorítmo.

O escolhido de Donald Trump para assumir o Ministério do Trabalho, Andrew Puzder, presidente de uma empresa que controla redes de lanchonetes nos EUA, está feliz em ter menos funcionários e é adepto dos serviços automatizados de atendimento ao consumidor.

“Eles são educados, sempre fazem vendas melhores, nunca tiram férias, chegam atrasados ou ficam doentes e nunca cometem discriminação por idade, sexo ou raça.”

Se você acha que já leu essas previsões todas antes, está certo. Especialistas vêm falando há alguns anos sobre a quarta ou quinta revolução industrial, a terceira onda da globalização e a tecnologia disruptiva.

Mas então por que desta vez é diferente? Por conta do contexto político – a questão é essa.

A política

O que deve significar esse novo impulso econômico, chegando aos bastidores da revolta do Cinturão da Ferrugem, região industrial americana que impulsionou a vitória de Trump e um polo dos esquecidos?

Você deve ter percebido que 2016 foi um ano e tanto nos Estados Unidos. E tudo leva a crer que o clima deve continuar intenso em 2017 na Europa, com as eleições na Alemanha, França, Holanda e, provavelmente, Itália.

Muitos veem isso como nada menos que um aumento dos desprivilegiados. Se há temas recorrentes, alguns deles são sobre nacionalismo e identidade. Mas também os deslocamentos econômicos e o crescente sentimento de desigualdade.

O professor Richard Baldwin, economista do renomado Instituto Graduate, de Genebra, afirma que isso deve piorar.

Segundo as previsões dele, “alguns quartos de hotéis em Londres poderão ser limpos por pessoas conduzindo robôs diretamente do Quênia ou de Buenos Aires e de outros lugares por menos de um décimo do preço praticado na Europa”.

E ele tem uma visão simples sobre a reação política das pessoas a este cenário: “Elas vão ficar com raiva”.

Alguns políticos reconheceram que 2016 marcou o início dessa raiva. O problema é que, entre paredes e barreiras comerciais, eles têm poucas opções para lidar com o aumento da desigualdade. E o mesmo acontece entre pensadores e legisladores.

O ex-consultor de economia do vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden escreveu recentemente: “Para sermos honestos, precisamos admitir que nenhum dos lados – democratas ou republicanos – tem um plano robusto e convincente para recuperar os postos de trabalho em comunidades que perderam muito da base manufatureira”.

E admite: “Eu mesmo estudei esse problema durante vários anos e não cheguei nem perto de uma resposta”.

A economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, defende o uso de políticas para impulsionar as pessoas a novas vagas de emprego. Mas, para isso, as vagas precisam existir. E nada garante que elas existirão.

Soluções exóticas

Há décadas se fala sobre a importância das habilidades e da formação – e não parece que a indústria britânica seja tão bem sucedida ou dinâmica nesses quesitos. Ao contrário: está aquém das mais básicas e óbvias habilidades, dos pedreiros à tecnologia da informação.

Vamos considerar um cenário: o Reino Unido está com déficit de clínicos gerais, e muitos médicos em hospitais são estrangeiros. Apesar disso, há uma grande competição para se tornar médico – somente os alunos mais brilhantes e aplicados, com as melhores notas, têm alguma chance. A conta não fecha.

Mas talvez seja hora de ser otimista. Algumas soluções são bastante exóticas: uma das que mais me chamou atenção é o movimento conhecido como FALC (Fully Automated Luxury or Leisure Communism ou “comunismo de luxo e lazer totalmente automatizado”).

O argumento básico dos apoiadores desse movimento é que tudo o que precisamos logo vai ser tão barato que nós poderemos ter muito – isso, claro, se os atuais proprietários não ficarem com o lucro só para eles.

Alguns pensadores da esquerda são muito mais pessimistas e alertam que essas tendências podem terminar com uma guerra entre os pobres – o extermínio dos trabalhadores, literalmente.

“Robô” – termo usado pela primeira vez por um autor de ficção científica – é apenas a palavra tcheca para “servo”. Com a lógica do FALC, todos nós seríamos donos do fruto do trabalho dos robôs, como proprietários de escravos sem culpa. Algo como “o dinheiro é pobreza”. As sociedades pós-escassez não precisam disso.

Mas tudo isso depende de quem serão os proprietários dos robôs. Isso também poderia significar uma revolução na forma como nós encaramos o trabalho.

Uma versão menos radical de tudo isso poderia ser o salário dos cidadãos, uma renda básica universal. Isso significa que todos receberiam essa quantia mínima, estejam trabalhando ou não.

Em uma entrevista recente à revista Wired, o presidente Barack Obama já disse que a discussão sobre a renda universal básica é inevitável nos próximos anos.

Mas isso vai na contramão do espírito da época. A raiva dos eleitores com as circunstâncias econômicas está frequentemente atrelada com a reclamação de que a elite está paparicando aqueles que não fazem por merecer, sejam os beneficiários domésticos ou os trabalhadores imigrantes.

Claramente um projeto para aumentar drasticamente os benefícios sociais a todos e sem distinção – dos bilionários fúteis aos trabalhadores da base da pirâmide – pode não conquistar tanto apelo político da população.

E também não há nenhuma certeza de que uma vida mais “básica” seria mais satisfatória, enobrecedora ou menos dividida e desigual que a vida com benefícios do governo como o seguro-desemprego.

Parece que não há soluções fáceis ou óbvias nem para a revolta do Cinturão de Ferrugem nem para a ascensão dos robôs.

Mas uma boa resolução de Ano Novo pode ser uma promessa de procurar por soluções, sejam elas cinzentas, otimistas, pessimistas, estranhas, manjadas ou otimistas.

Demorou tempo demais para que os políticos acordassem para o fato de que o fim da velha era industrial teria consequências graves para todos. Melhor que não leve o mesmo tempo para pensar em um futuro que está ali, dobrando a esquina.

http://www.bbc.com/portuguese/geral-38461827

O homem bi centenário

“E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.”  (Apocalipse 17 : 11)

No dia  12 de Novembro 1817 em Teerã, capital da Pérsia, hoje Irã, – Nasce Mirzá Husayn Alí. Seu pai é Mirzá Buzurg de Núr e sua mãe, Khadijih Bagum; porém,  somente no dia 16 de Agosto de 1852 é “batizado” com o nome Baha’u’llah e recebe o seu chamado divino não de mãos humanas, mas da Rainha dos Céus que o reveste de poder dentro da prisão  de Siyáh-Chál (A Cova Negra em Teerã).

Não gosto de usar essa palavra, mas…Que desgraça! Isso significa que no dia 12 de Novembro de 2017 acontecerá o aniversário de 200 anos de Baha’u’llah. Isso é sufocante, agonizante e desmotivador para qualquer cristão a quem DEUS deu entendimento sobre a ordem mundial de Baha’u’llah, afinal…são 200 anos de tortura e até agora nada dele sair do abismo… Algumas vezes me pego sozinho  lembrando desse versículo, mas procuro tirar do pensamento:

“Maldito o dia em que nasci; não seja bendito o dia em que minha mãe me deu à luz.” (Jeremias 20 : 14)

E o que tivemos nesse período. Duas guerras mundiais,o início e fim da guerra fria, uma pequena virada para o socialismo e agora um grande virada para o capitalismo.  Todos os dias peço a DEUS muita – mas muita paciência mesmo – para aturar essa nova ordem mundial chata que nunca se concretiza. Tão triste é a situação que muitas pessoas desistiram de escrever na internet devido a lentidão. Sei que é difícil, mas deixo esse versículo para o nosso consolo. Que DEUS possa fortalecer seus corações queridos leitores (as):

“Porque a visão é ainda para o tempo determinado, mas se apressa para o fim, e não enganará; se tardar, espera-o, porque certamente virá, não tardará.”  (Habacuque 2 : 3)

Agenda fascista brasileira continua avançando

Vamos examinar mais uma vez a agenda do fascismo neoliberal no Brasil e uma de suas formas de enganar o povo que está começando a se espalhar pelo país. O fascismo neoliberal tem como função principal fraudar o trabalhador nas mais diversas formas. Ele pode ser explicado quando lemos o seguinte versículo:

“Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram os vossos campos e que por vós foi retido com fraude está clamando; e os clamores dos ceifeiros penetraram até aos ouvidos do Senhor dos Exércitos.” (Thiago 5:4)- ARA.

Fraudar  significa lesar ou enganar e exatamente isso que está sendo feito. Fim de aumento de salários  através da PEC ou o fim da previdência social são exemplos dessa enganação, pois basta uma pesquisa rápida para saber que o dinheiro arrecadado da previdência está sendo transferido para o mercado financeiro dos juros. Mas não falaremos desse assunto novamente e sim da estratégia de transformar o mau em algo supostamente bom, nesse caso o governante que se disfarça e se infiltra no meio do povo.

Vejamos a cena: Um homem da alta sociedade acostumado com a vida de luxo e empresário entra para a política. Ao assumir o cargo de prefeito, por exemplo, se fantasia de gari ou de qualquer outro trabalhador mais simples executando brevemente o seu serviço.Sim! Falamos do atual prefeito de Sampa e de Curitiba.

Temos aqui uma nova forma de “marquetagem” política que visa a criar o conformismo no trabalhador comum em aceitar que as coisas vinda do governo sempre são certas, pois ele (a) é humilde e coloca-se no lugar do povo.Dessa forma, o governante prepara seu escravo para aceitar de forma passível e respeitosa qualquer austeridade. Essa idéia é muito explorada nos programas imbecilizantes de TV (gugu, faustão, luciano, angélica e outros lixos de apresentadores), ou seja, o empresário ou dono de uma empresa  usa uma peruca e vai trabalhar com os peões. No final ele se revela para o empregado.

Pretende-se aqui fraudar o funcionário e quando ele não receber um salário justo deve aceitar de forma passiva e ficar conformado, pois o seu patrão “o bom gestor” precisa economizar dinheiro para outras atividades. Claro que essas atividades não serão explicitas, mas são bem conhecidas como: Compra de prostitutas de luxo (dançarinas desses mesmos programas imbecis), vencedoras o finalista dos concursos de miss ou modelos (Trump e Temer que o diga!) e  muitas outras ostentações …

O arrebatamento será no dia 23/09/17

Circula em um misterioso site que não possui o nome do responsável ou qualquer identificação uma nova data para o arrebatamento. O dia “D” ou “A” está marcado para 23/09/17. Vamos aproveitar essa oportunidade para estudar as principais fases na construção dessa profeta e como seus erros surgiram:

O autor precisa convencer o leitor de sua teoria, nesse caso de que se deve olhar para o céu para saber a data do arrebatamento, inspirado em LC 21:28; porém o versículo é retirado do contexto e assume a interpretação literal da palavra “olhar” . Nesse caso a palavra “olhar”  deveria assumir a interpretação de agradecer e também  não se espantar com os sinais terríveis da volta do Senhor  JESUS, por distorcer e tirar do contexto o autor comete o seu erro mais grave e uma abismo leva para outro abismo.

Uma vez que esse “olhar” passa significar apenas ver o céu, o autor continua se justificando usando outras passagens que falam das constelações como em Jó 9:9. Assim como a palavra olhar perde o seu sentido verdadeiro diante das escrituras, o mesmo faz com a ciência, nesse caso transformando a astronomia em astrologia.

Pronto! Agora é só concluir a profetada. Usando um desses sites que mostram as estrelas, o autor simula a posição dos astros para o dia 23/09/17 e associa com Apocalipse 12, onde temos a mulher vestida de sol. A mulher representa as estrelas do signo de virgem e…bom… acredito que nem precisamos  continuar descrevendo esses fatos.

E assim, temos mais uma profetada que cairá por terra com data marcada. Bem aventurado aquele que guarda o versículo abaixo com paciência  – mas muita mesmo, pois o verdadeiro arrebatamento é demorado:

“Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,”  (II Tessalonicenses 2 : 3)

O cristo cósmico  se manifestou ao mundo? Ainda não

http://www.oarrebatamento.net/os-estudos-mais-recentes/2017-o-unico-grande-sinal.html