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Ciência, Religião, Fé e razão

  O nosso estudo tem como função esclarecer os textos que a Bahá’i Maya Bohnhoff anda escrevendo usando versículos bíblicos – e isso sem ser cristã – para justificar essa união entre Ciência, Religião, Fé e razão. Vejamos uma síntese do seu pensamento e na sequência uma crítica argumentativa transcendente desse tema:

Segundo a autora que presta serviços ao Jornal americano New York times, o cristianismo esteve presente na evolução da ciência (Isaac Newton) , porém não se pode esquecer das contribuições islâmicas, egípcias e das demais religiões que observam o cosmos. O convite para explorar o cosmos pelo cristianismo está em várias passagens bíblicas como Mateus 24 :32 que diz:“ Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão”.

Segundo ela, ao observar o céu – e usando a razão – os fenômenos são investigados de uma forma mais completa. Ela  complementa sua reflexão adicionando um versículo de Abdu’l-Bahá : “…A Razão é a primeira faculdade humana e a religião de Deus está em harmonia com ela…” (Abdu’l-Bahá, a paz universal)

Percebe-se aqui um erro grave ao justificar o uso da razão nesses fenômenos através dos [1] textos bíblicos. Mateus 24:32 foi retirado do contexto, pois essa passagem fala sobre a vinda de Cristo durante o juízo final/ fim do mundo que se inicia com a pergunta dos discípulos em Mateus 24:3. A narrativa do capítulo permanece a mesma durante toda a descritiva.

Essa é a fé da diversidade que leva para a ignorância e desconhecimento da verdade. Fé cristã é outra coisa, transcendendo para algo mais elevado que  fatos; por exemplo: Que raios está por trás desse desespero de unir Ciência, Religião, Fé e razão? A resposta é uma só…Comprovar os sinais que surgirão quando o cristo cósmico Baha’u’llah sair do abismo como ele mesmo descreveu em vida nos seus sete vales:

“…Deus, o Excelso, depositou nos homens esses sinais para que os filósofos não negassem os mistérios da vida do além, nem tivessem em pouco conta aquilo que lhes foi prometido…”(Vale da admiração – Baha’u’llah).

Em nenhum lugar na Bíblica DEUS somos exortados a procurar coisas do outro mundo, pois se isso acontecer é fatal que se encontre com o diabo e seus anjos nas regiões celestiais do mal.Como não podemos lembrar do caso entre Saul, Samulel e a vidende? Por isso, essa união entre ciência e religião está procurado algo muito mais amplo que a ordem do cosmos (estrelas, galáxias,cometas….)

Seja através do LHC, transcomunicação ou até conseguirem colocar um espírito em um chip como no “Projeto 2045”. Não importa…ciência+religião+ fé = Razão, porém a razão se perde. Quantas vezes não perdemos a razão em um momento de fúria, euforia ou ira? É uma frase do senso comum que deveria servir muito bem para esse tipo de estudo científico.O final sabemos muito bem onde vai parar, ou seja, perde-se a razão e prevalece a admiração diante dos sinais do oitavo rei:

“A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá.” (Apocalipse 17 : 8)

Mas para efeito de apostasia o  material Bahái é bom, pois muitas igrejas vão passar a interpretar a Bíblia de forma errada como eles. Já a filosofia, vemos aqui a divisão esotérica, pois a busca do raciocínio crítico e argumentativo está sendo substituída pela filosofia esotérica, por exemplo: filosofia budista ou o pensamento de Alan Turing e John Searle, ambos criam hipóteses para unir a ciência da tecnologia com espíritos, ou seja, abrem caminho para que os cientistas investiguem a criação não só da imagem, mas da voz da besta descrita em Apocalipse 13.

http://www.coralcdn.org/

[1] – O cristianismo está muito acima do bahaismo, por isso é possível analisar facilmente seus escritos através das Escrituras Sagradas.