PUC-SP abre banheiro unissex

“O casal de amigos conversa no corredor da faculdade enquanto ambos caminham. Calças jeans rasgadas, tênis, livro na mão. Falam sobre como inserir a Revolução Francesa em um trabalho – mas não dá para ouvir o fim da conversa. Juntos, rapaz e moça entram no mesmo banheiro e continuam o papo. A cena ocorreu nesta segunda-feira, 14, na tradicional Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, em Perdizes, zona oeste…”

Triste é ver uma juventude sendo tragada pelo abismo da unidade. Não só ela, mas alguém da reitoria aprovar uma idéia absurda dessa na PUC. Quem é tragado por esse vale se envolve com as palavras doces de Baha’u’llah escritas abaixo:

“…Ele contempla todas as coisas com a vista da unicidade, e vê os brilhantes raios do sol divino, que emanam do ponto do alvorecer da Essência, atingirem igualmente todas as coisas criadas, e as luzes da singularidade refletirem-se sobre toda a criação…”(Sete Vales – Vale da Unidade- Baha’u’llah)

Esse espírito de diversidade,  que atua no mundo com os graus mais variados de unicidade , faz com que as pessoas vejam a luz onde se tem trevas, perdem o senso de moral, caminhando para uma corrupção carnal do final dos tempos, onde estamos no primeiro estágio da depravação nas relações. E também uma imitação demoníaca do retorno do homem natural no paraíso.

No primeiro estágio, ainda quando homem e mulher eram almas viventes, não existia a vergonha da nudez, mas com o pecado se tornaram espíritos vivificantes conhecedores do bem e do mal. Não existe como voltar para esse estágio, mas essas forças demoníacas da universidade tentam fazer isso por inveja de DEUS.  A solução está apenas na salvação em Cristo pela  redenção dos pecados.

Ora, a diversidade caminha ao contrário e no lugar da salvação se tem a perdição. A moral corrompida funciona na mente  tal como um triangulo que de tanto rodar suas pontas em uma pedra circular se torna redondo. As pontas são os pecados que cometemos, mas quando elas ainda existem reconhecemos os erros e pedimos perdão, porém algumas pessoas com o passar do tempo costumam dizer que não estão fazendo nada de errado. É aqui que abre a porta para a perdição.

O mesmo acontece com a unificação dos banheiros. Primeiro perde-se a vergonha e vai evoluindo para coisas piores, até que finalize em relações ilícitas que vão de programas com pessoas do sexo oposto ou não. E claro, a reitoria em um futuro próximo  limpará as consciências dos alunos dizendo que não tem mal algum.

“O caminho da mulher adúltera é assim: ela come, depois limpa a sua boca e diz: Não fiz nada de mal!”  (Provérbios 30 : 20)

 

 

https://www.noticiasaominuto.com.br/brasil/430972/puc-sp-abre-banheiro-unissex-para-publico-em-geral

 

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