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O triunfo do relativismo

Resumo da notícia: “A Justiça de São Paulo determinou que o Google desvincule as expressões “anticristo” e “sinagoga de Satanás” do nome, da imagem e do endereço do Templo de Salomão, que pertence à Igreja Universal do Reino de Deus….” (Estadão, Folha, G1 e qualquer outro jornal chato)

A notícia acima mostra como o relativismo, um dos princípios da nova ordem mundial de Baha’u’llah, está sendo implantado na internet. O objetivo é tirar qualquer conceito de verdade. Assim, quando alguma pessoa procurar um assunto importante, rapidamente será redirecionada para sites estúpidos como o Wikipédia.

No caso da IURD,  quando lemos Apocalipse 2:9 temos a descrição da sinagoga de satanás. Trata-se da carta direcionada para a igreja de Esmirra uma igreja pobre que passa por grandes dificuldades financeiras. Ora, a pobreza para o bispo é algo reprovável que representa a falta fé e compromissos com os desafios, ofertas e compras de artefatos bizarros que essa denominação vende. Sua justificativa para o aborto também está na riqueza, pois é melhor matar logo uma criança antes de seu nascimento se for pobre.

Nessa passagem de Apocalipse temos a inversão desses valores descritos acima, onde o mais próximo de DEUS é o pobre e não o rico que não precisa de coisa alguma como esse tal bispo. É exatamente isso que lhe traz a cegueira espiritual e a incapacidade de ver a si mesmo em Apocalipse 2:9 como sinagoga de satanás  Se veste como judeu e usa artefatos mágicos dentro do seu templo como fosse um judeu, porém está longe de ser um. Ora, não é exatamente isso que o versículo está dizendo?

Trata-se de uma verdade que “fere “ o principio da diversidade. A internet  está a cada dia  péssima e piorando ainda mais. Raramente é possível encontrar alguma notícia que pode ser trabalhada  que seja publicada nesses  jornais de quinta categoria. Essa desvinculação já esta ocorrendo e continuara a cada dia pior, pois basta qualquer um desses monstros  que possuem o poder econômico/ religioso/político  se sentirem ofendidos para que uma verdade saia do mecanismo de busca.

Infelizmente esse é o motivo por esse blog está um pouco parado e publicando  poucas notícias. Não dá para garimpar quase nada, pois esse tal de Google  e outros buscadores já cuidaram para que em cada país se tenha apenas a notícia local. Dessa forma,  a implantação da nova ordem mundial fica em oculto e abre as portas para o relativismo, onde  não existe uma verdade absoluta e aquilo que cada um achar certo é a suposta verdade, mas que DEUS possa nos guiar mesmo diante dessas trevas.

Quanto a esse bispo, não sei por qual motivo fica preocupado ou com medo do anticristo entrar no templo que ele criou, pois ele já é um, por outro lado besta do abismo ainda não surgiu, mas não faltam “bestas quadradas”  saindo do mar da burrice  na forma de lideranças espirituais.

As faces da besta do abismo – A inimizade

Quando o estudo está relacionado ao Apocalipse, onde temos a instalação de um governo global, o personagem principal é a besta do Abismo. Nela, ou melhor…nele, está centralizado todo o poder de governo que será distribuído para os reis da terra, e isso inclui o Anticristo.

É comum até os dias de hoje existir uma confusão entre o Anticristo e a besta do abismo, porém quando lemos Apocalipse 13:15, onde é dado fôlego para que a imagem da besta fale através do seu espírito fica mais fácil entender que se trata de uma pessoa que de fato estava morta e através de magia saiu do abismo e do sono do inferno e virou espírito vivente nas regiões celestiais do mal.

Resolvido o problema entre a besta do abismo e o anticristo vamos avançar no estudo para a sua primeira aparição na Bíblia da Besta do Abismo que está em Gênesis 3:15:

E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar ( Gênesis 3:15)

A palavra semente pode ser substituída por geração ou genealogia . Dessa forma, DEUS inicia o a profecia da futura redenção em Cristo que a semente que fere a cabeça da serpente por ter poder sobre ela, porém da mesma genealogia surge a semente do mal que é a besta do abismo.

E assim, com o passar do tempo a profecia foi sendo concretizando. Agora voltaremos no tempo, mais precisamente na era de Abrão, onde temos mais uma profecia das duas sementes que são Isaque e Ismael. De Isaque surgiu Jesus que fundou o cristianismo e de Ismael Maomé que fundou o Islã e todas as sua variações como xiitas e sunitas, porém o islã xiita foi sofrendo modificações até que foi criado o Babismo pelo profeta Báb e posteriormente o Bahaismo pelo profeta Baha’u’llah, recaindo sobre Baha’u’llah como o último dos manifestantes divinos.

Nessa primeira face da besta do abismo (a face da intriga) temos nos dias atuais o conflito entre o cristianismo e bahaismo. Embora ainda seja muito pacífico, as idéias centrais caminham de forma oposta, por exemplo: A diversidade religiosa que é a crença em vários DEUS não é aceita no cristianismo verdadeiro.

Tal como a profecia em Gênesis, os princípios cristãos ferem a cabeça do bahaismo e esse apenas com a unidade da diversidade que representa apenas um ataque no calcanhar do cristianismo, pois até os dias de hoje o bahaismo não conseguiu produzir um argumento válido, muito pelo contrário, se apodera das escrituras de forma totalmente errônea para justificar suas profecias. Vejamos um exemplo:

POR QUE O NOVO MANIFESTANTE DA VONTADE DIVINA SE CHAMA BAHÁ’Ú’LLÁH? J.o. 11.40: “Respondeu-lhe Jesus: não te disse Eu que se creres, verás a Glória de Deus?”.

Ora, os baháis ao interpretarem a Bíblia tiram o versículo do seu contexto original e adaptam para suas profecias.No caso acima o Senhor Jesus está falando do milagre que aconteceu durante a morte de Lázaro e não anunciando a vinda de Baha’u’llah através do seu nome que é a Glória de DEUS em português.

Pokémon Go e a sociedade de controle

pokemon goNum texto chamado “Post-scriptum sobre as sociedades de controle“, Gilles Deleuze examina como estamos passando das sociedades disciplinares (aquelas estudadas por Michel Foucault) para sociedades de controle. Já no começo dos anos de 1990, antes, portanto, da Internet tornar-se hegemônica, Deleuze já alertava: “por toda parte o surf já substituiu os antigos esportes”. O que isso quer dizer? Responder essa pergunta é responder outra: o que significa dizer que vivemos em sociedades de controle?

As nossas sociedades contemporâneas já não são apenas disciplinares, e também não vivemos plenamente em sociedades de controle. Talvez vivamos um entremeio entre disciplinamento e controle, um nem bem aquilo ao mesmo tempo de quase lá. Vejamos.

Um aspecto importante das sociedades de controle é a ilusão da liberdade, quer dizer, é permitido fazermos tudo ou quase tudo que quisermos. Escolas e fábricas, por exemplo, já não se organizam como estruturas tão rígidas como nos séculos XIX e XX. De fato, alguma liberdade conquistamos. Hoje é possível estudar online pela Internet e trabalhar em casa, pelo computador.

Mas toda liberdade vem junto com alguma responsabilidade. Esse é um ponto que não podemos ignorar: a “liberdade” e a “responsabilidade” que ganhamos parecem ser mais formas de opressão do que de emancipação da vida. Trabalhar em casa é algo que pode ser muito bom, mas exige de nós uma disciplina que vai muito além de horários e tarefas de escritório. Responder aos emails de casa significa sim que nos livramos do espaço delimitado de trabalho, mas também que temos de responder em tempo e que as exigências do trabalho invadiram todo nosso tempo e nosso espaço particular – antigamente eram apenas telefones, depois vieram os bips, daí chegaram os emails e agora com os smartphones ninguém mais se surpreende em responder às convocatórias às 21h00, pois estamos permanentemente “conectados”, “ligados”, “24/7”, estamos “on(line)” até quando estamos “off(line)”, pois os perfis nas redes sociais e nos portais institucionais nunca dormem (dormimos?).

Mais de um autor contemporâneo já denunciou: perdemos nosso tempo “livre”, aquele tempo que tínhamos fora do alcance dos tentáculos do poder. Conectados o tempo todo, não há mais nem tempo nem lugar fora de alcance de um poder cujo centro não é identificável porque é onipresente. Se as sociedades disciplinares exerciam um poder opressor e sufocante sobre as pessoas, parece que ainda havia nelas uma sobra só nossa: terminadas as aulas, o tempo é meu, ao sair da fábrica, faço o que bem entender, ao menos até voltar amanhã para o próximo turno.

Já as nossas sociedades contemporâneas inventaram formas de dominação consentida e lúdica que disfarçam o fato de que, na verdade, todo nosso tempo e todos os lugares em que estamos não nos pertencem. A febre do Pokémon Go é o mais recente exemplo disso: embora a sensação seja de aumento de liberdade, o que realmente aumenta é o controle de nossas atividades.

O Pokémon Go não é um novo panóptico, aquele olho que tudo vigia lá de cima. O que temos agora é uma matriz difusa de informação coletando algoritmos ininterruptamente. Tudo é rastreado e codificado, tudo é interpretado em termos de padrões aceitáveis ou inaceitáveis: pesquise sobre algum produto ou mercadoria, visite certas páginas, digite certas palavras no buscador e, imediatamente, uma “lista de preferências” é produzida e propagandas começam a aparecer na tela.

Essa padronização é transposta a todos os níveis de sociabilidade: discursos, palavras específicas, são aceitáveis ou inaceitáveis de acordo com os padrões; condutas consideradas fora do padrão são execradas; mas o problema é com as palavras e as condutas em si ou com a incapacidade de pensar fora dos padrões? Com Pokémon Go, esse processo se radicaliza, mesmo que o software colete menos informações que o Facebook. Mais do que a vigília e a coleta de informações, os próprios movimentos corporais são decodificados e padronizados para transmitir informações precisas de tempo e lugar, não só onde, mas também como você se movimenta.

Obviamente, o efeito do panóptico é mantido: além do fato de estarmos sob vigilância, resta a sensação de que a vigilância é ostensiva, ininterrupta. A novidade, agora, é que mesmo essa sensação é desestimulada na sociedade de controle. Sabemos que somos rastreados, mas somos encorajados a não nos preocupar com isso – afinal, o que podemos fazer?

Quando se revela, essa naturalização da vigilância é sentida, primeiramente, como um escândalo, mas essa sensação logo dá lugar a um desânimo anestesiador: “É claro que prestam atenção a tudo que fazemos, mas não querem que pensemos sobre isso, querem, sim, que aceitemos o fato de que somos vigiados 24h por dia e deixemos passar. E deixamos, afinal”.

Entramos em verdadeiro torpor coletivo: “sabemos que há uma realidade, mas de certa maneira não temos consciência dela, no sentido de não nos preocuparmos com ela. Vez por outra, quando lembramos disso, é terrível. Daí preferirmos viver na Matrix”. Isso é evidente pelo descaso com as revelações de Edward Snowden e Julian Assange: “por que nos surpreenderíamos? Todo mundo já sabe mesmo, por que a preocupação?”

De fato, e infelizmente, o alerta não parece surtir muito efeito. No melhor dos mundos imagináveis, o máximo é lembrar que o Grande Irmão nos vigia – e é claro que nessa hora xingamos e esperneamos, gritando um “corta essa!” Além disso, de que adianta o Grande Irmão se não dermos bola a que ele nos espiona? Quer dizer, se não tivermos medo de sermos espionados, o Grande Irmão pode espiar o quanto quiser. Quem se lembra de 1984, de George Orwell, sabe que o medo de ser espionado tem de ser generalizado para funcionar.

No livro, não há apenas telas, mas também pôsteres com a cara do Grande Irmão em toda parte, lembrando sempre que ele está vigiando. Ninguém sabe ao certo se de fato existe alguém prestando atenção ou se tudo não passa de propaganda, e o poder do Partido, no livro, vem exatamente disso, da paranoia de que todas as nossas ações, por mais banais, podem estar sob as vistas de alguém. Nesse mundo, a consciência de estarmos sob vigilância ininterrupta não é mero reforço do poder, é seu sustentáculo.

Mas o nosso mundo é diferente: o que as revelações do Wikileaks fazem é explicitar que os meios e métodos de poder no nosso mundo não correspondem à distopia orwelliana. Hoje, em vez da paranoia da vigília eterna ser alimentada, ela é esvaziada. Somos desencorajados a nos importar com o fato de gradualmente perder privacidade. “Não se preocupe, afinal, você não está fazendo nada demais”. São nossas as palavras de ordem: “não ligue”, “deixa pra lá”, “nada demais”, “não seja chato”, “que é que tem?” Esse discurso fácil revela, portanto, duas coisas: primeiro, essa fala é nossa, mas não parecemos ter escuta alguma; segundo, somos todos convocados a crer que a preocupação não é nossa, mas é só dos outros, daqueles que estão fazendo algo de errado. Está instaurado o dualismo “nós” x “eles”.

E não só: somos convocados a colaborar com esse status quo, denunciando crimes às leis que proíbem o fumo, por exemplo. Já entendemos: todos aqueles que violarem as regras serão pegos. Mas é justamente essa ideia que precisamos questionar se quisermos desafiar de alguma forma as estruturas de poder, inclusive porque essa palavra de ordem é falaciosa, pois, definindo anteriormente uma classe, um padrão para as pessoas, dá como líquida e certa a existência dos membros dessa classe, de pessoas conformadas aos padrões aludidos – mas quais regras foram efetivamente violadas? Quem são os transgressores punidos? Sua existência é certa apenas pela existência da regra que virá a ser violada, é isso?

Para as sociedades de controle, manter a ilusão de liberdade é decisivo. Tanto mais decisivo passa a ser, assim, não ignorarmos onde e como a liberdade não é ilusória. Há certos parâmetros reconhecíveis para dizer e fazer o que quisermos (como sempre houve, aliás). Consequentemente, há certos limites reconhecíveis para o exercício da liberdade, com interdições bem claras – e talvez a única proibição não negociável seja para as posições e acusações mais radicais do nosso sistema político (intolerância extrema, convocatórias a atos “terroristas” e coisas do tipo – se bem que ultimamente, no Brasil, tudo parece permitido a quem é antipetista).

A maioria de nós, porém, está enquadrada nesses parâmetros sem sequer saber e, por isso, tem a sensação de total liberdade (de expressão, de modo de vida etc.). O importante, aqui, é compreender como o controle é exercido sobre nós exatamente porque nos deixa “fazer o que quisermos”. Isso acontece porque comportamentos socialmente proscritos são abertamente deslegitimados, considerados “criminosos” e via de regra como tão excepcionais que não vale a pena gastar tempo com eles.

Com isso, resulta que os igualamos a um negativo absoluto, como a classe de todas as pessoas absolutamente diferentes de “nós, os livres, os que não fazem nada de errado”, e isso significa que entre “nós” e “eles” há um abismo intransponível, sem nada de humanidade partilhada. Na verdade, qualquer reflexão sobre como superar esse abismo é desencojarada. Estamos sob controle na medida exata em que pensamos nos que estão subjugados aos efeitos do poder como alteridade absoluta – “eles, os inadequados, os chatos, os do contra são totalmente diferentes de nós, os que jogam Pokémon despreocupados, pois não estamos fazendo nada que já não se soubesse”.

Tudo isso significa que a tarefa política que nos está posta é muito maior do que queremos aceitar – e é inevitável. Deleuze, ao se perguntar sobre o futuro dos sindicatos e das tradicionais ligas de trabalhadores, reconhece que envelheceram mal: nascidas nas sociedades disciplinares, pensadas para responder aos desafios de outras formas de opressão, essas estruturas limitam-se, atualmente, ao direito de escolher como fazer concessões ao poder. O atual modelo de controle as tornou obsoletas (se alguém pensou aqui em CUTs e outros quetais, ou em partidos institucionalizados, ótimo).

Talvez esses instrumentos, se houver consciência das novas formas de exercício do poder, ainda possam nos servir, adaptados. Sempre é possível reagir e pressionar em sentido contrário, e eu sinceramente espero que essa pressão seja forte o suficiente para barrar, ao menos por um tempo, o avanço do controle sobre nós. Mas o fato bruto que temos de reconhecer é: precisamos de novos instrumentos, novas armas, novos conceitos. O próprio Deleuze não soube naquele momento dizer quais são essas novas armas, jogando a bola para as novas gerações. Mas ele deixou a pergunta: que alegrias podem ser capazes de mobilizar nosso desejo: as alegrias do marketing ou outras?

Uma das questões mais importantes diria respeito à inaptidão dos sindicatos: ligados, por toda sua história, à luta contra disciplinas ou nos meios de confinamento, conseguirão adaptar-se ou cederão o lugar a novas formas de resistência contra as sociedades de controle? Será que já se pode apreender esboços dessas formas por vir, capazes de combater as alegrias do marketing? Muitos jovens pedem estranhamente para serem “motivados”, e solicitam novos estágios e formação permanente; cabe a eles descobrir a que estão sendo levados a servir, assim como seus antecessores descobriram, não sem dor, a finalidade das disciplinas. Os anéis de uma serpente são ainda mais complicados que os buracos de uma toupeira.

Ora, desejos são gerais, não precisam ser satisfeitos por nada específico, o que significa que está em nosso poder criar o que pode nos satisfazer, sem necessidade de aceitar passivamente as fórmulas prontas pelas quais pagamos um preço muitas vezes desconhecido. Pois então, o quanto de incerteza e dúvida ainda nos resta nesse mundo de respostas prontas? Que imprevistos e surpresas conseguiremos manter fora dos quadros do controle?

Dos anos de 1990 para cá, nós somos a nova geração. Esse questionamento é dirigido a nós, é nossa a liberdade e a responsabilidade de inventar as formas de resistência a esse poder controlador descentralizado e impessoal. Duvido que buscando Pokémons o faremos.

Referências:

Cassiano Terra Rodrigues é professor de filosofia na PUC-SP

https://youtu.be/4ybvyj_Pk7M

http://www.somaterapia.com.br/wp/wp-content/uploads/2013/05/Deleuze-Post-scriptum-sobre-sociedades-de-controle.pdf

http://portalcienciaevida.uol.com.br/esfi/edicoes/42/artigo160007-1.asp?o=r

http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=11897%3A2016-08-10-23-21-56&catid=72%3Aimagens-rolantes&

Os perigos da realidade aumentada

Na nova ordem mundial o conceito de unidade de diversidade pode ser entendido como um mundo sem qualquer tipo de preconceito, onde várias tribos urbanas vivem de forma pacífica. Totalmente utópico, mas é essa meta. Como positivar na forma de leis esses projetos (…mais)

De fato, a melhor forma de conceituar a unidade da diversidade está em ver várias tribos bizarras quando andamos nas ruas. O surgimento do novo jogo Pokemon GO tem exatamente essa finalidade, ou seja, unificar a comunidade global utilizando a realidade aumentada através dos bichinhos virtuais que não existem no mundo real, mas aparecem na tela do celular em um local determinado. Abaixo segue as palavras dos fabricantes do jogo:

“…o nosso primeiro jogo no “mundo real”, deu a milhões de jogadores uma maneira inteiramente nova de ver o mundo ao seu redor.Aqueles jogadores se uniram em uma comunidade global incrível onde competem e colaboram…”

Talvez a nova ordem mundial de Baha’u’llah dê a aparência que isso é bom, porém percebe-se claramente a cada dia o distanciamento da realidade. A tradicional conversa nos olhos, reunir em grupos e outras atividades que nos faz humanos estão ficando cada vez mais distantes. Claro! Isso acaba dando lugar para que a frieza no coração se instale. Basta ver o estrago do Whats.

Já perdi a conta de quantas vezes falei com alguém e não recebi qualquer tipo de atenção, pelo contrário muitas pessoas se sentem irritadas quando interrompidas. Parece um absurdo, mas muitas pessoas não querem sair do quadradinho virtual do seu celular para ver a realidade da vida.

Como vimos acima, talvez tenha algo de bom nisso que pode ser usado como no estudo da anatomia humana para conseguir diagnósticos mais precisos, porém esse velha jogada de implantar algo usando a desculpa para a saúde é bem conhecida, basta ver a guerra para a legalização da maconha, por exemplo.

A realidade aumentada também tem seu lado militar e com certeza no futuro será uma arma para o regime totalitário que aos poucos se instala. Pensando nisso, uma outra empresa de games prepara os novos soldados do futuro.

O jogo de realidade aumentada Father io não usa bichinhos ” fofos” e sim armas. Nesse game as ruas são o cenário para a matança através do celular. O jogo dá as coordenadas dos participantes próximos e assim basta um outro jogador apontar o seu celular e atirar. Pronto! Game over para o inimigo.

https://www.youtube.com/watch?v=YUhUzUWOIug

Ora, não resta dúvida que a realidade aumentada poderá ajudar muito num cenário de perseguição como descrito em algumas passagens bíblicas (Apocalipse 12:17). Hoje uma pessoa já não é bem vista se não possuir um face ou o whats, o que dirá se não estiver adorando o cristo cósmico? Não cooperando com a unidade da diversidade?

 

Refgerências:

https://www.nianticlabs.com/blog/launch/

http://father.io/fan.html

 

Purificação x provação

“Muitos serão purificados, e embranquecidos, e provados; mas os ímpios procederão impiamente, e nenhum dos ímpios entenderá, mas os sábios entenderão.” (Daniel 12 : 10)

Após anos acompanhando a evolução do Apocalipse e a criação do governo mundial, o mundo atual encontra-se parado e suspenso no ar. O pão da angústia e aflição são o alimento diário e tomam conta da alma que já não quer viver nesse mundo. Peregrinando nas ruas sem ter onde reclinar a cabeça em uma igreja, a alma vaga mergulhada na tristeza.

Esse triste cenário da realidade onde o tempo encontra-se parado revela algo muito importante. É o tempo dos sete tipos de cristãos fazerem uma alta reflexão para se livrar dos vícios e de outros tipos de erros que cometemos no dia a dia. Um bom caminho para isso está nas cartas às sete igrejas:

1) Éfeso

Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. (Apocalipse 2:4)

Esse tipo de cristão conhece bem as escrituras e não aceita falsos apóstolos, porém a forma com que se enriquecem praticando a mentira fez com que deixasse de sentir alegria, esperança e renovação. Sei que é difícil, mas uma boa forma de vencer essa barreira é deixando de lado esses apóstolos fajutos e compreender que isso faz parte da apostasia que trará o filho da perdição.

2) Esmirra

Nada temas das coisas que hás de padecer. Eis que o diabo lançará alguns de vós na prisão, para que sejais tentados; e tereis uma tribulação de dez dias. Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida. ( Apocalipse 2:10)

Segundo as escrituras, a igreja de Esmirra já está purificada, porém são pessoas muito, mas muito pobres que não possuem como sair desse ciclo de crises econômicas. O que essas igrejas poderosas fazem? Criam correntes de prosperidade e a pessoa ao ver que não conseguem melhorar a vida se sintam abandonadas.

Mas isso não fez com que o Senhor Jesus as abandonassem, muito pelo contrário. Mesmo no mar de lama ou dentro de um grande peixe como Jonas, o Senhor ao lado nessa luta.

3) Pérgamo

Mas algumas poucas coisas tenho contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina de Balaão, o qual ensinava Balaque a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem. ( Apocalipse 2:14)

O versículo acima enfatiza os tropeços que surge mediante sacrifícios pagãos praticados na igreja. Nesse momento não tem como deixar de observar os desafios em dinheiro, compra de toalhas, perfumes, meias, amuletos e outras coisas parecidas que prometem uma vida tranqüila e cheia de dinheiro nessas grandes igrejas.

4) Tiatira (Parcial)

Mas tenho contra ti que toleras Jezabel, mulher que se diz profetisa, ensinar e enganar os meus servos, para que se prostituam e comam dos sacrifícios da idolatria. (Apocalipse 2:20)

Jezabel… O que ela faz no novo testamento? Ela se tornou um ícone para a prostituição, sensualidade, pornografia, bebidas, drogas, palavrões e adultério. Infelizmente algumas pessoas estão sendo vítimas desse espírito nos dias atuais. Que DEUS possa trazer de volta o temor e gravar em cada coração os seus mandamentos para livrá-los dessas armadilhas. A melhor lutar contra um vício começa quando se reconhece que não precisa dele para viver. Dessa forma, aos poucos a mente aceita essa a verdade e coração vai se purificando.

5) Sardes

E AO anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto. (Apocalipse 3:1)

Não sei quanto tempo vai demorar para que a besta saia do abismo, mas inerente a isso podemos morrer. A igreja de sardes é do tipo que lê e ouve a palavra, mas não coloca em prática guardando no coração os mandamentos como descrito abaixo:

Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares,irei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei. ( Apocalipse 3:3)

Um dos fatores que leva para esse relaxamento é o tempo. Talvez falte muito tempo para o fim , por isso não teria nada de errado em dar uma desviada básica, porém como descrito acima isso é um caminho perigoso, pois não sabemos se estaremos vivos amanhã.

6) Filadélfia

Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo. (Apocalipse 3:9)

Assim como a igreja de Esmirra, a igreja de Filadélfia não possui algo que a possa condenar. O que ela tem de especial é uma vontade desesperadora de ir pra a eternidade logo, por isso o Senhor JESUS injeta nesses corações a esperança que virá sem demora:

Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. (Apocalipse 3:11)

Outro detalhe importante está na coroa, pois as forças malignas farão de tudo para tirar a esperança, desanimar e até usar aquela voz em nossos ouvidos dizendo: Vi só… falta muito tempo e vou fazer esse governo mundial lentamente para você sofrer, porém como dito acima, o Senhor injeta esperança no cristão ( Apocalipse 3:11).

7) Laodicéia

Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; (Apocalispe 3:17)

Ah! Essa nem vou dizer nada…quem assistir a pregação do Edir Macedo e ter estômago para agüentar que entenda. O que dá mais dinheiro? O cristão vestido como judeu ou o judeu vestido como Cristão?

Obs. A diferença dessa igreja para a de pérgamo é que ela mira a riqueza extrema. Pérgamo vende artefatos, porém promete milagres menores.

O primeiro templo Bahá’i da América Latina

templo chile 2templo chile

O primeiro país agraciado da América Latina foi o Chile. A inauguração acontecerá em duas etapas: Uma em Outubro de 2016 apenas para os Bahá’is e outra oficialmente em Novembro de 2016. A partir do mês de Novembro não só os chilenos, mas todos os povos e religiões são convidados para receber o abraço da diversidade religiosa. Encontrado nas montanhas chilenas , bem afastado da cidade e no topo da colina o novo templo derramará suas bênçãos sobre os povos.

No interior e na parte superior da cúpula é possível ver o máximo nome. O nome em árabe que ajunta para si todos os povos : “ Baha’u’llah “, o cristo da nova era, o prometido de todos os tempos e o senhor das religiões, que em português significa a glória de DEUS. Descendo sobre o máximo nome, o templo se contorce entre os metais formando a flor de lótus com suas nove pétalas.

Nove pétalas que representam as nove principais religiões ( 1) Zoroastrismo, 2) Cristianismo, 3) Hinduismo, 4) Bahaismo, 5) Islamismo, 6) Babismo, 7) Judaismo e 8 ) Budismo. Já o nove cai sobre Abraão que é o pai de todos os grandes fundadores de religiões.

Mas não vamos nos deter nesse tipo análise descritiva. Para isso basta o que já foi escrito acima. A nossa investigação tem como meta compreender esse objeto de adoração e bem como seu local. O que de fato ele busca? Qual o seu significado e valor esotérico?

Para isso vamos iniciar analisando o esoterismo cabalístico contido nos números. Temos o nove que representa o Bahaismo, porém a data da inauguração será no mês 11. Ora, tal fato apresenta o convívio de duas novas ordens mundiais que são a Ordem Bahá’i e a Iluminista americana que sempre é representada por onze, porém nos revela a futura superioridade do Bahaismo sobre o iluminismo.

O templo está bem afastado da cidade e rodeado de verde. Ora, tal iniciativa mostra primeiramente uma das metas Bahá’is para o futuro, onde a cidade ecologicamente correta ficará na parte inferior sendo supervisionada não só pelo templo, mas por outras instituições Baha’is que serão construídas para administrar o local, nesse caso o Chile. Para ficar mais fácil a compreensão o leitor pode imaginar isso como um teste em escala menor que será aplicado em escala global. O plano encontra-se escrito no livro: “ A presença de DEUS – Shoghi Effendi, o guardião da fé Bahá’i).

Tal como representado nessa numerologia, a ordem Bahá’i se tornará superior ao iluminismo, pois tem como função a adoração universal dos povos através de Baha’’u’llah através dos templos sua numerologia e simbologia como descrito pelo guardião da fé abaixo:

“…De qualquer lado que o visitante se aproxime, a forma ascendente do Templo aparece como o espírito da adoração e, visto de cima, do ar, se assemelha a uma Estrela de Nove Pontas descida do céu para encontrar sobre a terra seu lugar de repouso. Para guiar os povos, porém, na senda que os levará à Terra Prometida…” (Shoghi Effendi, A presença de DEUS)

Espírito de Adoração? Lhe pareceu familiar? “E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.” (Apocalipse 13 : 15)

Como descrito acima pelo guardião trata-se de uma adoração universal dos povos diante do seu sinal ( a estrela de nove pontas), nome ( Baha’u’llah) e número de letras do seu nome. Um novo mundo, uma nova economia ecologicamente correta e um governo que exigirá lealdade e identificação visível de cada participante:

“E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,” (Apocalipse 13 : 16)

“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.” (Apocalipse 13 : 18)

E por fim a pergunta: Por quê o Chile? Ora, embora seja um país muito menor que o Brasil, possui uma economia melhor, está mais estável e a atual presidente de lá está envolvida com as causas Bahá’is. Que DEUS nos dê forças, pois assim que esse templo for inaugurado passaremos por lutas piores . O portal da desgraça está para abrir de novo! Apenas como aperitivo: Lembram dos atentados do WTC? Então…naquele mesmo dia foi colocado a cúpula do santuário do Báb no Monte Carmelo…

http://templo.bahai.cl/inauguracion/

http://templo.bahai.cl/

http://news.bahai.org/story/896

Os vencedores da besta e o cântico de Moisés

nom“E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos santos.” (Apocalipse 15 : 3)

O cântico de Moisés aconteceu após a passagem do mar vermelho. O povo hebreu estava desesperado e blasfemando. Faraó e seu exército avançavam para capturá-los, porém o poder DEUS se manifestou e o mar engoliu os soldados egípcios.

“Porque os cavalos de Faraó, com os seus carros e com os seus cavaleiros, entraram no mar, e o SENHOR fez tornar as águas do mar sobre eles; mas os filhos de Israel passaram em seco pelo meio do mar.” (Êxodo 15 : 19)

E assim, como gratidão, surgiu o cântico de Moisés que inicia com o seguinte versículo:

“ENTÃO cantou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao SENHOR, e falaram, dizendo: Cantarei ao SENHOR, porque gloriosamente triunfou; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro.” (Êxodo 15 : 1)

Tal como em Apocalipse, naquela época remota o Senhor JESUS manifestou o seu poder, sendo chamado como a destra do Senhor, por isso que temos o cântico de DEUS e do Cordeiro:

“A tua destra, ó SENHOR, se tem glorificado em poder, a tua destra, ó SENHOR, tem despedaçado o inimigo;” (Êxodo 15 : 6)

Embora seja uma passagem do velho testamento, o milagre surge também no livro de Apocalipse. O ciclo histórico surge novamente pela última vez, porém a sua função está relacionada ao arrebatamento.

De fato, as grandes civilizações egípcias, babilônicas e romanas criaram impérios, mas nada se compara ao quarto animal descrito pelo profeta Daniel e que se transformará no sistema da besta de Apocalipse, onde a besta do abismo possui um destaque histórico na futura perseguição aos cristãos e as Testemunha Mártires.

Não temos como saber quando será o evento, mas ao estudar o cântico de Moisés podemos perceber que será um pouco após a manifestação espiritual da besta do abismo, também conhecido no mundo esotérico como o cristo cósmico (II Tessalonicenses 2 : 3). Vamos imaginar a cena futura: quase 99% da população mundial adorando a besta pensando que é o Cristo verdadeiro e 1% dizendo que se trata de uma armação satânica.

Não vai demorar para que o maior grupo comece a querer matar os que não estão no clima da nova ordem mundial, por isso resta perseguir e matar, porém antes disso é que acontece a intervenção divina através do arrebatamento.

Mas como é de se esperar somente depois desse evento a outra parte de cristãos vão cair na realidade dos fatos, mas esse será o momento do dragão se irar contra o restante:

E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo. (Apocalipse 12:17)

Salvação? Sim é possível, mas agora tem um preço… pagar com o próprio sangue:

“Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.” (Apocalipse 13 : 10)

Ora, como vencerão a besta do abismo se não souberem quem é? E se não souberem o seu nome, sinal e número…?

O espírito olímpico

Como esse seja talvez o último evento supostamente mais importante em 2016. Vamos analisar o que de fato é esse “espírito”, bem como seu significado para o Estado e a verdade ocultada por ele.

Podemos dividir o Estado em governo mundial e governo local. Para o governo mundial o interesse do evento está em despertar os velhos princípios presentes na Ordem Mundial de Baha’u’llah através da ONU e suas agências que são a unidade da diversidade e um mundo sem fronteiras. A ONU quer é guerra! O mercado de armas e munições americano e russo sabem muito bem disso. Eis aqui um motivo muito forte para que não seja feito um minuto de silêncio em homenagem aos mortos em várias épocas.

Já para o governo local criou-se um sistema infinito de corrupção e lucro que se fossem escritos não caberiam em livro algum desse mundo, por isso vamos apresentar apenas os principais fatos:

– Manipulação midiática – Para criar todo o clima do espírito olímpico fabricado o Estado conta com a mídia e os atletas, ambos representados pelo Ministério das Telecomunicações e Esportes, respectivamente. São aquelas propagandas chatas que aparecem no rádio e TV. Uma verdadeira lavagem cerebral ! Para que o efeito seja mais nocivo ainda espalham o aparelho em bares, lojas, padarias, mercados…Não tem como escapar!

– Exibicionismo governamental – Presidentes costumam sacrificar a vida do povo desviando o dinheiro das áreas de saúde, educação e segurança para as olimpíadas. Outra grande justificativa está no exibicionismo mundial , nesse caso a existência de um país atolado infinitamente na corrupção chamado brasil (em minúsculo mesmo). Que abram novas portas para as privatizações.

– Punição aos atletas – Em alguns países existe a necessidade de fabricar um herói para as massas, por isso e evento é propício. Se esse atleta ou atletas não voltarem com uma medalha correm o risco de serem presos.

– Fins educativos – Criada pelo barão de Coubertin em 1896, as olimpíadas tinham esse princípio, porém com o passar do tempo os valores mudaram. A mensagem que fica para as crianças é a mesma feita pelo futebol, ou seja, o sentido da vida está em não estudar, trapacear e se tornar famoso ostentando uma ou várias mulheres, bem como carros e mansões. E assim, o nosso rei segura a tocha. Um jogador de futebol analfabeto que faz propaganda de cursos universitários. Um  fruto dessa política suja se transforma no herói das massas. Aquele  que nos guiará com a luz da tocha. O rei está velho e  só, pois a sua rainha dos baixinhos o trocou por um homem rico, branco e apresentável após conquistar fortuna.

– O mito de Prometeu – O personagem criado na antiga Grécia por Hesiodo rouba o fogo “sagrado” e entrega para os humanos. Devido a isso é condenado a subir com uma rocha no monte e quando chega no topo ele rola para baixo, iniciando todo o processo novamente durante 30 mil anos. Esse mito mostra a realidade na inutilidade do evento em nossas vidas. Uma obra superfaturada que desviou milhões e cairá no mar do esquecimento, restando as cinzas olímpicas  na forma de dívidas impagáveis e na total ruína de uma nação, nesse caso em especial para a população do Rio de Janeiro.

– A tocha olímpica:

Um verdadeiro símbolo do paganismo. O seu fogo por onde passa deixa o rastro de miséria e crises intermináveis para a nação que acolheu os jogos. Crises cíclicas que geram planos de austeridades cada vez mais rigorosos para a população. E quando por um curto período a economia se estabiliza, tal como o mito de Prometeu a rocha cai por terra, iniciando uma nova subida com mais austeridade e rigor.

O espírito olímpico é o terror. Por causa desse evento maldito a vida das pessoas que viajam de avião virou um inferno. Revistas rigorosas para as pessoas comuns e nenhuma para os políticos.

Esse objeto estúpido se transforma em um deus, sendo cultuado de cidade em cidade. A tocha recebe um aparato de segurança invejável que jamais qualquer pessoa comum (entende-se aqui não políticos) teria em vida. Qual o sentido da tocha? Paz universal? Unidade da diversidade? Isso é ridículo e absurdo ! Se pararmos para pensar não existe nada de bom, pois se trata de um evento em que apenas a aristocracia brasileira e internacional estarão lucrando. Para os atletas amadores, pois aqui esporte é só futebol, resta um minuto de reconhecimento de glória e exibicionismo, isso se ganharem.

Porém o efeito hipnótico e mítico desse objeto já está no coração de muitos. O espírito olímpico está rodeando a terra procurando a quem possa tragar e viver no estado de alienação. É necessário desenvolver o amor pela tocha. Sendo assim, vejo o repórter global derramando lágrimas de crocodilo ao segurar o objeto de adoração. Tentativa fútil de motivar os povos. Nossos heróis, nosso país…agora somos humanos? Temos posse de algo? A importância da vida humana acontece somente quando o Estado quer?

Diante do poder do Estado sobre a minha impotência e insignificante vida resta apenas virar as costas para tudo isso. Seguir caminhando contra o vento, resistindo a ventania que tanto tenta me derrubar.

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.” (I João 2 : 15)

 

 

http://www.bbc.com/portuguese/internacional-36799961

http://esporte.hsw.uol.com.br

http://www.brasil.gov.br/cultura/2016/07/tocha-olimpica-chega-a-sao-paulo-neste-domingo-24

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