O império romano como terceiro animal

Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas; tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio. (Daniel 7:6)

Ora, o terceiro animal descrito nas profecias de Daniel representa o penúltimo grade reino sobre a Terra, como ainda o quarto animal não surgiu, o terceiro trata-se de algum império do passado.

Entre as grandes civilizações do passado, o império romano é o que mais preenche esses requisitos da profecia, pois após a sua divisão entre a cidade Roma e Constantinopla , a conversão do imperador ao cristianismo e o início do império católico, não surgiu nada semelhante.

Essa parceria entre o catolicismo e império é algo que fatalmente teremos de volta, porém não com a função de destruir, mas cooperar com a nova ordem mundial, representada pelo quarto animal nas profecias de Daniel.

Além disso a descrição simbólica de Daniel muito se assemelha ao tipo de governo que foi criado naquela época. Tal como o leopardo, o império romano anexou territórios de uma forma devastadora. O leopardo representa a velocidade, porém uma velocidade muito acima do normal por ter asas. Já as quatro cabeças representam muito bem as dinastias do império que são:

  1. Dinastia Júlio-Claudiana (do ano 14 ao 68).
  2. Dinastia dos Flávios (do ano 69 ao 96).
  3. Dinastia do Antoninos (do ano 96 ao 192).
  4. Dinastia dos Severos (do ano 193 ao 235).

Porém, a maior contribuição do império romano para o nosso tempo está na forma com que anexava os territórios, ou seja, incorporando culturas e até tentando criar um idioma universal, mas que fracassou rapidamente.

 

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