Uma análise do filme “deuses” do Egito

Resumo do filme: o deus horus vive tranquilamente e suas paixões, vaidades e desejos são satisfeitos. Ele está prestes a se tornar o novo rei do Egito, mas o deus SET intervém na cerimônia se auto- proclamando rei ao matar Osiris e retirar os olhos de horus. Com a ajuda de um ladrão horus recupera apenas um de seus olhos e inicia uma luta contra o império das trevas de set. Aos poucos ele vai se tornando mais humano e com a ajuda do deus sol Rá ele reconquista seu império e reina junto ao seu povo.

De fato, a cada ano os filmes estão cada vez piores. A Paris Filmes produziu anteriormente o filme de Moises para que esse despertasse o interesse no público e também dizer que ele era apenas um iniciado nos mistérios do Egito, mas nem isso serviu para evitar o fiasco que foi.

O filme é uma mistura de mitologia grega, romana e egípcia, pois explora o mesmo conceito de deuses com características humanas. Os responsáveis são tão atrapalhados que deixam também a possibilidade de divulgar o ateísmo fazendo isso. Se continuarmos assim as análise futuras não vão passar de um parágrafo…

Pouco podemos extrair de interessante nesse fiasco. A única cena mais importante mostra o deus horus subindo em um monte onde se tem uma estrela de nove pontas, o portal para o deus Rá. Nesse local ele faz suas preces para vencer set.

portal

Seguindo os conceitos da ordem mundial de Baha’u’llah, temos o executivo mundial pedindo auxilio ao cristo cósmico Baha’u’llah, nesse caso através da sua imagem que é a estrela de nove pontas (biblicamente falando temos o relacionamento entre o anticristo e a imagem da besta do abismo). Ora, o executivo mundial não terá uma visão completa dos fatos em seu reinado por ser muito materialista, por isso ele precisa tentar ser um pouco humilde e se curvar diante do deus errado.