Economia

star-bahaiAlgumas vezes é dito – e em outras com total acerto – que um dia a população precisará usar um sinal, nome e número de alguém denominado besta para comprar e vender. Ora, tal evento trata-se de um acontecimento futuro, pois até hoje não se viu – e nem no passado existiu – uma sociedade global organizada de tal forma:

“Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.” (Apocalipse 13 : 17)

Diante desses fatos existem duas verdades. A primeira é que ninguém jamais disse que tem o poder de ressuscitar mortos como JESUS e a segunda é que ninguém jamais disse que iria implantar uma ordem portadora do seu sinal, nome e numero de letras do seu nome como Baha’u’llah, mais conhecida na ONU e pelos Bahá’is como economia divina:

“…A Maior Paz, por outro lado, assim como Bahá’u’lláh a concebeu – uma paz que, inevitavelmente, há de suceder como conseqüência prática da espiritualização do mundo e da fusão de todas as suas raças, crenças, classes e nações – sobre outra base não pode se apoiar, nem por outro meio ser preservada, senão pelos preceitos divinamente designados, implícitos na Ordem Mundial que se associa com Seu Santo Nome…”(A ordem Mundial de Baha’u’llah-Shoghi Effendi)

Porém, Baháis (os seguidores de Baha’u’llah) estão completamente desorientados e sem liderança para implantar o sistema econômico proposto por seu líder. Entre várias alternativas, os requisitos principais para implantar o sistema de governo são: A [1] unidade da diversidade e o [2] reconhecimento da revelação progressiva. Biblicamente falando, essas duas etapas referem-se ao sinal, nome e número da besta, pois temos uma espiritualização global.

Mas é na macro e micro economia temos que eles ficam mais perdidos ainda, mesmo sendo dividida nas seguintes categorias (essas referem-se ao ato de compra e venda no reino da besta) :

1) As dimensões espirituais e éticas de trabalho – Segundo o conceito Bahái, a solução para a decadência da corrupção é espiritualizar os políticos de modo que entreguem o seu poder de forma espontânea para a ordem mundial de Baha’u’llah administrar em escala mundial.

2) A justiça distributiva – Os estudos sociais da comunidade Bahá’i estão apontam para dois caminhos que são a justiça e a distribuição. Como não sabem qual caminho seguir usaram os princípios filosóficos utilitaristas de Bentham e John Stuart Mill para a justiça. Esse sistema filosófico tem em síntese o bem para o maior número de pessoas, porém existe uma falha…se um grande número de pessoas forem induzidas a aceitar o mal como bem o mal prevalecerá na forma de lei ou julgamento, ou seja, o utilitarismo pode facilmente positivar uma lei injusta. Em outra situação, se for necessário matar um grupo pequeno de pessoas que não cooperam com a nova ordem mundial isso será feito, pois o sacrifício de poucos pouparia muitos.

3) Relações industriais – Ela acontece na forma de participação dos lucros. Muitas empresas tem feito isso na atualidade, porém com a nova era do capital está se transformando em bonificação por resultados que pode ou não ser paga. Nesse caso existe uma troca de ajuste salarial por um mísero bônus.

4) Questões de cooperação e competição- Para facilitar a compreensão podemos imaginar uma armazém geral de alimentos ou sementes, onde vários empresários criam uma cooperativa global. Ora, um monopólio global, seja ele de qualquer área, tende a ditar as regras de quem deve viver ou não no mundo.

Fora esses estudos da macro e micro economia também existe a implantação da economia verde e a sustentabilidade. Um verdadeiro ecoterrorismo disfarçado de paz verde. Novos produtos que custam 30 vezes mais caros entram em cena para retirar o preço baixo do mercado. Em alguns casos nem isso acontece, pois basta taxar um determinado produto de orgânico para se cobrar mais caro. Existe também a mudança de conceitos como água de reuso no lugar de água de esgoto tratada. Muitos governantes que bebem da água mineral mais refinada se desesperam para que a população normal beba água de esgoto.

Ainda temos o uso da tecnologia na qual está digitalizando o dinheiro e unindo povos do mundo inteiro,  uma fusão de várias moedas em uma só, combate a evasão fiscal e até a volta do lastro em ouro. Ora, alternativas e projetos não faltam e o bahaismo começa a possuir um caráter cientifico, nesse caso ciências sociais e buscando socorro até na filosofia, mas a dificuldade de criar algo concreto e eficaz ainda está longe.

Como vimos o bahaismo está entre duas contradições para implantar a sua economia. Seja na ordem espiritual ou material surgiram uma série de conflitos intermináveis. Isso acontece devido a falta de alguns ícones na ordem mundial de Baha’u’llah. Do lado espiritual falta surgir a besta de dois chifres e o falso profeta, dois líderes que vão assumir o com trole da casa universal de justiça/ guardiania no Monte Carmelo e do lado material o reinado do anticristo e seus nove mestres eleitos.

 

http://bahai-library.com/graham_bahai_economics

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