Aborto e o direito de decidir

Resumo da notícia: “Para 64% dos brasileiros, o aborto é decisão exclusiva da mulher. A pesquisa foi feita pelo IBOPE Inteligência em parceira com o grupo Católicas pelo Direito de Decidir (CDD)…”

Será que a matemática, nesse caso estatística, é sempre a verdade? A experiência empírica foi considerada? A coleta de amostras é compatível com a realidade da população? Parceria IBOPE e Abortistas…isso não soa como algo tendencioso?

A grande maioria da população não imagina que a notícia acima está relacionada com a ordem mundial de Baha’u’llah, nesse caso com o seu princípio de igualdade entre homens e mulheres. A dicotomia bahái surge não união dos opostos pela unidade da diversidade, ou seja, o bem e o mal unidos pelo mesmo ideal.

Na agenda feminista temos causas boas como a luta para diminuir a agressão contra as mulheres e as denuncias contra a exploração da mulher como objeto,  porém o lado ruim vem incluso na forma da agenda abortista. A síntese desse processo é o que chamamos de diversidade, pois o bem e o mal não podem deixar de estarem associados. Para os Baháis o conflito da dicotomia é apenas um processo de transição para a unidade da diversidade  denominado luz (999) e trevas (666).

Já do ponto de vista Bíblico a questão do aborto  seria resolvida  facilmente. Ora, relação após o casamento e concepção de filho desejada por ambas as partes resolveriam facilmente o problema do filho indesejado. Claro! Associado a um planejamento familiar, mas pelo fato da palavra de Deus ser algo simples existe a necessidade de normas éticas/morais complexas e humanas para analisar os vários tipos de abortos.

Não vamos generalizar os abortos, mas apenas refletir sobre a concepção irresponsável de um filho, também chamado de filho indesejado. Antes que a futura criança seja rejeitada pelo pai ou pela mãe é esse tipo de aborto que o movimento feminista “luta” para conquistar.

Uma espécie de lei do “ventre livre”, onde em cada gravidez acidental a futura mãe pode descartar e mandar sugar através de máquina o intruso (os) indesejado (os) quantas vezes quiserem, pois é esse o nome que as feministas dão para a futura criança.  E assim, a agenda feminista conseguiu manipular a opinião pública dando pulos de alegria a cada vez que um jornal sensacionalista qualquer mostrar um bebê achado no lixo e coisas do gênero.

Existe também a falta de conscientização por esse movimento dos riscos e do lucro para a máfia médica que está louca para abocanhar esse mercado “promissor”. Vejamos algumas:

1) Mesmo que seja pelo SUS, aumento de preços para os procedimentos se esse absurdo for aprovado. Ora, toda cirurgia é invasiva e causa conseqüência ao corpo que não são relatadas.

2) Problemas de ordem psicológica e psiquiátrica. Sentimento de culpa, tormento na alma pelo resto da vida,  desequilíbrio mental, transtorno bipolar são apenas alguns dos aperitivos para o aborto.

3) Sacrifício  indireto ao santanismo para Moloque ou outros deuses, por exemplo: na notícia publicada temos uma moça com a seguinte frase em um cartaz: “Seu machismo bate na minha pomba e gira”. É uma frase de duplo sentido é também pode ser entendida do ponto de vista espiritual, pois  conseqüência de relacionamentos instáveis aumenta o risco de gravidez. Já o machismo é qualquer ato de moral como os conceitos Bíblicos referente ao tema.

“E da tua descendência não darás nenhum para fazer passar pelo fogo perante Moloque; e não profanarás o nome de teu Deus. Eu sou o SENHOR.”  (Levítico 18 : 21)

Resumindo: Direito de decidir sem ao menos ter uma reflexão real das conseqüências não é direito e sim imposição de um grupo social na sociedade.

 

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica-brasil-economia/63,65,63,12/2017/04/04/internas_polbraeco,586120/64-dos-brasileiros-entendem-que-o-aborto-e-decisao-exclusiva-da-mulhe.shtml

https://apocalipsetotal.wordpress.com/2010/08/06/os-12-principios-da-nova-ordem-mundial/

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