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O executivo mundial e seus nove mestres eleitos

A mais de um século Baha’u’llah enviou sua epístola para a Rainha Vitória e seu filho Abdu’l’Bahá viajou para  a Inglaterra com a missão  que de certa forma era ungir seus descendentes para o cargo mais elevado da sua nova ordem mundial.

Como a coroa britânica está ligada a Ordem da Jarreteira e também  aos ritos maçônicos ( nos referimos ao rito da lenda dos nove eleitos na lenda de Hiram )  é dela que uma dia surgirá os nove eleitos para a formação do governo mundial.

Tudo caminha para isso, porém vivemos tempos de letargia e interesses próprios no presente. Durante essa pausa que só DEUS sabe quando  será retomado o processo de cumprimento das profecias descritas em Apocalipse 13, prevalece os interesses pessoais.

Passamos para dois exemplos: Os candidatos ao cargo de executivo mundial continuam aparecendo apenas nas notícias de fofocas na internet. William preocupado apenas em mudar da sua vida de luxo no campo em Norfolk  para o palácio de Kensington. Seu irmão Harry tem as atenções para a sua nova namorada que está louca para dar o golpe do baú.

Os blocos econômicos que são uma das fontes para os nove eleitos está desabando. Esquecem os donos do mundo que a crise do capital é cíclica e dependente do dólar.Dessa forma, a zona do Euro está cada vez mais fragmentada o mesmo podemos dizer de outros blocos que nunca saem da teoria como Bric e Mercosul.

Existe também o Conselho de Segurança da ONU que espera uma reforma desde a II guerra mundial, mas desde aquele tempo prevalece os interesses das potências mundiais. A bola da vez está com a Rússia e seus aliados que querem se apoderar da Síria. O dono da Rússia  (Putin) acredita que o fim da guerra lhe dará poder no território que os governantes americanos também querem.

O que dizer diante desses fatos? Pedir a DEUS em oração por santificação  e esperança. Viver sem profecias em nada se difere de tempos de seca, onde clamamos por um pouco de água que possa nos dar alívio, nesse caso referimos a alma que dói e está rastejando no pó, bebendo da água da aflição e comendo o pão de angústia todos os dias.

 

“Já não vemos os nossos sinais, já não há profeta, nem há entre nós alguém que saiba até quando isto durará.”  (Salmos 74 : 9)

 

http://gazetaweb.globo.com/portal/noticia.php?c=24816

http://ionline.sapo.pt/540294