Arte, tolerância e diversidade na Páscoa

A arte se transformou muito com o passar do tempo. No inicio muitos artistas capturavam algum momento ou sentimento em sua subjetividade, sendo ela representada na música, em quadrados ou esculturas.  A arte possuía valores culturais e históricos de uma sociedade, mas com o passar do tempo tudo se tornou pior. Na atualidade ela pode ser divida em dois principais tipos que são:

A arte de consumo formada por músicas banais e ridículas como: o Pancadão que ofende a mulher e faz apologia ao crime. O que dizer dos cantores que ficaram podre de ricos cantando a desgraça alheia (Sertanejos, pagodeiros e outros lixos). Essa é a arte presente na ordem mundial iluminista.  Já na ordem Mundial de Baha’u’llah ela está presente também em esculturas. As recentes obras que estão no  Parque do Ibirapuera em São Paulo são um bom exemplo.

Na obra que escolhemos para análise temos a escultura do Cristo Morto ao lado de Hórus. O antigo deus do Egito parece lamentar a morte do Cristo devido a posição de seus braços. Nessa primeira apreensão artística o autor explora o conceito de diversidade e tolerância religiosa. Claro! Que o ser humano possui o direito a livre escolha, mesmo que escolha uma religião errada. Mas entre a diversidade e a tolerância temos o deus universal da nova era.

O deus  que abraça a todas as religiões. Não se trata de apenas de respeitar uma ou  outra religião, mas em aceitar os dogmas sem o direito a busca pela verdade. Verdade essa que está relacionada a salvação da alma que só pode ser feita através da fé em Jesus Cristo. Não importa se você é católico, budista, cigano ou espírita! Quantas vezes não ouvimos frases semelhantes dos grandes líderes evangélicos na busca de nova ovelha$ na TV (ênfase para a IURD) ? Eis aí a diversidade e a tolerância operando, pois pouco se importam com a salvação e visam apenas o lucro.

A segunda captura do sentimento artístico nessa obra é de forma mais subliminar, porém a mais importante. Nessa obra temos a aceitação dos manifestantes solares. Nesse caso ligamos três ou mais religiões, nesse caso temos templários e católicos ligados ao mesmo culto; de um lado Isis, Osíris e Hórus e de outro podemos usar a sagrada família  católica.

Mas nessa segunda etapa é importante condicionar o cidadão global em aceitar de forma oculta a revelação progressiva Bahá’i. Que representa os sete chifres da besta do livro de Apocalipse 13:1, ou seja, um condicionamento para aceitar o oitavo rei, também conhecido como o oitavo manifestante solar que é Baha’u’llah.  Seguindo esse conceito, o artista coloca em sua obra uma série de manifestantes solares no Ibirapuera. E assim, o nome de JESUS continua sendo blasfemado a cada dia. Não teria como satanás criar um governo mundial sem distorcer o cristianismo de todas as formas. É por esse motivo que na eternidade JESUS precisa de um novo nome:

“A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.”  (Apocalipse 3 : 12)

Infelizmente é isso…a páscoa virou uma verdadeira palhaçada (coelhinhos, chocolates, Bacalhau com o preço nas alturas…) e  assim como a arte, o seu sentido verdadeiro desapareceu faz tempo.

https://estudosdafe.wordpress.com/2009/01/03/a-revelacao-progressiva/