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TV digital , um rascunho mal feito da integração tecnológica

 “…É evidente que as décadas de um futuro próximo verão a integração das tecnologias da informática, telefonia e televisão num único sistema unificado de comunicação e informação, cujos aparelhos estarão disponíveis em larga escala e a baixo custo…” ([1]- Quem está escrevendo o futuro?)

O texto acima é uma previsão do futuro pela comunidade Bahá’i, porém o que está acontecendo no Brasil foi um verdadeiro fiasco. O término da transmissão analogia está prevista para o dia 29 de março de 2017, porém a única diferença está apenas na imagem. Dessa forma, passou se longe da previsão desse  futuro idealizado pelo bahaismo.

O fato é que nada disso aconteceu. Em parte os governantes pagaram caro pelo padrão japonês (superfaturado lógico), porém o que recebeu foi a TV digital básica da básica, ou melhor, o lixo do lixo.  No futuro o que teremos é o domínio da rede globo  de imbecilização na era digital, destruindo concorrentes de canal aberto, pois existe um certo apagão que tira do ar os canais inferiores.

O que podemos concluir? Ora, uma momentânea derrota do bahaismo novamente. O  ilumismo consegue sua vitória temporária fraudando a tecnologia com a corrupção mais baixa que se possa imaginar. Um bom sinal disso está no dia do fim das transmissões. 29 de março? Data mais estranha para isso, pois o correto seria terminar o mês, mas quando somamos os números as coisas ficam mais claras: (2+9=11). 11 do iluminismo e sua entrada na era digital de forma pobre e limitada…

Referências:

[1]-  http://www.bahai.org.br/futuro/ (página retirada do ar)

2017 marcará o início da era dos robôs?

“Seus ossos vão virar areia e, sobre essa areia, um novo deus andará.”

A frase é da robô Dolores, personagem da série de ficção científica Westworld.

A realidade pode não ser tão ruim assim – mas certamente um muro, uma fronteira ou um novo esquema de permissão de trabalho não serão capazes de detê-los: a ascensão dos robôs pode ser o grande acontecimento de 2017.

É bem verdade que desde a quebra do primeiro tear pelos ludistas, no auge da Revolução Industrial, em protesto contra a industrialização e as novas tecnologias, a mecanização vem tirando o trabalho das pessoas.

Mas o processo está caminhando cada vez mais rápido, acelerando o tempo todo. E a próxima onda pode arrebentar logo – e perto de você.

Temos hoje uma grande diversidade de novas tecnologias aplicadas à robótica avançada e à criação de computadores mais rápidos, melhores e mais brilhantes.

Ainda não se trata da chamada “inteligência geral”, que vai conseguir atingir objetivos complexos em ambientes tão complexos quanto com poucos recursos computacionais e que pode levar ao enigma ético (e até agora fictício) sobre a consciência das máquinas.

Mas equipamentos cada vez mais elaboradas estão realizando mais e mais trabalhos que antes exigiam o cérebro humano e substituindo também a força física.

Impressoras 3D eliminaram vagas de emprego na manufatura. Carros sem motoristas estão bem próximos de virar realidade, assim como os caminhões que não exigirão ninguém atrás do volante – o que não deixa de ser um pouco assustador se pensarmos que o motorista de caminhão é um dos trabalhos mais comuns em muitas partes do mundo, por exemplo.

Uma pesquisa recente da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugere que cerca de metade dos postos de trabalho existentes hoje nos EUA serão automatizados até 2033.

Datilógrafos e escriturários já foram extintos há algum tempo. Os próximos podem ser pessoas com boa formação que trabalham em Marketing, Medicina, Direito e, sim, até no Jornalismo.

E lembrem-se dos bancários. Em um artigo recente publicado pela agência Bloomberg, o presidente do banco State Street, de Boston, Michael Rogers, afirmou que atualmente emprega cerca de 30 mil pessoas, mas acredita que até 2020 uma em cada cinco delas será substituída por um algorítmo.

O escolhido de Donald Trump para assumir o Ministério do Trabalho, Andrew Puzder, presidente de uma empresa que controla redes de lanchonetes nos EUA, está feliz em ter menos funcionários e é adepto dos serviços automatizados de atendimento ao consumidor.

“Eles são educados, sempre fazem vendas melhores, nunca tiram férias, chegam atrasados ou ficam doentes e nunca cometem discriminação por idade, sexo ou raça.”

Se você acha que já leu essas previsões todas antes, está certo. Especialistas vêm falando há alguns anos sobre a quarta ou quinta revolução industrial, a terceira onda da globalização e a tecnologia disruptiva.

Mas então por que desta vez é diferente? Por conta do contexto político – a questão é essa.

A política

O que deve significar esse novo impulso econômico, chegando aos bastidores da revolta do Cinturão da Ferrugem, região industrial americana que impulsionou a vitória de Trump e um polo dos esquecidos?

Você deve ter percebido que 2016 foi um ano e tanto nos Estados Unidos. E tudo leva a crer que o clima deve continuar intenso em 2017 na Europa, com as eleições na Alemanha, França, Holanda e, provavelmente, Itália.

Muitos veem isso como nada menos que um aumento dos desprivilegiados. Se há temas recorrentes, alguns deles são sobre nacionalismo e identidade. Mas também os deslocamentos econômicos e o crescente sentimento de desigualdade.

O professor Richard Baldwin, economista do renomado Instituto Graduate, de Genebra, afirma que isso deve piorar.

Segundo as previsões dele, “alguns quartos de hotéis em Londres poderão ser limpos por pessoas conduzindo robôs diretamente do Quênia ou de Buenos Aires e de outros lugares por menos de um décimo do preço praticado na Europa”.

E ele tem uma visão simples sobre a reação política das pessoas a este cenário: “Elas vão ficar com raiva”.

Alguns políticos reconheceram que 2016 marcou o início dessa raiva. O problema é que, entre paredes e barreiras comerciais, eles têm poucas opções para lidar com o aumento da desigualdade. E o mesmo acontece entre pensadores e legisladores.

O ex-consultor de economia do vice-presidente dos Estados Unidos Joe Biden escreveu recentemente: “Para sermos honestos, precisamos admitir que nenhum dos lados – democratas ou republicanos – tem um plano robusto e convincente para recuperar os postos de trabalho em comunidades que perderam muito da base manufatureira”.

E admite: “Eu mesmo estudei esse problema durante vários anos e não cheguei nem perto de uma resposta”.

A economista-chefe do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde, defende o uso de políticas para impulsionar as pessoas a novas vagas de emprego. Mas, para isso, as vagas precisam existir. E nada garante que elas existirão.

Soluções exóticas

Há décadas se fala sobre a importância das habilidades e da formação – e não parece que a indústria britânica seja tão bem sucedida ou dinâmica nesses quesitos. Ao contrário: está aquém das mais básicas e óbvias habilidades, dos pedreiros à tecnologia da informação.

Vamos considerar um cenário: o Reino Unido está com déficit de clínicos gerais, e muitos médicos em hospitais são estrangeiros. Apesar disso, há uma grande competição para se tornar médico – somente os alunos mais brilhantes e aplicados, com as melhores notas, têm alguma chance. A conta não fecha.

Mas talvez seja hora de ser otimista. Algumas soluções são bastante exóticas: uma das que mais me chamou atenção é o movimento conhecido como FALC (Fully Automated Luxury or Leisure Communism ou “comunismo de luxo e lazer totalmente automatizado”).

O argumento básico dos apoiadores desse movimento é que tudo o que precisamos logo vai ser tão barato que nós poderemos ter muito – isso, claro, se os atuais proprietários não ficarem com o lucro só para eles.

Alguns pensadores da esquerda são muito mais pessimistas e alertam que essas tendências podem terminar com uma guerra entre os pobres – o extermínio dos trabalhadores, literalmente.

“Robô” – termo usado pela primeira vez por um autor de ficção científica – é apenas a palavra tcheca para “servo”. Com a lógica do FALC, todos nós seríamos donos do fruto do trabalho dos robôs, como proprietários de escravos sem culpa. Algo como “o dinheiro é pobreza”. As sociedades pós-escassez não precisam disso.

Mas tudo isso depende de quem serão os proprietários dos robôs. Isso também poderia significar uma revolução na forma como nós encaramos o trabalho.

Uma versão menos radical de tudo isso poderia ser o salário dos cidadãos, uma renda básica universal. Isso significa que todos receberiam essa quantia mínima, estejam trabalhando ou não.

Em uma entrevista recente à revista Wired, o presidente Barack Obama já disse que a discussão sobre a renda universal básica é inevitável nos próximos anos.

Mas isso vai na contramão do espírito da época. A raiva dos eleitores com as circunstâncias econômicas está frequentemente atrelada com a reclamação de que a elite está paparicando aqueles que não fazem por merecer, sejam os beneficiários domésticos ou os trabalhadores imigrantes.

Claramente um projeto para aumentar drasticamente os benefícios sociais a todos e sem distinção – dos bilionários fúteis aos trabalhadores da base da pirâmide – pode não conquistar tanto apelo político da população.

E também não há nenhuma certeza de que uma vida mais “básica” seria mais satisfatória, enobrecedora ou menos dividida e desigual que a vida com benefícios do governo como o seguro-desemprego.

Parece que não há soluções fáceis ou óbvias nem para a revolta do Cinturão de Ferrugem nem para a ascensão dos robôs.

Mas uma boa resolução de Ano Novo pode ser uma promessa de procurar por soluções, sejam elas cinzentas, otimistas, pessimistas, estranhas, manjadas ou otimistas.

Demorou tempo demais para que os políticos acordassem para o fato de que o fim da velha era industrial teria consequências graves para todos. Melhor que não leve o mesmo tempo para pensar em um futuro que está ali, dobrando a esquina.

http://www.bbc.com/portuguese/geral-38461827

Hermes 900 e a nova ordem mundial

Hermes é o nome do mais novo drone adquirido pela FAB durante os bastidores da Copa do mundo no Brasil. No momento a sua missão é supostamente fiscalizar as fronteiras do pais.Temos aqui mais uma etapa do fascismo neoliberal através do uso da tecnologia em seu estado repressor, embora no presente esse drone seja fruto de mais um processo de corrupção que não serve para muita coisa, está inaugurado a era dos drones de monitoramento. No futuro nada impedira que empresas usem essas máquinas para rastrear funcionários e o governo para reprimir.

Muitos dizem que a nova ordem mundial é apenas uma teoria da conspiração, porém teoria é algo que não pode ser provado. Já a conspiração, ela possui base Bíblica. É sobre essa base que a nova ordem mundial de Baha’u’llah e Illuminati tem travado o controle do mundo durante muito tempo. Ambas representam respectivamente o reino da Besta do Abismo e a o império Babilônico, representado em nossa era pelo governo Americano.

Toda a simbologia dessa nave é dedicada a nova ordem mundial. Começamos pelo seu número (9) que é uma referência ao número do cristo cósmico Baha’u’llah. O modelo antigo era Hermes 450, onde somados os números temos novamente o nove.

O nome Hermes nos leva para a mitologia grega. Filho de Zeus e Maia, Hermes é o deus mensageiro entre outras atribuições. A função da nave é exatamente a mesma, ou seja, enviar mensagens dos acontecimentos para os governantes que se consideram os deuses da atualidade.

O drone é produzido pela empresa israelense Elbit Systems. Considerando que o plano de Baha’u’llah é governar o mundo inteiro através do Monte Carmelo, temos aqui uma forte associação com a sua nova ordem mundial.

Mas para esse plano maligno de repressão e rastreamento futuro do povo, também temos espaço para a ordem illuminati. Hermes 900 e operado pelo Esquadrão Hórus (1º/12º GAV). Olho que tudo vê do iluminismo. A coisa está tão descarada que esse post foi escrito após a leitura do link abaixo do próprio site do governo:

http://www.brasil.gov.br/defesa-e-seguranca/2014/03/hermes-900-reforca-capacidade-operacional-da-fab

E assim, o pesadelo descrito em George Orwell no seu livro 1984 está a cada dia mais próximo. O grande irmão e seu olho eletrônico já começa a pairar sobre nós : “ …Na distância um helicóptero o desceu beirando os telhados, pairou uns momentos como uma varejeira e depois se afastou num vôo de curva. Era a patrulha da polícia, espiando pelas janelas do povo…” ( Orwell- 1984)

https://apocalipsetotal.wordpress.com/2011/10/02/a-nova-ordem-mundial-em-poucas-palavras/

O que é a verdade na internet?

Se 2016 foi um ano difícil para publicar análises sobre a nova ordem mundial, 2017 será muito pior! Recentemente, em matéria publicada pela revista Isto é ( e que não possui nem o nome do jornalista responsável pela matéria), descreve rapidamente uma parceria monstruosa em busca da tal verdade.

Segundo a matéria, Buzzfeed Brasil, UNESCO, Facebook e Google serão as empresas detentoras da verdade. O projeto conta com cooperação de usuários que vão delatar as notícias consideradas faltas. Se o número de pessoas for satisfatório em outras palavras o site ou blog será retirado do Google e receberá um tipo de selo de alerta no face. Sim! A verdade daqui para frente será o que eles querem!

Isso se tornará algo muito perigoso, pois o conceito de verdade é complexo e também aumenta o risco de sabotagens, por exemplo: Se um grupo de pessoas não gostam de um determinado blog basta dizer ao Google que o site sairá fora de suas buscas, porém na prática nem sempre são pessoas, mas robôs que podem inflar esses números, se bem que nenhuma empresa disse qual é o numero satisfatório de denuncias para que o processo de banimento seja concretizado.

De fato, existe muita bobagem na internet e notícias falsas, mas essa não é uma boa forma de resolver esse problema. E assim, corre o risco de que somente a mídia que serve ao capital seja considerada dona da verdade, juntamente com seus formadores de opiniões (Estadão, Revista Veja, Globo, R7 …) que sonham com a implantação do fascismo neoliberal no Brasil.

Uma das alternativas da ONU é a proposta de algo semelhante ao pensamento crítico filosófico, uma verdadeira arma que traria a verdadeira cidadania, porém aqui no Brasil o atual governo “temer” já fez o grande favor de praticamente retirar a filosofia do ensino médio. O risco que os alunos aprendam apenas idiotices históricas é muito grande, pois as atuais faculdades enfatizam demais a história da filosofia e não ensinam praticamente nada sobre a construção do pensamento crítico.

http://istoe.com.br/credibilidade-da-internet/

Google muda algoritmo de busca, mas aumenta propagação de notícias falsas

O algoritmo de busca do Google foi alterado ao longo do último ano para conseguir oferecer mais resultados de acordo com a probabilidade de os usuários clicarem nos links. No entanto, isso gerou um aumento na quantidade de notícias falsas que aparecem no topo das pesquisas.

Antigamente, a empresa levava em conta a autoridade de páginas sobre determinados assuntos e quanto elas eram relevantes. Por exemplo, se uma página da Universidade de Oxford incluísse um link sobre um artigo de Harvard, o Google classificaria essa informação como importante e ela estaria na primeira página de buscas.

Agora, quanto mais um link recebe cliques na internet ou mais comentado é o assunto, maiores são as chances de ele aparecer no topo das pesquisas do Google Search. Com o Facebook sendo uma das maiores plataformas de disseminação de notícias enganosas, o Google tende a mostrar isso em suas páginas também.

Segundo relatórios, o problema não só é visto nos resultados da pesquisa dos internautas como também aparece na ferramenta de preenchimento automático do Google, que acaba sugerindo os termos mais buscados, incluindo informações falsas.

O resultado disso é que o envolvimento do usuário se tornou fundamental para o mundo das notícias falsas, sendo que pessoas que acreditam em teorias conspiratórias são mais suscetíveis de se deparar com notícias falsas no Google.

Logo, mesmo meses depois de uma notícia ter sido provada como falsa, ela ainda terá um volume suficientemente grande de pessoas clicando e continuará a enviar sinais de engajamento para o algoritmo do Google.

A empresa evita explicar na íntegra como seu algoritmo funciona, mas, segundo um porta-voz afirmou ao Business Insider, “quando alguém realiza uma pesquisa, ela quer uma resposta, não trilhões de páginas para percorrer. Os algoritmos são programas de computador que procuram pistas para lhe dar de volta exatamente o que ela quer. Dependendo da consulta, existem milhares, se não milhões, de páginas da web com informações úteis. Esses algoritmos são os processos de computador e fórmulas que recebem as perguntas e as transformam em respostas. Hoje os algoritmos do Google contam com mais de 200 sinais originais ou ‘pistas’ que tornam possível mostrar o que você pode realmente estar procurando”.

http://olhardigital.uol.com.br/noticia/google-muda-algoritmo-de-busca-mas-aumenta-propagacao-de-noticias-falsas/64579

Uma análise do projeto 2045

project-2045

Conectar mundos paralelos, estabelecer uma economia por pulsos eletrônicos ou criar a imagem e voz da besta. Esses são os principais desafios para a tecnologia na nova ordem mundial de Baha’u’llah (…mais)

Nesse post vamos deter na análise de mais uma tecnologia promissora para criar a imagem e voz da besta : “E engana os que habitam na terra com sinais que lhe foi permitido que fizesse em presença da besta, dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.” (Apocalipse 13 : 14)

Como descrito acima são os habitantes da terra, nesse caso cientistas, farão com que esse espírito possa se comunicar na nossa dimensão. Se por um lado temos o LHC tentando descobrir os elementos do corpo espiritual e também pesquisas para quebrar a barreira entre o mundo físico e espiritual, por outro o Projeto 2045 pesquisa por elementos que conectem uma mente ao corpo cibermético ou até um holograma.

Longe de ser uma teoria da conspiração, o Projeto 2045 é uma realidade e possui uma parceria extensa: ONU, EUA, Rússia, Inglaterra, ONU e muitos líderes espirituais fazem parte dele (ver link nas referências).

O projeto é bem simples….Basta transferir a mente de um ser humano para um corpo cibermético ou holográfico e pronto! Vejamos algumas etapas:

1) 2015-2020 – Andróides controlados por uma interface cérebro-computador

2) 2020-2025 – Criação de um sistema de suporte de vida autónoma para o cérebro humano ligado a um robô. Qualquer paciente com um cérebro intacto será capaz de retornar a uma vida corporal em pleno funcionamento.

3) 2030 – 2035 – Transferir a consciência individual sobre um veículo artificial

4) 2040- 2045 – Transplante da mente para um robô. Mentes receberão novos corpos com capacidades muito superiores aos dos seres humanos comuns. A nova era da imortalidade cibermética.

Estamos na etapa um, mas esse tipo de conhecimento não se limita a essas dadas, pois se for da vontade de DEUS pode ser acelerado ou não. Um bom exemplo da atuação da neurociência esteve presente no fiasco chamado copa do mundo do Brasil, onde um rapaz conectado a um robô e sua mente deu o ponta pé inicial na abertura dos jogos. Com medo que as pessoas questionassem o motivo, rapidamente a mídia abandonou o caso. Aquelas feiras tecnológicas, de matemática e outras que atraem tantos jovens são muito incentivadas na tentativa de descobrir algum otário, alias…”gênio” que possa continuar esses estudos.

E assim, os cientistas da nova era pretender evoluir nas pesquisas até que consigam transferir um fôlego espiritual de vida para uma parafernália eletrônica ou holográfica. Ora, se tudo continuar assim um ser que sai do abismo poderá conseguir usar essa tecnologia no futuro.

e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta.” (Apocalipse 13:15)

Essa harmonia entre espiritualidade, ciência e religião no projeto 2047 também preenche os requisitos dos princípios Bahá’is para a nova ordem mundial:

“…Todas as ciências, artes e descobertas eram mistérios da natureza e, de acordo com a lei natural, esses mistérios permaneceriam latentes e ocultos; mas o homem procurou romper essa lei e livrar-se de seu domínio, trazendo essas coisas para o plano visível…” ( A paz universal – Abdu’l’Bahá )

Ora, qual seria o interesse em trazer para o plano visível essas coisas a não ser comprovar a espiritualidade do governo mundial?

 

http://gf2045.com/

http://2045.com/

Pokémon Go e a sociedade de controle

pokemon goNum texto chamado “Post-scriptum sobre as sociedades de controle“, Gilles Deleuze examina como estamos passando das sociedades disciplinares (aquelas estudadas por Michel Foucault) para sociedades de controle. Já no começo dos anos de 1990, antes, portanto, da Internet tornar-se hegemônica, Deleuze já alertava: “por toda parte o surf já substituiu os antigos esportes”. O que isso quer dizer? Responder essa pergunta é responder outra: o que significa dizer que vivemos em sociedades de controle?

As nossas sociedades contemporâneas já não são apenas disciplinares, e também não vivemos plenamente em sociedades de controle. Talvez vivamos um entremeio entre disciplinamento e controle, um nem bem aquilo ao mesmo tempo de quase lá. Vejamos.

Um aspecto importante das sociedades de controle é a ilusão da liberdade, quer dizer, é permitido fazermos tudo ou quase tudo que quisermos. Escolas e fábricas, por exemplo, já não se organizam como estruturas tão rígidas como nos séculos XIX e XX. De fato, alguma liberdade conquistamos. Hoje é possível estudar online pela Internet e trabalhar em casa, pelo computador.

Mas toda liberdade vem junto com alguma responsabilidade. Esse é um ponto que não podemos ignorar: a “liberdade” e a “responsabilidade” que ganhamos parecem ser mais formas de opressão do que de emancipação da vida. Trabalhar em casa é algo que pode ser muito bom, mas exige de nós uma disciplina que vai muito além de horários e tarefas de escritório. Responder aos emails de casa significa sim que nos livramos do espaço delimitado de trabalho, mas também que temos de responder em tempo e que as exigências do trabalho invadiram todo nosso tempo e nosso espaço particular – antigamente eram apenas telefones, depois vieram os bips, daí chegaram os emails e agora com os smartphones ninguém mais se surpreende em responder às convocatórias às 21h00, pois estamos permanentemente “conectados”, “ligados”, “24/7”, estamos “on(line)” até quando estamos “off(line)”, pois os perfis nas redes sociais e nos portais institucionais nunca dormem (dormimos?).

Mais de um autor contemporâneo já denunciou: perdemos nosso tempo “livre”, aquele tempo que tínhamos fora do alcance dos tentáculos do poder. Conectados o tempo todo, não há mais nem tempo nem lugar fora de alcance de um poder cujo centro não é identificável porque é onipresente. Se as sociedades disciplinares exerciam um poder opressor e sufocante sobre as pessoas, parece que ainda havia nelas uma sobra só nossa: terminadas as aulas, o tempo é meu, ao sair da fábrica, faço o que bem entender, ao menos até voltar amanhã para o próximo turno.

Já as nossas sociedades contemporâneas inventaram formas de dominação consentida e lúdica que disfarçam o fato de que, na verdade, todo nosso tempo e todos os lugares em que estamos não nos pertencem. A febre do Pokémon Go é o mais recente exemplo disso: embora a sensação seja de aumento de liberdade, o que realmente aumenta é o controle de nossas atividades.

O Pokémon Go não é um novo panóptico, aquele olho que tudo vigia lá de cima. O que temos agora é uma matriz difusa de informação coletando algoritmos ininterruptamente. Tudo é rastreado e codificado, tudo é interpretado em termos de padrões aceitáveis ou inaceitáveis: pesquise sobre algum produto ou mercadoria, visite certas páginas, digite certas palavras no buscador e, imediatamente, uma “lista de preferências” é produzida e propagandas começam a aparecer na tela.

Essa padronização é transposta a todos os níveis de sociabilidade: discursos, palavras específicas, são aceitáveis ou inaceitáveis de acordo com os padrões; condutas consideradas fora do padrão são execradas; mas o problema é com as palavras e as condutas em si ou com a incapacidade de pensar fora dos padrões? Com Pokémon Go, esse processo se radicaliza, mesmo que o software colete menos informações que o Facebook. Mais do que a vigília e a coleta de informações, os próprios movimentos corporais são decodificados e padronizados para transmitir informações precisas de tempo e lugar, não só onde, mas também como você se movimenta.

Obviamente, o efeito do panóptico é mantido: além do fato de estarmos sob vigilância, resta a sensação de que a vigilância é ostensiva, ininterrupta. A novidade, agora, é que mesmo essa sensação é desestimulada na sociedade de controle. Sabemos que somos rastreados, mas somos encorajados a não nos preocupar com isso – afinal, o que podemos fazer?

Quando se revela, essa naturalização da vigilância é sentida, primeiramente, como um escândalo, mas essa sensação logo dá lugar a um desânimo anestesiador: “É claro que prestam atenção a tudo que fazemos, mas não querem que pensemos sobre isso, querem, sim, que aceitemos o fato de que somos vigiados 24h por dia e deixemos passar. E deixamos, afinal”.

Entramos em verdadeiro torpor coletivo: “sabemos que há uma realidade, mas de certa maneira não temos consciência dela, no sentido de não nos preocuparmos com ela. Vez por outra, quando lembramos disso, é terrível. Daí preferirmos viver na Matrix”. Isso é evidente pelo descaso com as revelações de Edward Snowden e Julian Assange: “por que nos surpreenderíamos? Todo mundo já sabe mesmo, por que a preocupação?”

De fato, e infelizmente, o alerta não parece surtir muito efeito. No melhor dos mundos imagináveis, o máximo é lembrar que o Grande Irmão nos vigia – e é claro que nessa hora xingamos e esperneamos, gritando um “corta essa!” Além disso, de que adianta o Grande Irmão se não dermos bola a que ele nos espiona? Quer dizer, se não tivermos medo de sermos espionados, o Grande Irmão pode espiar o quanto quiser. Quem se lembra de 1984, de George Orwell, sabe que o medo de ser espionado tem de ser generalizado para funcionar.

No livro, não há apenas telas, mas também pôsteres com a cara do Grande Irmão em toda parte, lembrando sempre que ele está vigiando. Ninguém sabe ao certo se de fato existe alguém prestando atenção ou se tudo não passa de propaganda, e o poder do Partido, no livro, vem exatamente disso, da paranoia de que todas as nossas ações, por mais banais, podem estar sob as vistas de alguém. Nesse mundo, a consciência de estarmos sob vigilância ininterrupta não é mero reforço do poder, é seu sustentáculo.

Mas o nosso mundo é diferente: o que as revelações do Wikileaks fazem é explicitar que os meios e métodos de poder no nosso mundo não correspondem à distopia orwelliana. Hoje, em vez da paranoia da vigília eterna ser alimentada, ela é esvaziada. Somos desencorajados a nos importar com o fato de gradualmente perder privacidade. “Não se preocupe, afinal, você não está fazendo nada demais”. São nossas as palavras de ordem: “não ligue”, “deixa pra lá”, “nada demais”, “não seja chato”, “que é que tem?” Esse discurso fácil revela, portanto, duas coisas: primeiro, essa fala é nossa, mas não parecemos ter escuta alguma; segundo, somos todos convocados a crer que a preocupação não é nossa, mas é só dos outros, daqueles que estão fazendo algo de errado. Está instaurado o dualismo “nós” x “eles”.

E não só: somos convocados a colaborar com esse status quo, denunciando crimes às leis que proíbem o fumo, por exemplo. Já entendemos: todos aqueles que violarem as regras serão pegos. Mas é justamente essa ideia que precisamos questionar se quisermos desafiar de alguma forma as estruturas de poder, inclusive porque essa palavra de ordem é falaciosa, pois, definindo anteriormente uma classe, um padrão para as pessoas, dá como líquida e certa a existência dos membros dessa classe, de pessoas conformadas aos padrões aludidos – mas quais regras foram efetivamente violadas? Quem são os transgressores punidos? Sua existência é certa apenas pela existência da regra que virá a ser violada, é isso?

Para as sociedades de controle, manter a ilusão de liberdade é decisivo. Tanto mais decisivo passa a ser, assim, não ignorarmos onde e como a liberdade não é ilusória. Há certos parâmetros reconhecíveis para dizer e fazer o que quisermos (como sempre houve, aliás). Consequentemente, há certos limites reconhecíveis para o exercício da liberdade, com interdições bem claras – e talvez a única proibição não negociável seja para as posições e acusações mais radicais do nosso sistema político (intolerância extrema, convocatórias a atos “terroristas” e coisas do tipo – se bem que ultimamente, no Brasil, tudo parece permitido a quem é antipetista).

A maioria de nós, porém, está enquadrada nesses parâmetros sem sequer saber e, por isso, tem a sensação de total liberdade (de expressão, de modo de vida etc.). O importante, aqui, é compreender como o controle é exercido sobre nós exatamente porque nos deixa “fazer o que quisermos”. Isso acontece porque comportamentos socialmente proscritos são abertamente deslegitimados, considerados “criminosos” e via de regra como tão excepcionais que não vale a pena gastar tempo com eles.

Com isso, resulta que os igualamos a um negativo absoluto, como a classe de todas as pessoas absolutamente diferentes de “nós, os livres, os que não fazem nada de errado”, e isso significa que entre “nós” e “eles” há um abismo intransponível, sem nada de humanidade partilhada. Na verdade, qualquer reflexão sobre como superar esse abismo é desencojarada. Estamos sob controle na medida exata em que pensamos nos que estão subjugados aos efeitos do poder como alteridade absoluta – “eles, os inadequados, os chatos, os do contra são totalmente diferentes de nós, os que jogam Pokémon despreocupados, pois não estamos fazendo nada que já não se soubesse”.

Tudo isso significa que a tarefa política que nos está posta é muito maior do que queremos aceitar – e é inevitável. Deleuze, ao se perguntar sobre o futuro dos sindicatos e das tradicionais ligas de trabalhadores, reconhece que envelheceram mal: nascidas nas sociedades disciplinares, pensadas para responder aos desafios de outras formas de opressão, essas estruturas limitam-se, atualmente, ao direito de escolher como fazer concessões ao poder. O atual modelo de controle as tornou obsoletas (se alguém pensou aqui em CUTs e outros quetais, ou em partidos institucionalizados, ótimo).

Talvez esses instrumentos, se houver consciência das novas formas de exercício do poder, ainda possam nos servir, adaptados. Sempre é possível reagir e pressionar em sentido contrário, e eu sinceramente espero que essa pressão seja forte o suficiente para barrar, ao menos por um tempo, o avanço do controle sobre nós. Mas o fato bruto que temos de reconhecer é: precisamos de novos instrumentos, novas armas, novos conceitos. O próprio Deleuze não soube naquele momento dizer quais são essas novas armas, jogando a bola para as novas gerações. Mas ele deixou a pergunta: que alegrias podem ser capazes de mobilizar nosso desejo: as alegrias do marketing ou outras?

Uma das questões mais importantes diria respeito à inaptidão dos sindicatos: ligados, por toda sua história, à luta contra disciplinas ou nos meios de confinamento, conseguirão adaptar-se ou cederão o lugar a novas formas de resistência contra as sociedades de controle? Será que já se pode apreender esboços dessas formas por vir, capazes de combater as alegrias do marketing? Muitos jovens pedem estranhamente para serem “motivados”, e solicitam novos estágios e formação permanente; cabe a eles descobrir a que estão sendo levados a servir, assim como seus antecessores descobriram, não sem dor, a finalidade das disciplinas. Os anéis de uma serpente são ainda mais complicados que os buracos de uma toupeira.

Ora, desejos são gerais, não precisam ser satisfeitos por nada específico, o que significa que está em nosso poder criar o que pode nos satisfazer, sem necessidade de aceitar passivamente as fórmulas prontas pelas quais pagamos um preço muitas vezes desconhecido. Pois então, o quanto de incerteza e dúvida ainda nos resta nesse mundo de respostas prontas? Que imprevistos e surpresas conseguiremos manter fora dos quadros do controle?

Dos anos de 1990 para cá, nós somos a nova geração. Esse questionamento é dirigido a nós, é nossa a liberdade e a responsabilidade de inventar as formas de resistência a esse poder controlador descentralizado e impessoal. Duvido que buscando Pokémons o faremos.

Referências:

Cassiano Terra Rodrigues é professor de filosofia na PUC-SP

https://youtu.be/4ybvyj_Pk7M

http://www.somaterapia.com.br/wp/wp-content/uploads/2013/05/Deleuze-Post-scriptum-sobre-sociedades-de-controle.pdf

http://portalcienciaevida.uol.com.br/esfi/edicoes/42/artigo160007-1.asp?o=r

http://www.correiocidadania.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=11897%3A2016-08-10-23-21-56&catid=72%3Aimagens-rolantes&

Tecnologia

A investigação dessa categoria tem como objeto de estudo a tecnologia e suas principais divisões na nova ordem mundial, são elas: 1) A unificação dos povos; 2) O culto a imagem da besta e 3) Identificação pessoal e economia por pulsos eletrônicos.

1) A unificação dos povos – No atual cenário do século presente a unificação tem sido realizada através das redes sociais. Elas tem permitido que os povos se organizem de forma social, política e econômica, mas desde que os conceitos de unicidade sejam prevalentes. O importante aqui é manter a chama do jogo dialético, onde o bahaismo e seus princípios são apresentados como síntese e palavra final em qualquer tema.

2) O culto a imagem da besta

Como criar uma imagem de um espírito? Como fazer com que ele fale nessa dimensão? Essas são perguntas que a nova ordem mundial de Baha’u’llah busca resposta, mas sem conhecer o verdadeiro significado do versículo abaixo:

“E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta.” (Apocalipse 13 : 15)

Movidos pelos mistérios dos cosmos cientistas tentam de toda forma unir a ciência e religião. É muito difícil que algum saiba como terminará suas experiências, mas a meta final e trazer a imagem da nova ordem mundial, nesse caso a estrela de nove pontas, que representa o espírito de Baha’u’llah. Acelerador de partículas, teoria das cordas, transcomunicação…cada um tenta da sua forma ser agraciado pela ordem mundial de Baha’u’llah.

Mas também existe um movimento em paralelo com a sua imagem que é a morte de várias pessoas que não vão adorar o cristo cósmico. Esse grande dia está descrito abaixo nas palavras do próprio:

“…Dize: Os céus dobraram-se e a terra está segura em Suas mãos; os malfeitores foram segurados pelo topete e ainda não compreendem (…) .Os versículos de Deus foram revelados e, no entanto, deles se afastaram. Manifestou-se Sua prova, mas disso não se tornaram cientes. E quando contemplam a face do Todo-Misericordioso, suas próprias faces entristecem-se, enquanto se divertem. Apressam-se em direção ao fogo do inferno, supondo erroneamente que seja luz….” (Seleção dos Escritos de Baha’u’llah – Capítulo XVII)

Podemos observar que os mal feitores são aqueles que não aceitarão a manifestação espiritual do cristo cósmico e isso comprovada cientificamente. Essas pessoas no futuro no lugar de adorarem sua imagem ficarão tristes. Do ponto de vista de Bahá’u’llah as pessoas que forem mortas estarão no inferno, sendo que é justamente ao contrário. Aqui fica mais uma pergunta para ser respondida no futuro…Como permitir que em uma era onde se fala tanto de direitos humanos aprove leis para degolação? Essa categoria do blog tem como função investigar e descobrir como o método será aplicado.

3) Identificação pessoal e economia por pulsos eletrônicos

“Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.” (Apocalipse 13 : 17)

De fato, essa é uma das profecias que mais desperta a curiosidade para saber como será implantado o sinal. Surgiram algumas teorias e algumas que podem ser rapidamente descartadas como a implantação de chip. Embora caminhamos para uma economia por pulsos eletrônicos, a marca da besta é muito mais que isso. É um símbolo visível na fronte da testa ou da mão, algo para ser implantado de forma indolor em uma área que não possui tecido adiposo e somente pele (por isso os chips são a cada dia mais descartados), Pagamento por identificação biométrica de voz? Um número universal com nove dígitos para a comunidade global? São perguntas que precisam ser investigadas e analisadas a cada dia para conseguir a resposta.

Baha’u’llah não fala muito desse assunto em seus escritos, talvez uma estratégia para que os baháis não se assustem ou ele também saberia que um dia enfrentaria oposição no futuro. O que ele nos diz é que a ordem mundial tem que ter o seu nome. No caso aqui do Brasil, ninguém poderá comprar ou vendar se não falar o seu nome, mas em português que é “ A Glória de Deus”.

“…A Maior Paz, por outro lado, assim como Bahá’u’lláh a concebeu – uma paz que, inevitavelmente, há de suceder como conseqüência prática da espiritualização do mundo e da fusão de todas as suas raças, crenças, classes e nações – sobre outra base não pode se apoiar, nem por outro meio ser preservada, senão pelos preceitos divinamente designados, implícitos na Ordem Mundial que se associa com Seu Santo Nome…”(A ordem Mundial de Baha’u’llah-Shoghi Effendi)

Muito mais que apenas um símbolo para ficar no meio da testa, o sinal unificador de Baha’u’llah resgata valores como: Financeiros, fidelidade e amor ao governo, cooperação, diversdidade, submissão governamental e de políticos, espíritualidade e por fim um fanatismo futuro.