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A volta da “Renda Universal”?

Resumo da notícia: “Renda universal tem nova chance em meio a pandemia – Até recentemente, era rejeitada no país símbolo do capitalismo, mas com o duro golpe do corona vírus na economia dos Estados Unidos, a ideia de pagar a cada habitante uma renda básica recebe atenção renovada.

Denunciada como muito cara ou muito “socialista”, pagar às pessoas simplesmente por estarem vivas e confiantes de que serão produtivas ganha novos defensores à medida que as empresas fecham e o desemprego dispara…”[1]

A proposta da renda universal está de acordo com os ensinamentos do cristo cósmico Baha’u’llah, porém os acontecimentos ainda são insuficientes. Apocalipticamente falando, o sofrimento que estamos presenciando são um rascunho do futuro da humanidade descritos em Apocalipse 6 e Zacarias 6. Os selos não foram abertos, mas o galopar das cavalgas assustadoras podem ser sentidas.

Como visto antes, os economistas ainda não estão implorando de joelhos por alguém que os possa guiar seus fracassos  em uma nova ordem mundial. As soluções apresentadas são apenas um ajuda de custo temporária, no caso do Brasil uma esmola insignificante e só DEUS sabe quem poderá receber. O mesmo para o micro empresário…o tal empréstimo do governo é repassado aos bancos e esses decidirão qual comerciante poderá existir ou não. Uma oportunidade única para o grande capital !

Todas essas medidas econômicas geram mais caos do que crescimento, por isso vamos continuar assistindo o ensaio das galopadas apocalípticas…Baha’u’llah , representando o Cavalo Branco, apenas aguarda estático no norte de Israel (Haifa e Akká) os outros cavalos e seus cavaleiros andarem pela terra espalhando mais caos, as saber: mais pestes, fome, desemprego  e guerra civil. E assim, o vírus passará, mas o caos continuará a sua galopada pelo mundo.

[1]-https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2020/03/25/interna_internacional,1132319/renda-universal-tem-nova-chance-em-meio-a-pandemia.shtml

Covid 19 – Reflexões

O Covid 19 conseguiu a façanha de estar em todas as divisões de um jornal. Política, Esporte, fofocas…lá está o invisível que salta aos olhos. Apoliticamente falando, ele parece um ensaio para algo muito pior que estar por vir, mais especificamente o capítulo 9 de Apocalipse, onde teremos uma pandemia global que atormentara as pessoas por cinco meses, porém nesse caso o tormento se assemelha a picada de escorpião.

Observando o lado econômico das pandemias, o Covid-19 vai de encontro com a economia divina do cristo cósmico Baha’u’llah. Não que ele seja o causador da quebra dos mercados financeiros, mas ele é a desculpa adequada para isso.

Em geral a economia é derrubada em várias áreas. Governos fascistas como de bolsonaro tendem a destruir ainda mais o poder aquisitivo do trabalhador. Muitas pessoas trabalham hoje em dia sem direitos trabalhistas, por exemplo professores de categoria “o” do estado de São Paulo recebem por aula hora e se as escolas fecharem ficam sem receber.

O fato é que, um desastre econômico,  independente da sua causa,  fará com que economistas do mundo inteiro implorem de joelhos para a implantação da economia divina de Baha’u’llah. A citação abaixo foi extraída do Guideline da Casa Universal de Justiça. O guideline começa com uma dedicatória para eles.

“Dedicated to the present and future Economists who will help to lay the foundation for the World Commonwealth” (Guidelines for economic living, Messages from Universal House of Justice).

Para quem lê o livro de Apocalipse é impossível não lembrar de (Apocalipse 17 : 13 nesse momento.  E assim continuamos nesse caminho amargo e lento, onde perdemos nossos direitos, nossa saúde e a tentam abalar a  nossa esperança até  que a manifestação espiritual de Baha’u’llah se manifeste nos corações dos seus escolhidos.

A leitura do Apocalipse na igreja atual

Como seria a leitura do Apocalipse nas principais igrejas do cristianismo atual? Vamos usar como exemplo o capítulo seis do livro de Apocalipse  (Apocalipse 6 : 1) que fala dos  selos.

Silas Malafaia – Programa Vitória em “cristo”

Olá meus irmãããos ! Hoje teremos uma unção proféticaaaa  logo após os comerciais. AGUARDAAA…. AGUARDAAAAAA FICA AÍÍÍÍÍ…não sai daí  daí não irmãoooo…(depois de duas horas vendendo produtos evangélicos)….

“E, HAVENDO o Cordeiro….Agora passo a palavra para esse homem – muito mais que um homem-  o santo Morris Cerullo ele tem uma unção para derramar na sua vida antes que abram os selos. 144.000 mil pessoas com R$.14.400,00 reais você é um dos escolhidos irmão liga agora para o número embaixo da tela e serão derramadas bênçãos infinitas.

– Why 144.000? Because nine is the number of god! Say to me nine, nine, nineeee…

 

Igreja Católica

Após o hino de entrada leitura do versículo pelo coroinha:

“E, HAVENDO o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê.”  (Apocalipse 6 : 1)

…rezamos meus filhos para que Maria mãe de DEUS e dos homens feche a mão daquele que quer abrir os selos. Rezemos nove pais nossos, nove avemarias e nove cruz credos…

 

Igreja Mundial – Valdemiro Santiago

Hoje vamu lê o Apocalipsi.. ÉÉÉÉ. Coloca aí na tela e vão acompanhando com a caneta.Anda logo obrero  será que eu tenho que fazer tudo aqui?

–  “E, HAVENDO o Cordeiro..CALA A BOCA AÍ MUIÉ TO PREGANDO…..! DÁ PRA CALAR A BOCA! Ô SEGURANÇA..OPS…”OBREIRO” TIRA ESSA COISA DA IGREJA…

– Vamu continua a leitura:  “E, HAVENDO o Cordeiro…APÓSTOLOOOOOOOOOO BANDEIRA VERDE NO CORREDOR TRÊS…Olhá o milagri gentiiii. Que qui foi muié. GLORIFICA IGREJAAAAA.É PRA GLORIFICAR DE PÉEEÉÉÉÉ..

–   Vamu continua então: “E, HAVENDO o Cordeiro…APÓSTOLO BANDEIRA VERDE NO CORREDOR NOVEEEE. EITAAAAA É MILAGRE DEMAISSSS. Sobe aqui senhor vem abraçar o Apóstolo. Éééééé´…..

–   Vamu continua então: “E, HAVENDO o Cordeiro…Que foi Senhora. Não acredito doce de abobra pra mim  pega aí obrero….Hihihihihiiiiiiiiii

 

RR Soares -Programa o Missionário responde:

Missionário (música suave ao fundo) eu queria muito aprender algo do Apocalipse. O que o senhor acha?

– Irmã (voz suave e mansa) não vamos ler isso agora. Não é o momento. Amém! Uma salva de palmas ( mais música suave). A Nossa TV está com promoção de Assinatura. São dez canais com programas sem pecados por apenas R$.180,00. Para adquirir o pacote é só levantar a mão que o nosso obreiro passará com a “nossa máquina”, a primeira máquina totalmente sem pecado e da igreja. Você pode escolher o “nosso débito” ou “ nosso crédito” como forma de pagamento. Amém (câmera filma ao fundo Davi Soares  sentado para garantir sua reeleição e aposentadoria precoce como deputado).

 

Igreja Universal

O locutor anuncia com voz de muitas águas: “Fogueira Santa dos nove selos de Israel em uma Igreja Universal Perto de você. Corra! Ainda dá tempo para ser rico e não precisar de coisa alguma, pois os selos estão fechados “.

 

Políticos evangélicos

– Bispo Crivella

Gente! Sou bispo licenciado não presto mais esse tipo de serviço. Não leio ou entendo nada de Bíblia desde que entrei na política. Tenho mais o que fazer na prefeitura.

– Pastor Marco Feliciano:

E, HAVENDO o Cordeiro aberto….(OHHH! Yamansa! Varaubi! Caramuuri kiui)um dos selos, olhei, e ouvi  (SHARABADANA VIASAFARENI OGUNTUBI) um dos quatro animais   (KARUE MAGHANAZAI  SHIRUANA) , que dizia como em voz de trovão…. (HAMANAUE ! EXU! AUEE!)

Stupid Love e a Ordem de Baha’u’llah

Lady Gaga está de volta com o seu novo clip. A música  em si precisa melhorar muito para ser chamada de péssima, mas o importante é passar conceitos sob a nova ordem mundial. Muito de seus clips falam do iluminismo, mas esse é um dos poucos que fala do amor universal do cristo cósmico.

O clip usa apenas um cenário com deserto, dançarinos e muitas cores que podem perfeitamente representar a diversidade das raças. O único destaque é a marca que ela usa na testa (embora não seja uma estrela de nove pontas) que representa o amor universal gravado no espírito e na mente. De fato, esse é o sentido da ordem mundial  e econômica de Baha’u’llah;  e.  aqueles que forem agraciados para participar desse mundo esotérico usarão sua marca na testa pelo seu valor espiritual. A marca na mão é mais indicada para pessoas materialistas.

O amor universal do cristo cósmico Baha’u’llah e o seu encontro com Lady Gaga aparece nesse refrão da música. Ela descreve o encontro com o prometido, porém aplica um dos princípios da nova era que é:  faça de si mesmo um deus, pois ela não tem fé em deus algum, mas em si mesma(o):

“Você é aquele por quem eu tenho esperado /Preciso parar com esse choro, ninguém vai /

Me curar se eu não abrir a porta/É meio difícil de acreditar (Preciso ter fé em mim)”

O motivo dela ser a única portadora do sinal do amor universal  se deve ao fato da sua liderança  moral, ou seja, uma pessoa que influencia as massas para não pensarem ou tomarem decisões. Em outras palavras se ela mandar milhões de pessoas pularem para o abismo do inferno todos irão! De fato, estúpido amor é o nome mais apropriado.

A liderança moral, assim como essa da Lady Gaga,  é um dos mais altos conceitos do Bahaismo. Pessoas que são agraciadas com esse nível de espiritualidade são chamadas de Apóstolos de Baha’u’llah, mesmo que não saibam. Os apóstolos são considerados tão organizados – mas tão organizados – que nem mesmo o CRISTO verdadeiro com seguiu fazer:

“Ao contrário da Dispensação de Cristo, ao contrário da Dispensação de Muhammad, ao contrário de todas as Dispensações do passado, os apóstolos de Bahá’u’lláh em todas as partes, onde quer que trabalhem e labutem, têm perante si em linguagem clara, inequívoca e enfática, todas as leis, regulamentos, princípios, instituições e orientação que necessitam para o prosseguimento e realização de sua tarefa.” (Shoghi Effendi – A ordem mundial de Baha’u’llah)

Bom…é preciso ter que ter coragem para chamar o Senhor JESUS  de incompetente por não ter ensinado e organizado  seus Apóstolos direito. Já não sei se é coragem ou loucura….Talvez o correto seja soberba como bem profetizado por Habacuque:

“Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá; que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos.”  (Habacuque 2 : 5)

Bahá’is reclamam de serem perseguidos no Irã, mas acabam provocando a fúria do mundo islâmico quando citam  Muhammad  nesse texto e outros parecidos.

O Brasil segue em direção da economia divina de Baha’u’llah

Bahá’is acreditam em um sistema econômico movido pela cooperação, algo que somente poderá surgir quando  o amor universal do cristo cósmico Baha’u’llah for derramado nos corações e mentes. Dessa forma, temos um dom messiânico esotérico que guiará os povos:

“Neste momento de transição entre a velhice da competição e a nova era de cooperação,  a própria vida da humanidade está em perigo (…). Entre ignorância espiritual, ambição nacionalista, luta de classes, economia medo e ganância, forças tremendas estão dispostas para outra guerra internacional fatal. Apenas um divinamente enviado, o poder providencial, uma influência como a de Cristo, pode evitar a suprema catástrofe.” (The World Economy of Bahá’u’lláh,  P.15)

Mas para seguir esse caminho, o Brasil está passando por um momento crítico. A economia desse país está desabando devido a nazificação bolsonarista. Ora, seus princípios são bem conhecidos, principalmente pelo ódio aos pobres. Dessa forma temos : pagamentos atrasados do INSS sem qualquer previsão de normalização, precarização trabalhista através de retirada dos direitos, criação da mão de obra descartável e barata, dólar nas alturas para que os pobres não possam viajar para o exterior.A declaração do tal ministro da economia bolsonarista que usou as palavras “empregadas domésticas” para generalizar o seu ódio foram muito claras.

O Brasil mergulha para o mais profundo caos social, político e econômico. É justamente isso que a comunidade Bahá’i espera. Bahá’is acreditam que as economias nazificadas do mundo entregarão os seus reinos para que Baha’u’llah e seu executivo mundial administre seus fracassos.

Um bom exemplo da economia divina de Baha’u’llah está no resumo dessa notícia abaixo:

“Em 2015, o chefe de uma empresa de pagamentos com cartão localizada em Seattle implementou um salário mínimo anual de US$ 70 mil (R$ 315 mil) para todos os seus 120 funcionários — e cortou US$ 1 milhão (R$ 4,5 milhões) do próprio pagamento. Cinco anos depois, ele mantém o mesmo patamar de salário mínimo e diz que a aposta valeu a pena” (fonte BBC).

O empresário Dan  Price fez o que podemos chamar de economia por cooperação, porém isso é algo que se torna impossível para os governantes atuais. Basta fazer uma rápida análise para isso, por exemplo o tal ministro bolsonarista Paulo Guedes, um homem azedo, arrogante, nojento, prepotente, cruel, implacável e que não possui alma ou coração humano. Movido apenas pelo ódio e a ganância….

DEUS e o Senhor JESUS  não podem entrar em um coração desse e esses jamais aceitariam o caminho da verdade, por isso acontecerá em algum tempo o derramamento do falso “espírito santo”, somente ele pode converter esses corações. Essa falta de caráter não é exclusividade dele, ela também pode ser vista nos mega líderes de igrejas, artistas de quinta categoria, donos de emissoras de TV  e outros mais que deveriam ajudar o povo, mas preferem destruir a esperança em troca da isenção de impostos. Somente um amor falso e sedutor poderá levar todos esses monstros para o abismo inferno que merecem.

“E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira;”  (II Tessalonicenses 2 : 11)

https://www.bbc.com/portuguese/geral-51667749

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51714002

Jojo Rabbit e os fragmentos do nazismo brasileiro

Jojo Rabbit é um garoto de 10 anos que ama o nazismo. Hitler aparece no filme como parte da sua consciência e orienta o garoto em suas decisões. Esse é o cenário de todas as variações do nazismo moderno. Seja nos EUA, Brasil, Europa e outros países governantes tem implantado em menor ou igual número a ideologia nazista que vai muito além do ódio aos Judeus.

Porém, a nazificação do Brasil pelo regime bolsonarista parece uma cópia completa da  consciência de Hitler, abaixo segue apenas – apenas algumas – delas. As citações foram retiradas do livro: [1] Ascensão e Queda do Terceiro Reich:

 

1) Hitler..um católico e vagabundo chega ao poder:

“…Hitler, católico, austríaco, antigo vagabundo…”.

Bolsonaro: Um católico (falso católico)  que durante mais de duas  décadas “trabalhou”  como deputado sem apresentar nem ao menos um projeto fútil para ser apreciado na câmara.

 

2) Hitler odiava os professores e fez tudo que estava ao seu alcance para prejudicá-los :

“Até o dia de sua morte, é evidente, Hitler jamais perdoou seus professores pelas notas ruins que lhe haviam dado”

Bolsonaro: Seu atual ministro da educação Abraham Weintraub fala por si próprio.Escreve tudo errado, ignorante, grosso, sem educação…além de suas virtudes ele também coopera com o fim do acesso ao ensino superior para os pobres. Existem variações que podem ser encontrada no governo de São Paulo. João Dória também oprime o professor ao máximo chamando-os de vagabundos e bebedores de suco de laranja. Claro! Se recusa a pagar um salário fixo para a categoria dizendo que ela não merece.

 

3) O motivo do ódio: Hitler tirava péssimas notas, era  insubordinado e não sabia falar direito. Abaixo ele se reclama de um professor que lhe deu notas baixas:

“Acontecia que esse cavalheiro”, conta Hitler, “que era, por outro lado honesto, estava convencido de que eu poderia ser capaz de fazer outras coisas, mas não falar”

Bolsonaro: Alguém já viu essa criatura falando? Parece que está  se dirigindo a recrutas sem raciocínio em um quartel. Se suas palavras fossem escritas de forma literal todas teriam travessões.

 

4) Os lides juvenis de Hitler:

“Seu principal auxiliar nessa tarefa foi um simpático jovem de espírito fútil,mas de grande capacidade de direção, Baldur von Schirach, que, encantado com Hitler, aderira ao partido em 1925, com 18 anos”

O nosso Baldur von Schirach  brasileiro pode ser encontrado em jovens imbecis como o deputado Kim Kataguri e outros lixos nazificadores do MBL.

 

5) Os inimigos imaginários de Hitler:

“Ao deixar a Áustria em 1913, com destino à Alemanha, com a idade de 24 anos, estava possuído de uma ardente paixão pelo nacionalismo alemão, tomado de ódio pela democracia, pelo marxismo e pelos judeus, e absolutamente convencido de que o destino escolhera os arianos, especialmente aos alemães, para serem a raça dominante.”

No regime bolsonarista podemos apenas trocar os judeus por todos os pobres. Para ele os pobres em geral são raças inferiores. Bolsonaro, como membro da raça superior, pode apontar defeitos dos demais como: A cabeça grande do Cearense ou do Negro que passou do ponto quando nasceu.

Já o nacionalismo Brasileiro significa reconhecer como raça superior as grandes potências internacionais. Não só o reconhecimento, mas entregar toda a riqueza do país para americanos e europeus.

 

6) Hitler matava seus camaradas milicianos que sabiam demais :

“Heiden afirma que a quadrilha assassina que o matou era dirigida por Emil Maurice, o ex-sentenciado que também amara Geli Raubal. Entre outros que “sabiam demais” estavam três elementos das S.A.”

No regime bolsonarista, o miliciano Adriano da Nóbrega terminou recebendo a sua última medalhe no peito feita de chumbo, uma incontestável queima de Arquivo do caso “Mariela”, como diz bolsonaro.

 

7) Hitler era radicalmente contra o sindicalismo e os direitos trabalhistas:

“As classes inferiores, privadas de direitos políticos,exigiam o voto, e os operários insistiam no direito de organizar sindicatos e fazer greves… Hitler, o fanático nacionalista germano-austríaco proveniente de Linz, opunha-se violentamente”

Bolsonaro tenta fazer o mesmo tentando implantar a maldita carteira de trabalho verde amarela.

 

8) Para Hitler destruir o Parlamento era questão de honra:

“As raças não-germânicas, principalmente os eslavos e, sobretudo, os tchecos, eram inferiores. Competia aos alemães governá-los com mão de ferro. Devia abolir-se o Parlamento e pôr-se fim a toda essa tolice “democrática”

Os palavrões do General Heleno sob o Parlamento  indicam que os militares já estão perdendo a paciência é querem governar por eles, para eles e com eles.

 

9) Hitler reconhecia a importância de cobrar impostos  injustos dos trabalhadores:

“Uma taxação adequada poderia ter conseguido isso, mas o novo governo não se atrevia a cobrar adequadamente os impostos”

Por exemplo: O regime bolsonarista se recusa em rever a tabela de imposto de renda, uma das mais injustas do mundo. Isso além de querer tentar recriar a maldita CPMF,  o imposto sob o pecado (produtos que contém açúcar entre outras coisas) ou taxar a cesta básica.

 

10) O movimento protestante se alia a Hitler:

“O reverendo Martin Niemöller tinha pessoalmente acolhido favoravelmente a subida dos nazistas ao poder, em 1933. Sua autobiografia, From U-Boat to Pulpit, fora publicada naquele ano. A história de como um comandante de submarino da Primeira Guerra Mundial se convertera num eminente pastor protestante foi acolhida com elogios especiais na imprensa nazista”

Como exemplo atual, podemos usar o pastor RR Soares. Está programado para o mês de fevereiro/2020 um culto especial para Bolsonaro. Claro! O Pastor que fala tanto de ética e moral não olha para si mesmo, mas tudo não passa de uma troca de favores. Bolsonaro perdoa mais de 140 milhões de dividas do pastor em troca de votos.

 

11) Hitler e seus malucos tinham medo de que a França estivesse conspirando contra o nazismo:

“A ocupação do Ruhr pela França, embora reacendesse o ódio germânico pelo inimigo tradicional e, desse modo, reavivasse o espírito nacionalista, complicava o projeto de Hitler”

O mesmo acontece com bolsonaro: “França aparece como ameaça constante em minuta sigilosa elaborada por militares brasileiros”

http://www.rfi.fr/br/fran%C3%A7a/20200210-vis%C3%A3o-da-fran%C3%A7a-como-inimiga-do-brasil-n%C3%A3o-reflete-a-parceria-militar-entre-os-dois-

 

12) Hitler governava apenas para os grandes empresários:

“Privado de seus sindicatos, dos contratos coletivos e do direito de greve, o operário alemão no Terceiro Reich tornou-se um servo industrial, jungido a seu dono, o patrão, da mesma forma que o camponês medieval fora ao senhor feudal”

O mesmo acontece com bolsonaro (vai em minúsculo mesmo):

Tico Santa Cruz avalia 1º ano de Bolsonaro: ‘Governou para ricos e bancos’- Tico Santa Cruz lista entre os interesses e lobbies econômicos representados pelo governo Bolsonaro os grupos privados de saúde e educação, bem como o agronegócio, mercado financeiro, garimpos e grilagem de terra.

https://www.esmaelmorais.com.br/2019/12/tico-santa-cruz-avalia-1o-ano-de-bolsonaro-governou-para-ricos-e-bancos/

 

13) “pela lei nazista o empregador era “responsável pela situação dos funcionários e operários”. Em compensação, dizia a lei, “os funcionários e trabalhadores devem-lhe fidelidade”, isto é, tinham de trabalhar dura e longamente e não falar pelas costas ou murmurar, inclusive a respeito de salários.”

 

14) Hitler achava que os livros tinham coisas demais escritas. Em suas palavras:

“A arte da leitura, como cultura, consiste em reter o essencial e esquecer o não-essencial. Somente essa espécie de leitura tem sentido e propósito”

Bolsonaro  possui a mesma tolice de pensamento. Vejamos essa notícia:

Bolsonaro quer mudar livros didáticos por terem ‘muita coisa escrita’

https://catracalivre.com.br/cidadania/bolsonaro-quer-mudar-livros-didaticos-por-terem-muita-coisa-escrita/

 

15) Os ministros de Hitler não eram escolhidos por qualificações ou méritos e sim por popularidade:

“Uma noite, em Munique, recorda o diário,o Führer tem uma prolongada discussão com Goebbels sobre o posto que ele terá no Terceiro Reich. O líder tinha em mente para ele, diz Goebbels, um “Ministério de Educação Popular, que cuidaria de filmes, rádio, arte, cultura e propaganda”

O mesmo aconteceu quando esse monstro indicou Regina Duarte para o cargo. O ministro anterior que caiu após copiar o discurso de Goebbels só tinha um problema: Não tinha popularidade, mas isso foi rapidamente resolvido com a chegada da “namoradinha nazista do Brasil”

16) Muitos Ministros de Hitler eram tão inúteis que logo foram afastados, recebendo pastas alternativas:

“Entre os visitantes favorecidos encontrava-se o inimitável dr. Schacht que, a despeito de suas brigas com Hitler, ainda era um ministro (sem pasta) no gabinete do Reich,”

O mesmo aconteceu no regime bolsonarista com o ministro ducha de água fria: Onyx Lorenzoni que hoje está alocado em um ministério alternativo para não dizer inútil.

Voltando ao filme…Jojo Rabbit percebe que Hitler não passa de um estúpido e acaba chutando o seu traseiro preferindo pensar por si mesmo. Ele percebe que a mocinha judia que sua mãe esconderá é uma pessoa ótima. Fica essa esperança de que algum dia o povo acorde para a realidade. Coincidências como essas são mais que suficientes para dizer o Brasil está sendo nazificado por um pirralho que possui a mentalidade inferior de um garoto com 10 anos.

 

Referência:

[1] – Ascensão e queda do Terceiro Reich . Shirer, William L.

 

A comunicação ideológica do bolsonarismo

BBC News Brasil – Em que se baseia a estratégia de comunicação do governo Jair Bolsonaro?

Rodrigo Nunes – Essa estratégia já não é de hoje, acompanhou toda a campanha do Bolsonaro à Presidência e caracterizava a atuação dele como parlamentar, que no final das contas era justamente uma atuação muito mais midiática do que propriamente parlamentar — a gente sabe que, como legislador dentro do Congresso, a participação dele sempre foi pífia.

Ela se assemelha bastante às estratégias comunicativas da extrema direita americana, da chamada alt-right, uma constelação de grupos que ficaram mais visíveis durante a campanha de Donald Trump à Presidência. E tem essa característica muito marcante de explorar a tática que, na linguagem da internet, se chama edgelord [“o senhor do limite”, em tradução livre], a figura que está sempre forçando o limite daquilo que pode ser dito numa situação qualquer.

Ele está sempre introduzindo temas que são “polêmicos” — que na verdade são comentários racistas, homofóbicos ou machistas etc. —, e a reação [de indignação] provocada atrai atenção para ele, lhe dá visibilidade. Eventualmente, se a reação [às declarações] for muito negativa, ele sempre pode dar um passo atrás e dizer: “Eu estava brincando, as pessoas não sabem mais brincar, a gente vive numa cultura que cerceia a liberdade de expressão”.

Se você olhar a performance midiática do Bolsonaro ao longo de toda a carreira dele, verá que é sempre mais ou menos isso. E acho que ela vem de uma compreensão instintiva que ele tinha de sua posição política na época, totalmente periférica — ele era um político completamente sem importância, cuja única visibilidade vinha disso. Mas esse processo se torna muito claro durante o período de transição [da campanha para o governo].

Você tem um grupo de pessoas que a gente poderia descrever como sendo o núcleo ideológico do bolsonarismo, os formuladores da tentativa de dar uma identidade própria ao que seria o bolsonarismo (os filhos do presidente, os amigos dele, o Filipe Martins, que é assessor especial da Presidência, e em alguma medida o Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores), que a partir de um determinado momento começam a adotar um linguajar, uma série de pontos discursivos e de traços que são claramente tomados da alt-right americana.

Dois exemplos muito claros disso, que são meio que ridículos em geral e são particularmente ridículos num país periférico fora da Europa como o Brasil, são a adoção de um imaginário das Cruzadas, que tem o objetivo de instalar no centro do debate político a narrativa de “Nós, os conservadores, a extrema direita, estamos defendendo os valores judaico-cristãos, nós estamos defendendo o Ocidente contra a ameaça religiosa do islamismo e a ameaça cultural do feminismo, da população LGBT, do antirracismo etc.”; e dentro dessa recuperação você tem esse slogan “Deus Vult”, assim quis Deus — que, na verdade, é um latim meio capenga.

 

BBC News Brasil – A cada nova declaração polêmica do presidente da República ou algum dos integrantes do governo, parte dos cientistas políticos e comentaristas levanta a possibilidade de uma ‘cortina de fumaça’, uma estratégia de tirar a atenção de determinados assuntos ‘mais sérios’ por meio de controvérsias. Como você avalia isso? O governo pratica, de fato, essa estratégia?

Nunes – Sim e não. Eu acho que, sim, é possível identificar no timing de algumas declarações, de pronunciamentos, um interesse em desviar o rumo da conversa. No conteúdo, por outro lado, para você dizer que a declaração da ministra [da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos] Damares Alves, por exemplo, de meninos vestirem azul e meninas, rosa, é uma cortina de fumaça para disfarçar a reforma da Previdência, você precisa acreditar que esse conservadorismo de valores seria uma característica acidental, secundária, do bolsonarismo. E eu acho que não é.

Pelo contrário, esse tipo de declaração, que pode parecer meio absurda, meio ridícula, é exatamente o que mantém esses 15% do núcleo duro do bolsonarismo fidelizados. Eles querem justamente um presidente e ministros que estejam dando declarações desse tipo, que estejam fazendo piadas homofóbicas, dando declarações sexistas etc. Isso faz parte da identificação deles e não é absolutamente acidental — a identidade do bolsonarismo se constrói aí.

De certa maneira, se a gente entende o bolsonarismo como a tentativa de consolidar esse eleitorado conservador como sendo uma força política, um capital político de monopólio da família Bolsonaro, a gente pode dizer inclusive que é a reforma da Previdência que é inteiramente acidental para eles. Na verdade, eles não ligam muito para a economia. Eles ligam para a economia na medida em que eles precisam manter o mercado, a Fiesp [Federação das Indústrias do Estado de São Paulo] etc. felizes para que eles não sejam ameaçados por essas forças. Mas no final das contas, eu acho que a economia pra família Bolsonaro tanto faz como tanto fez.

O que interessa para eles é consolidar o seu capital político, e a maneira como eles consolidam o seu capital político é no campo dito dos costumes, das ditas guerras culturais. O capital político deles foi construído. E é, sobretudo, aí que eles vão disputar. Então, para eles, isso não é absolutamente cortina de fumaça, isso é parte do projeto.

 

O artigo completo encontra-se em:

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51511316

A economia de Francisco

Durante os dias 26 a 28 de Março, o Papa Francisco estará  promovendo um encontro para refletir sob a economia. O público alvo parece ser os jovens para tentarem lutar por um mundo melhor, pois na geração mais velha  praticamente tudo está perdido.

A austeridade do capitalismo tem destruído vidas e aqui no Brasil, devido ao regime nazista econômico de bolsonaro, a dignidade humana foi devastada. Infelizmente a economia mundial tende a ir de encontro com  a economia divina proposta por Baha’u’llah. Entre suas principais características está um sistema econômico com valores espirituais e portadora do seu sinal, nome e número de letras do seu nome.

Bahá’is acreditam que em um futuro próximo serão consultados pelos economias para que seja criado o seu sistema econômico, porém como ele ( Baha’u’llah)  ainda não se manifestou espiritualmente, compete a cada religião  debater alguns dos seus princípios.

Como descrito em epístola de Baha’u’llah enviada ao Papa Pio 9, compete a todos os papas, e isso até que seja escolhido o líder das religiões, colocar em prática seus ensinamentos independente de conhecer o cristo cósmico ou não.  Isso pode ser visto em alguns trechos da mensagem do Papa Francisco:

Espiritualização da economia:

“…Um evento que ajudará a nos unir e permitir que nos encontremos e, eventualmente, participemos de uma “aliança” para mudar a economia de hoje e dar alma à economia de amanhã…”

A economia de Baha’u’llah é centralizada na alma de cada cidadão global e interligada por um pacto  apocalíptico de fidelidade com o seu sinal, nome e número de letras do seu nome. Uma economia feita dessa forma, permite que todos estejam interligados e os pulsos eletrônicos transitam com um valor igualitário de alguma forma, por exemplo: dividir a sociedade em espécies de castas na qual cada uma receberá um valor “x” associado com o sinal de Baha’u’llah ( a estrela de nove pontas) na mão ou na testa.

Culto a mãe gaya

“…a minha Carta Encíclica Laudato Si ‘, enfatizei que, hoje mais do que nunca, tudo está profundamente conectado e que a salvaguarda do meio ambiente não pode ser divorciada de garantir justiça aos pobres e encontrar respostas para os problemas estruturais da economia global…”

Dessa forma,  a conexão global possui características espirituais, econômicas e ambientais. Entretanto, temos aqui uma conexão perigosa e praticamente uma tentação para o sistema capitalista que pode chegar ao absurdo de criar uma taxa de oxigênio, taxa para entrar nos parques, taxa para água… .

E assim, o Papa, seja ele quem for, sempre estará cooperando com o reinado do cristo cósmico. É provável que esse encontro não produza nada, mas serve como preparação para o futuro econômico “igualitário “:

“Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.”  (Apocalipse 13 : 17)

 

https://francescoeconomy.org/

http://press.vatican.va/content/salastampa/it/bollettino/pubblico/2019/05/11/0399/00815.html