Mudando conceitos da diversidade para os Zumbis

“Eis que o jornal dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras, e que por vós foi diminuído, clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos exércitos.” (Tiago 5 : 4)

O PSDB é um partido político neoliberal  formado pela elite aristocrática de São Paulo, sendo assim as raças inferiores (nordestinos, negros, índios e pobres) são deixados a própria sorte. Privatizam, terceirizam e vendem o patrimônio do Estado para a mesma elite que financia o partido. O resultado são serviços e obras que nunca terminam e um rastro de desemprego. Claro! Existem processos, mas esses correm em sigilo…Isso permite que o mesmo partido governe por muito mais do que 20 anos.

O resultado aos pobres é terrível para os três valores axiológicos de um ser humano. São eles: família, emprego e amigos.Quando uma ou todas essas estruturas são destruídas a vida fica sem sentindo. Sem ter como pagar aluguel, brigas familiares e outros problemas acabam deixando um vazio. É nesse espaço do vazio da alma que o crack surge. Isso sem contar os problemas de ordem espiritual que são terríveis.

O que importa é como lucrar com essa tragédia e dividir o dinheiro arrecadado através do roubo de impostos com médicos renomados e empresários  que não vão fazer absolutamente nada. O importante é fazer vista grossa ao fato e criar medidas provisórias. Claro! Divulgar na mídia como o partido supostamente se importa com o povo.

Uma das últimas do PSDB foi pagar milhões para a rede globo mostrar os comerciais de como o partido acolhe os zumbis da cracolândia. Várias pessoas de origem duvidosa dão testemunho no melhor estilo da igreja Universal como fossem curados pelo Estado. Isso sem falar qual procedimento foi feito. Não falam por não existir!

A verdade é que a única coisa que foi feita foi a mudança de conceitos, uma das principais características do PSDB. O primeiro está no fim das favelas. Elas continuam existindo, mas gora recebem o nome de comunidade, ou seja, não podem ser destruídas e os moradores honestos não recebem moradias dignas, pois o dinheiro para essas construções foi desviado para as privatizações. Ora, um grande passo para a destruição real da cracolândia seria o fim da favela do moinho, ops..comunidade….

O segundo conceito está em eliminar o viciado. Agora passa a existir o dependente. É a mesma coisa, mas acontece que a mudança do conceito permite fazer uma vista grossa melhor a miséria e o uso das drogas. O viciado se trata, ou seja, exige mobilização do Estado. Não apenas na cura, mas também o retorno da pessoa a vida social e econômica com empregos dignos e salário justo. Mas o que sai mais barato? Dar um café com pão ou investir no cidadão (cursos de qualificação, tratamento da alma…) ?

O dependente depende de algo, ou seja, apenas muda a dependência química por uma provisória fornecida pelo Estado. Nesse caso não temos o tratamento, mas  apenas o acolhimento. Na prática, os zumbis vão para os containers instalados na cracolândia. Comem, tomam banho…e voltam para o fluxo. Observem que os próprios políticos usam a palavra acolhimento.

A Ordem Mundial de Baha’u’llah é algo bizarro e estranho, pois cada governante cria um jeito de dar continuidade a ela, nesse caso o PSDB usou a inversão de conceitos para garantir a liberdade dos zumbis. Até o momento eles podem se deslocar por três locais no centro de São Paulo:  Praça Princesa Isabel, Julio Prestes e a antiga cracolândia).

Como eles ficam felizes! O sonho do governador e prefeito é ter uma população totalmente dependente. E assim, comemorar o fato em seus eventos de luxo fechando parcerias publicas privadas  para perpetuar o partido no poder, juntamente com seus investidores. Danem-se os pobres, negros e tudo mais! Spray de pimentas neles! O gênero humano pertence apenas a uma centena de homens malignos.

“…A diferença toda está em que, na família, o amor do pai pelos filhos o paga pelos cuidados que lhes dispensa, enquanto no Estado o prazer de mandar substitui tal amor, que o chefe não dedica a seus povos….”( Rousseau, O contrato Social)

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