Privatizar ou não privatizar? Eis a questão…

Privatizar significa passar para a iniciativa privada uma empresa que dá prejuízo ao  Estado para a iniciativa privada. Essas oportunidades permitem modernizar a infraestrutura e a gestão governamental, seja ela Federal, Estadual ou Municipal. Dessa forma, teremos serviços melhores e livres da corrupção política esquerdista em uma empresa que pertence ao Estado.

Esse é o resumo do pensamento da ultra- direita e seus princípios neoliberais. Nesse caso do site Mídia Sem Máscara e os Olavistas (seguidores de Olavo de Carvalho) como Percival Puggina.

É importante deixar claro aqui a posição neutralidade, ou seja, não estamos a defender uma tese neoliberal da escola de Keynes ou Marxismo científico. Em ambos os lados falta o conhecimento histórico e empírico das privatizações e suas conseqüências. Em ambas as formas temos a  mesma finalidade, ou seja, distribuir o lucro de forma corrupta entre a cúpula  partidária, banqueiros e empresários.  Eles apenas seguem caminhos diferentes.

De fato, o Pensamento de Puginna leva a uma certa verdade e vemos isso em prática nos dias atuais quando observamos o caso da Petrobrás e PT. Mas o que acontece aqui é apenas a mudança da forma de corrupção e lucro com as Estatais, resumindo: o PSDB privatiza e rouba. Já o PT não privatiza e rouba, porém ambos se alimentam das Estatais.

Vamos iniciar percorrendo o caminho da direita (PSDB). Primeiro ocorre a precarização da empresa pelo governo, sua desvalorização permite ser vendida por um valor supostamente menor, políticos fazem negociações via caixa 2 com os empresários, sabendo de forma antecipada quem ganhará o leilão. E por fim  recebem um valor muito alto por fora em um curto período (vamos supor que seja 10 bilhões)  que é distribuído entre a cúpula do partido. Esse processo pode ser visto na venda da TELEBRAS em 1998. Apenas como exemplo do peso que cai no povo podemos usar a cobrança de assinatura.

Percorrendo o caminho da esquerda (PT):  Não vendem a Estatal, porém desviam grandes quantias de dinheiros durante um longo período (vamos supor que no final sejam 10 bilhões ao final) que é distribuído entre a cúpula do partido.

Em ambos os casos o povo é sacrificado. A direita sacrifica permitindo  a criação de tarifas abusivas para alavancar o lucro dos novos compradores da Estatal. A esquerda faz o mesmo processo, mas alegam que precisam sacrificar o povo cobrando tarifas abusivas para manter a Estatal que está precária. Esse processo pode ser visto no caso da PETROBAS. Apenas como exemplo do peso que cai no povo podemos usar a cobrança da gasolina.

Em ambos os casos o rastro de miséria apenas aumenta. Foram milhares de empregos que desapareceram na venda de Estatais ou como médica de corte para a manutenção de uma Estatal. O caos em que se encontra o Rio de Janeiro é conseqüência disso.

É aqui que entra a Ordem Mundial de Baha’u’llah como suposta síntese através da implantação do Estado teocrático global, ou seja, e uma ordem portadora do seu Nome, número e letras do seu nome, onde nada passará sem ser percebido.

 “….como jamais antes, que as teorias desacreditadas e as instituições cambaleantes da civilização da atualidade devem necessariamente aparecer em contraste penetrante com aquelas instituições divinamente ordenadas que estão destinadas a se erguer sobre suas ruínas… Poucas pessoas deixarão de reconhecer que o Espírito insuflado no mundo por Bahá’u’lláh, Espírito esse que está se manifestando em graus variados de intensidade, mediante os esforços conscientes de Seus declarados apoiadores e, indiretamente, através de certas organizações humanitárias, jamais poderá penetrar no gênero humano e exercer uma influência duradoura, a não ser que, e até que, encarne em uma visível Ordem portadora de Seu nome, integralmente identificada com Seus princípios e funcionando de conformidade com Suas leis…” ( Shoghi Effendi,1929)

“Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.”  (Apocalipse 13 : 18)

http://istoe.com.br/bndes-vai-estruturar-privatizacao-de-estatais/

http://www.puggina.org/artigo/puggina/por-que-as-esquerdas-odeiam-privatizacoes/10548

S, Effendi, A Ordem Mundial de Baha’u’llah, Haifa-Palestina, 1929

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