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Perdendo a cabeça com a nova ordem mundial

Ghost in the Shell é um mangá  criado por Masamune Shirow. O ano é 2029 o mundo está altamente informatizando e os seres humanos acessam informações através dos seus cyber-cérebros. A obra prima da era digital é a agente cibernética Major Motoo Kusanagi. A tecnologia conseguiu colocar a sua alma humana em um robô.  A major  pertence ao setor 9 que sempre está em rivalidade com o  setor 6 nas investigações.

O conceito de 666 e 999 reflete no protesto que o criador do mangá faz para a sociedade, pois toda essa tecnologia não conseguiu trazer a paz no mundo e muito menos as pessoas são mais felizes. Ele denuncia a guerra dos opostos 666 (tribulação) e 999 (paz) convivendo sem nunca chegar a um consenso.

Esse mundo tecnológico está em andamento na atualidade. No post anterior vimos o início do implante de cabeça e também existe o projeto avatar que vai de encontro com a tecnologia do filme, ou seja, transportar uma alma para um corpo ou objeto cibernético.

Esse desenho recebeu uma versão americanizada na forma de um filme  que adicionou alguns conceitos da nova ordem mundial de Baha’u’llah, nesse caso a igualdade entre homens e mulheres. A major é interpretada pela atriz Scarlett Johansson. O roteiro feminista segue a tradição de usar uma bela e jovem mulher. Dessa forma, o feminismo também pode ser associado ao belo e ao delicado, mesmo diante da supremacia feminina e não da igualdade, pois a personagem Major bate nos homens  que estão em condição inferior.

O filme recebeu o nome “ A vigilante do Amanhã” no Brasil. Talvez a intenção aqui foi focar apenas na ação, dessa forma a mensagem subliminar da nova ordem mundial e seu condicionamento podem operar de forma inconsciente.

O título em inglês, Ghost in the Shell, seria algo como alma ( e não fantasma) em uma concha ou dentro de  uma concha. Essa concha podemos interpretar como uma espécie de receptáculo que hospeda a alma. Isso poderia assustar ou revelar de forma mais aberta as intenções. A ordem iluminista também deixa sua assinatura usando um triangulo onde temos as palavras “in the”.

Ora, tanto o filme como o desenho condicionam para o culto à imagem da besta (alma em um objeto cibernético), mas também a prática de degolação. Esse método de matar tem que ser visto como algo normal pelo cidadão global. Dessa forma, sabendo que é possível colocar uma cabeça ou cérebro em um novo corpo nos opositores a ordem mundial de Baha’u’llah e sua diversidade no futuro, as pessoas ficaram mais “tranqüilas”, pois as cabeças, inclusive as cristãs, podem ter esperança de voltarem. Mas é aí que mora o perigo…seja um cérebro, cabeça ou alma reanimada isso no cristianismo é impossível, pois a alma é salva quando se crê em JESUS. O que pode assumir qualquer uma dessas hipóteses é um demônio.

Transplante de cabeça e cérebro

Numa entrevista publicada ontem pela revista alemã Ooom, o cirurgião italiano Sergio Canavero deu mais detalhes sobre o primeiro transplante de cabeça do mundo, que deverá ser realizado nos próximos 10 meses. No entanto, Canavero também aproveitou para falar sobre seus planos para o futuro, que incluem uma iniciativa ainda mais arriscada: transplantes de cérebro.

Estamos atualmente planejando o primeiro transplante de cérebro do mundo, e eu considero realístico dizer que estaremos prontos em três anos no máximo”, disse o cirurgião. Não se trata, segundo ele, de um próximo passo na evolução da cirurgia, mas de um desenvolvimento separado. “O processo já está encaminhado, nós estamos trabalhando nele em paralelo [ao transplante de cabeça].”

O procedimento, segundo Canavero, envolveria “transportar o seu cérebro para um crânio totalmente diferente”. Em outras palavras, o cérebro (e presumivelmente a consciência e a personalidade) do paciente seria transportado para um corpo “inteiramente novo”. O cirurgião reconhece que o processo pode ser traumático: “Isso cria uma situação nova que certamente não será fácil”.

Por outro lado, o cirurgião diz que o transplante tem “muitas vantagens”: “Primeiro, não há quase nenhuma reação imunológica, o que significa que o problema da rejeição não existe”. Num transplante de cabeça, os nervos, tendões, músculos e veias podem causar grandes problemas caso o novo corpo os rejeite, mas, com o cérebro, isso não acontece. “O cérebro é, de certa forma, um órgão neutro”, diz.

 

Transcendendo a morte

De certa forma, segundo Canavero, os transplantes de cérebro poderiam possibilitar que os humanos vivam para sempre. Durante a entrevista, ele fala sobre a empresa estadunidense Alcor, que congela corpos e cérebros humanos para que eles possam ser “revividos” no futuro. A ideia é que os “clientes” da empresa possam ser acordados em 100 ou 200 anos, quando a tecnologia para isso existir.

Mas o cirurgião italiano diz ter “boas notícias” para eles: assim que o primeiro transplante de cabeça for realizado com sucesso, ele e sua equipe começarão a tentar reviver os primeiros cérebros dos clientes da Alcor. Isso deve acontecer “no máximo em 2018”, segundo ele. O teste, mesmo que não dê certo, permitirá “descobrir se congelar cérebros [para reviver depois] faz sentido ou se toda essa abordagem pode ser esquecida”.

Ainda sobre o transplante de cabeça, Canavero considera que o procedimento, se funcionar, dará à humanidade um novo entendimento sobre a morte. “Nessa fase [quando a cabeça está separada do corpo], não há nenhuma atividade de vida – nem no cérebro, nem no resto do corpo. O paciente está morto, clinicamente morto. Se nós trouxermos essa pessoa de volta à vida, receberemos o primeiro relato real do que acontece após a morte”, comenta.

O sentido da vida

Com esse relato, o médico acredita que “as religiões serão exterminadas para sempre”: “Elas não serão mais necessárias, pois os humanos não precisarão mais ter medo da morte”. O paciente que sobreviver à operação poderá contar se manteve sua consciência, ou se não sentiu nada durante seu período de “morte”.

Nesse segundo caso, Canavero acredita que ficaria provado que o cérebro é que cria a consciência. “Então, começaremos a nos perguntar pelo sentido da vida: eu nasço, eu vivo, eu morro e em algum momento eu envelheço e adoeço. Qual é o propósito da minha vida?” Embora trate-se de uma perspectiva bem deprimente, o cirurgião se mostra mais otimista: “Eu sou pela vida, eu acredito na vida”.

https://olhardigital.uol.com.br/noticia/cirurgiao-que-fara-transplante-de-cabeca-promete-transplantar-cerebros-ate-2020/67900

A era dos drones

O condicionamento da população chega o seu estágio final! Os outros estágios ficaram por conta dos programas de Reality Show. O Big Brother, com a ajuda dos celulares,  fez com que ser filmado nas ruas e em todos os lugares fosse algo comum. Programas como Master Chief condicionaram pessoas ao trabalho sobre pressão, mas para que a coisa não ficasse mais disfarçada criaram programas culinários infantis e com famosos. Ora, se o seu famoso preferido aceita viver em pressão total, por qual motivo um mortal comum não aceitaria?

E agora  chega a era dos drones chega para iniciar a substituição das câmeras. A  primeira tentativa parece iniciar com a ajuda dos artistas famosos. O Rock in Rio 2017 que terá início em  Setembro já começa dar o tom do novo sistema repressivo que está por vir. Nesse primeiro momento os drones serão usados como espetáculo de luzes a ser contemplado no evento. Os preços dos ingressos são outro espetáculo adequado para o perfil de miséria do país: por apenas  aproximadamente R$.455,00 a inteira…

A vantagem (se é que pode dizer que exista uma) é que drones podem ficar conceituados como dilemas, ou seja, entre o mal e o bem. Usados para segurança, divertimento ou como armas letais para matar o povo oprimido pelo Estado. Uma arma que serve para as duas ordens mundiais existentes, a Ordem Iluminista e de Baha’u’llah.No iluminismo temos uma arma fundamental para a imposição do fascismo neo liberal e no bahaismo uma arma para impor a unidade da diversidade.Não sei quando ou como, mas esses tempos sombrios estão cada vez mais próximos.

https://www.tecmundo.com.br/drones/115720-show-drones-formara-espetaculo-luzes-ceu-rock-in-rio.htm

http://www.motor24.pt/motores/barcos-avioes/os-drones-da-forca-aerea-vao-tornar-inteligentes-autonomos/

https://confiramais.com.br/festival-rock-in-rio-programacao-e-atracoes/

Sinal digital e a guerra das Tvs

Mal o sinal analógico foi desligado e começou  a guerra entre TV Aberta x Tv Assinatura. Silvio Santos, Edir Macedo e o dono da Rede Tv (nem sei quem é) se uniram e criaram o cartel chamado  Simba para negociar com a Tv por assinatura.

Nesse jogo sujo o governo federal permitiu que os canais abertos cobrassem da TV por assinatura. Claro! Em troca de uma lavagem cerebral das emissoras em favor do governo e seus planos de austeridades ao povo. Se algum acordo de cobrança sair nessa nova guerra a conta com certeza ficará para os assinantes.

A IURD de Edir Macedo  e sua quadrilha de Bispo$ resolveram   convocar suas massas não pensantes, também conhecida como fiei$, a pressionarem Tvs por assinatura.” Se o meu plano não estiver incluso a TV Record eu vou cancelar agora”. É com uma frase parecida com essa que os fiei$ são convocados a pressionar pela permanência da TV de “Jesus” em seus planos, mesmo que  paguem mais de R$10,00 por isso. Pagar pelo sofrimento e ter dezenas de canais que são um verdadeiro lixo e quem tem um pouco de inteligência não aguentar ficar cinco minutos em um. “Nobody Home”…É o que temos nos nosso lar como nessa canção do vídeo.

Essa é mais uma face do fascismo neoliberal brasileiro atuando na era do entretenimento. Programas fúteis, inúteis, sensacionalistas que estão mais preocupados em despertar a sensualidade/desejo proibido/ adultério… através de novelas, a violência na voz de Marcelo Rezende como  outros monstros parecidos, o machismo  e a falta de educação violento através do futebol (principalmente o incentivo dos jogadores em falar palavrões, cuspir, a falta de estudo e a busca pela mulher objeto ) e as insuportáveis propagandas de apoio aos planos de austeridade (reformas do ensino médio, previdência e trabalhista), são apenas alguns dos cardápios que somos expostos todos os dias.

Os donos desses canais são pessoas que  conseguiram ficar ricos das formas mais ilícitas possíveis. Alguns por apoiarem o governo ( O Figueiredo..é coisa nossa! Ah!Aiii!) , outro por roubar dinheiro de fieis ou a exploração do mercado de assistentes de palco na forma da prostituição de luxo (nossos políticos adoram essas garotas). Mas eles querem mais, sua sede de poder e riqueza não tem limite, mesmo estando velhos deveriam se preocupar com a salvação da alma e ajudar o próximo, muito pelo contrário a IURD que explorar o próximo e roubar mais uma taxa dos seus fieis extremistas .

“Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.”  (I Timóteo 6 : 10)

É aqui que entra a ordem do cristo cósmico Baha’u’llah e sua espiritualidade. Um mundo da nova era está mais preocupado com  a meditação mística, alinhamento de chakras e outras coisas do gênero. É o mal combatendo a outra face do mal no futuro. Não sei quanto tempo ainda resta para capitalismo fascista praticar as suas atrocidades, mas em breve o cerco se fechará.

http://noticiasdatv.uol.com.br/noticia/mercado/bispo-da-universal-manda-obreiros-ameacarem-operadoras-de-tv-paga–14559

O viajante do futuro….” A TV digital”

Bom dia!Estamos no ano de 29/01/2057.Após quarenta  anos de atraso o sinal da TV digital chega ao fim no Brasil. Agora temos o Streaming live e o comum. Me lembro daqueles antiquados aparelhos de TV digital que precisavam de uma tela plana cafona para a projeção. Agora não!  A tela é dobrável e se adapta em qualquer local, todas com touchscreen. Me lembro da antiga Tv quando o jornalista dizia: “ Para maiores informações acesse a nossa página na internet”. Agora aparece o ícone e basta tocar com os dedos para continuar se informando.

Porém, a tela dobrável é para a elite Brasileira (líderes de igreja,  traficantes legalizados, políticos, famosos, empresários, banqueiros e  jogadores de futebol) , os pobres podem se contentar com uma tela LCD cafona que  já vem integrada com a câmera, pois é fundamental que o usuário  deixe escanear uma certa estrelinha de nove pontas na testa  e seu rosto para ter acesso a maravilha da imagem ultra-hiper HD 3D.  Agora temos mais sangue,  mortes, fofoquinhas, novelas, futebol  e acidentes com ultra alta definição. Uau!!!

O atual presidente do Brasil, Michelzinho Temer Junior,coligação PMDB-PT-PSDB, aumentou muito o imposto de  Streaming e os mais pobres só conseguem acessar cinco minutos de TV, logo em seguida resta assistir apenas os chuviscos que sobraram da antiga TV Analógica de 2017.

Mas o nosso bom presidente ao lado da sua nova  esposa modelo-miss perfeição, a primeira dama Marcele. Sim! Michelzinho se separou daquela dançaria do programa Faustão Junior!  Afinal, mulher com mais de 27 anos é muito velha para o nosso presidente de 85.  Mas voltando… ele anunciou que em breve lançará o bolsa  Streaming para os menos favorecidos. Acredita-se que até o ano de 2097 o decreto presidencial entrará em vigor em parceria com o BNDES e a ONU. Serão 20 minutos de programação e grátis!

Por hora, muitas pessoas aqui em São Paulo assistem apenas  os chuviscos. São pessoas jogadas a própria sorte. Solteiros que se recusaram aceitar o programa de reprodução assistida do governo, velhos que não contribuíram com 80 anos de trabalho para a previdência e outros infelizes que pegam TVs LCD antigas roubam energia elétrica e ficam aos bandos no novo monotrilho (muitos moram ali mesmo) , inaugurado recentemente próximo do aeroporto de São Paulo.  O novo monotrilho tem apenas 0,5  Km dos 120 prometidos pelo antigo governo do PSDB.O preço total da obra ficou em  [1] CC$.8.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.,00. Acredita-se que o PSDB ficou com grande parte desse dinheiro, mas o processo corre em segredo de justiça. Rápido e prático sempre anda vazio, pois as pessoas preferem ir caminhando, muitos fazem sinal de repúdio ao passar pelo bando de infelizes que assistem apenas os chuviscos. É a única diversão deles! Diz uma passante…

[1] Cruz crédo! : Esse é o dinheiro que usamos em 2057 depois da crise financeira que abalou o mundo.

TV digital , um rascunho mal feito da integração tecnológica

 “…É evidente que as décadas de um futuro próximo verão a integração das tecnologias da informática, telefonia e televisão num único sistema unificado de comunicação e informação, cujos aparelhos estarão disponíveis em larga escala e a baixo custo…” ([1]- Quem está escrevendo o futuro?)

O texto acima é uma previsão do futuro pela comunidade Bahá’i, porém o que está acontecendo no Brasil foi um verdadeiro fiasco. O término da transmissão analogia está prevista para o dia 29 de março de 2017, porém a única diferença está apenas na imagem. Dessa forma, passou se longe da previsão desse  futuro idealizado pelo bahaismo.

O fato é que nada disso aconteceu. Em parte os governantes pagaram caro pelo padrão japonês (superfaturado lógico), porém o que recebeu foi a TV digital básica da básica, ou melhor, o lixo do lixo.  No futuro o que teremos é o domínio da rede globo  de imbecilização na era digital, destruindo concorrentes de canal aberto, pois existe um certo apagão que tira do ar os canais inferiores.

O que podemos concluir? Ora, uma momentânea derrota do bahaismo novamente. O  ilumismo consegue sua vitória temporária fraudando a tecnologia com a corrupção mais baixa que se possa imaginar. Um bom sinal disso está no dia do fim das transmissões. 29 de março? Data mais estranha para isso, pois o correto seria terminar o mês, mas quando somamos os números as coisas ficam mais claras: (2+9=11). 11 do iluminismo e sua entrada na era digital de forma pobre e limitada…

Referências:

[1]-  http://www.bahai.org.br/futuro/ (página retirada do ar)

2017 marcará o início da era dos robôs?

“Seus ossos vão virar areia e, sobre essa areia, um novo deus andará.”

A frase é da robô Dolores, personagem da série de ficção científica Westworld.

A realidade pode não ser tão ruim assim – mas certamente um muro, uma fronteira ou um novo esquema de permissão de trabalho não serão capazes de detê-los: a ascensão dos robôs pode ser o grande acontecimento de 2017.

É bem verdade que desde a quebra do primeiro tear pelos ludistas, no auge da Revolução Industrial, em protesto contra a industrialização e as novas tecnologias, a mecanização vem tirando o trabalho das pessoas.

Mas o processo está caminhando cada vez mais rápido, acelerando o tempo todo. E a próxima onda pode arrebentar logo – e perto de você.

Temos hoje uma grande diversidade de novas tecnologias aplicadas à robótica avançada e à criação de computadores mais rápidos, melhores e mais brilhantes.

Ainda não se trata da chamada “inteligência geral”, que vai conseguir atingir objetivos complexos em ambientes tão complexos quanto com poucos recursos computacionais e que pode levar ao enigma ético (e até agora fictício) sobre a consciência das máquinas.

Mas equipamentos cada vez mais elaboradas estão realizando mais e mais trabalhos que antes exigiam o cérebro humano e substituindo também a força física.

Impressoras 3D eliminaram vagas de emprego na manufatura. Carros sem motoristas estão bem próximos de virar realidade, assim como os caminhões que não exigirão ninguém atrás do volante – o que não deixa de ser um pouco assustador se pensarmos que o motorista de caminhão é um dos trabalhos mais comuns em muitas partes do mundo, por exemplo.

Uma pesquisa recente da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugere que cerca de metade dos postos de trabalho existentes hoje nos EUA serão automatizados até 2033.

Datilógrafos e escriturários já foram extintos há algum tempo. Os próximos podem ser pessoas com boa formação que trabalham em Marketing, Medicina, Direito e, sim, até no Jornalismo.

E lembrem-se dos bancários. Em um artigo recente publicado pela agência Bloomberg, o presidente do banco State Street, de Boston, Michael Rogers, afirmou que atualmente emprega cerca de 30 mil pessoas, mas acredita que até 2020 uma em cada cinco delas será substituída por um algorítmo.

O escolhido de Donald Trump para assumir o Ministério do Trabalho, Andrew Puzder, presidente de uma empresa que controla redes de lanchonetes nos EUA, está feliz em ter menos funcionários e é adepto dos serviços automatizados de atendimento ao consumidor.

“Eles são educados, sempre fazem vendas melhores, nunca tiram férias, chegam atrasados ou ficam doentes e nunca cometem discriminação por idade, sexo ou raça.”

Se você acha que já leu essas previsões todas antes, está certo. Especialistas vêm falando há alguns anos sobre a quarta ou quinta revolução industrial, a terceira onda da globalização e a tecnologia disruptiva.

Mas então por que desta vez é diferente? Por conta do contexto político – a questão é essa.

A política

O que deve significar esse novo impulso econômico, chegando aos bastidores da revolta do Cinturão da Ferrugem, região industrial americana que impulsionou a vitória de Trump e um polo dos esquecidos?

Você deve ter percebido que 2016 foi um ano e tanto nos Estados Unidos. E tudo leva a crer que o clima deve continuar intenso em 2017 na Europa, com as eleições na Alemanha, França, Holanda e, provavelmente, Itália.

Muitos veem isso como nada menos que um aumento dos desprivilegiados. Se há temas recorrentes, alguns deles são sobre nacionalismo e identidade. Mas também os deslocamentos econômicos e o crescente sentimento de desigualdade.

O professor Richard Baldwin, economista do renomado Instituto Graduate, de Genebra, afirma que isso deve piorar.

Segundo as previsões dele, “alguns quartos de hotéis em Londres poderão ser limpos por pessoas conduzindo robôs diretamente do Quênia ou de Buenos Aires e de outros lugares por menos de um décimo do preço praticado na Europa”.

E ele tem uma visão simples sobre a reação política das pessoas a este cenário: “Elas vão ficar com raiva”.

Alguns políticos reconheceram que 2016 marcou o início dessa raiva. O problema é que, entre paredes e barreiras comerciais, eles têm poucas opções para lidar com o aumento da desigualdade. E o mesmo acontece entre pensadores e legisladores.

O ex-consultor de economia do vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden escreveu recentemente: “Para sermos honestos, precisamos admitir que nenhum dos lados – democratas ou republicanos – tem um plano robusto e convincente para recuperar os postos de trabalho em comunidades que perderam muito da base manufatureira”.

E admite: “Eu mesmo estudei esse problema durante vários anos e não cheguei nem perto de uma resposta”.

A economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, defende o uso de políticas para impulsionar as pessoas a novas vagas de emprego. Mas, para isso, as vagas precisam existir. E nada garante que elas existirão.

Soluções exóticas

Há décadas se fala sobre a importância das habilidades e da formação – e não parece que a indústria britânica seja tão bem sucedida ou dinâmica nesses quesitos. Ao contrário: está aquém das mais básicas e óbvias habilidades, dos pedreiros à tecnologia da informação.

Vamos considerar um cenário: o Reino Unido está com déficit de clínicos gerais, e muitos médicos em hospitais são estrangeiros. Apesar disso, há uma grande competição para se tornar médico – somente os alunos mais brilhantes e aplicados, com as melhores notas, têm alguma chance. A conta não fecha.

Mas talvez seja hora de ser otimista. Algumas soluções são bastante exóticas: uma das que mais me chamou atenção é o movimento conhecido como FALC (Fully Automated Luxury or Leisure Communism ou “comunismo de luxo e lazer totalmente automatizado”).

O argumento básico dos apoiadores desse movimento é que tudo o que precisamos logo vai ser tão barato que nós poderemos ter muito – isso, claro, se os atuais proprietários não ficarem com o lucro só para eles.

Alguns pensadores da esquerda são muito mais pessimistas e alertam que essas tendências podem terminar com uma guerra entre os pobres – o extermínio dos trabalhadores, literalmente.

“Robô” – termo usado pela primeira vez por um autor de ficção científica – é apenas a palavra tcheca para “servo”. Com a lógica do FALC, todos nós seríamos donos do fruto do trabalho dos robôs, como proprietários de escravos sem culpa. Algo como “o dinheiro é pobreza”. As sociedades pós-escassez não precisam disso.

Mas tudo isso depende de quem serão os proprietários dos robôs. Isso também poderia significar uma revolução na forma como nós encaramos o trabalho.

Uma versão menos radical de tudo isso poderia ser o salário dos cidadãos, uma renda básica universal. Isso significa que todos receberiam essa quantia mínima, estejam trabalhando ou não.

Em uma entrevista recente à revista Wired, o presidente Barack Obama já disse que a discussão sobre a renda universal básica é inevitável nos próximos anos.

Mas isso vai na contramão do espírito da época. A raiva dos eleitores com as circunstâncias econômicas está frequentemente atrelada com a reclamação de que a elite está paparicando aqueles que não fazem por merecer, sejam os beneficiários domésticos ou os trabalhadores imigrantes.

Claramente um projeto para aumentar drasticamente os benefícios sociais a todos e sem distinção – dos bilionários fúteis aos trabalhadores da base da pirâmide – pode não conquistar tanto apelo político da população.

E também não há nenhuma certeza de que uma vida mais “básica” seria mais satisfatória, enobrecedora ou menos dividida e desigual que a vida com benefícios do governo como o seguro-desemprego.

Parece que não há soluções fáceis ou óbvias nem para a revolta do Cinturão de Ferrugem nem para a ascensão dos robôs.

Mas uma boa resolução de Ano Novo pode ser uma promessa de procurar por soluções, sejam elas cinzentas, otimistas, pessimistas, estranhas, manjadas ou otimistas.

Demorou tempo demais para que os políticos acordassem para o fato de que o fim da velha era industrial teria consequências graves para todos. Melhor que não leve o mesmo tempo para pensar em um futuro que está ali, dobrando a esquina.

http://www.bbc.com/portuguese/geral-38461827

Hermes 900 e a nova ordem mundial

Hermes é o nome do mais novo drone adquirido pela FAB durante os bastidores da Copa do mundo no Brasil. No momento a sua missão é supostamente fiscalizar as fronteiras do pais.Temos aqui mais uma etapa do fascismo neoliberal através do uso da tecnologia em seu estado repressor, embora no presente esse drone seja fruto de mais um processo de corrupção que não serve para muita coisa, está inaugurado a era dos drones de monitoramento. No futuro nada impedira que empresas usem essas máquinas para rastrear funcionários e o governo para reprimir.

Muitos dizem que a nova ordem mundial é apenas uma teoria da conspiração, porém teoria é algo que não pode ser provado. Já a conspiração, ela possui base Bíblica. É sobre essa base que a nova ordem mundial de Baha’u’llah e Illuminati tem travado o controle do mundo durante muito tempo. Ambas representam respectivamente o reino da Besta do Abismo e a o império Babilônico, representado em nossa era pelo governo Americano.

Toda a simbologia dessa nave é dedicada a nova ordem mundial. Começamos pelo seu número (9) que é uma referência ao número do cristo cósmico Baha’u’llah. O modelo antigo era Hermes 450, onde somados os números temos novamente o nove.

O nome Hermes nos leva para a mitologia grega. Filho de Zeus e Maia, Hermes é o deus mensageiro entre outras atribuições. A função da nave é exatamente a mesma, ou seja, enviar mensagens dos acontecimentos para os governantes que se consideram os deuses da atualidade.

O drone é produzido pela empresa israelense Elbit Systems. Considerando que o plano de Baha’u’llah é governar o mundo inteiro através do Monte Carmelo, temos aqui uma forte associação com a sua nova ordem mundial.

Mas para esse plano maligno de repressão e rastreamento futuro do povo, também temos espaço para a ordem illuminati. Hermes 900 e operado pelo Esquadrão Hórus (1º/12º GAV). Olho que tudo vê do iluminismo. A coisa está tão descarada que esse post foi escrito após a leitura do link abaixo do próprio site do governo:

http://www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2014/03/hermes-900-reforca-capacidade-operacional-da-fab

E assim, o pesadelo descrito em George Orwell no seu livro 1984 está a cada dia mais próximo. O grande irmão e seu olho eletrônico já começa a pairar sobre nós : “ …Na distância um helicóptero o desceu beirando os telhados, pairou uns momentos como uma varejeira e depois se afastou num vôo de curva. Era a patrulha da polícia, espiando pelas janelas do povo…” ( Orwell- 1984)

https://apocalipsetotal.wordpress.com/2011/10/02/a-nova-ordem-mundial-em-poucas-palavras/