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Condicionando e alertando o governo mundial nos desenhos

 

Vamos analisar nesse post dois desenhos. Não sei se muitas crianças assistem as Winx na TV Cultura, mas a história das fadinhas implantam o principal conceito Baha’i . Vejamos esse conceito:

“… Está claro, pois, que não existe o mal, que tudo o que Deus criou foi bom. O mal é o simples nada. A morte é apenas a ausência da vida; só quando o homem perde a vida, é que ele morre. A escuridão nada mais é que a falta de luz…” ( Abdul’Bahá)

Ora, Baháis acreditam nesse raciocínio simplista de que o mal nada mais é do que a ausência do bem,  dessa forma negam que o mal seja feito por anjos caídos e negam a existência de satanás. Dessa forma, fica fácil entender  o motivo que leva aos seguidores do cristo cósmico Baha’u’llah não perceberem que ele é a bíblica  besta do abismo, um instrumento usado por satanás para enganar a humanidade.

As fadinhas Winks em seus desenhos fazem exatamente esse papel. Elas representam a magia branca e lutam contra feiticeiros praticantes de magia negra. A disputa está em controlar os corações dos seres humanos. E assim, toda vez que a magia negra implanta algo de ruim, as fadinhas entram em cena colocando enfeitiçando as pessoas implantando a falta luz da harmonia em seus corações. Em um dos episódios elas conseguem fazer uma alta magia em que a população acaba amando muito mais o meio ambiente do que a DEUS.

Já o poderoso chefinho, capturamos o momento da essência do filme. Não…não se trata de um executivo mundial, mas o alerta desse desenho  com a mensagem de que as pessoas estão amando mais os animais, nesse caso os pets,  do que o seu semelhante.  A missão do poderoso chefinho é impedir que as crianças sejam mais amadas que os cães.

De fato, exemplos não faltam: Pessoas que vivem sozinhas, mas com dezenas de cachorros no quintal, alguns trocam namorados, esposas ou maridos por um cão (isso virou até hino de música brega) . Marginais que não pensam duas vezes em tirar a vida de alguém, mas amam seus cães. A quem chame seu cachorro até de filho.

O que essa doença canina tem em comum é a mudança de comportamento em alguns casos, por exemplo: Pessoas que sofrem de doença canina não querem ser questionadas ou  contrariadas . Elas não querem que ninguém e nada possam  dizer que está fazendo algo errado; e por isso procuram refugio nos animais que nada questionam por não terem raciocínio. E assim, caminhamos a cada dia para uma sociedade fria e sem sentimentos, uma sociedade que pouco se importa com o próximo. São tempos difíceis que já estão no sinal amarelo.

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