Globalização x mundialização

Atualizado em: 01/11/15

Agenda gay, privatizações na educação, saúde, segurança, Estado Mínimo, super  e infraestrutura. Todas essas palavras fazem parte do nosso dia a dia e necessitam de  estudo para um melhor entendimento.

Globalização

Iniciamos o estudo analisando a estrutura da globalização. Voltando no tempo, mais precisamente em Karl Marx… Observando a infraestrutura temos o proletariado (força produtiva), na supra: o Estado, seu aparelho ideológico político/repressivo (religião, artes, burgueses) e o capital como estrutura.

Com a chegada ao mundo do economista Keynes (melhor seria nunca ter nascido, mas…), o capitalismo cientifico de Marx sofreu grandes transformações. Como sempre, para os pobres na infraestrutura nada mudou, alias a vida piorou e muito, mas na superestrutura ocorreu a predominância do capital, representado aqui por grandes grupos empresariais e as grandes potências mundiais ( EUA,Rússia e China).

O Estado ficou como intermediário entre a super e infraestrutura e o seu papel é dividir  o dinheiro roubado da infraestrutura na forma de impostos diversos (CPMF,IOF…) e transfereir para a superestrutura, onde está o grande capital. Claro! Boa parte desse montante vai para a corrupção política. Outra função do Estado é reprimir severamente quem se opor ao sistema, para isso o conceito de terrorismo vem sofrendo grandes transformações.

O Estado que antes administrava os bens públicos passou a gererir. E assim, criou a gestão pública para colocar em prática o sistema descrito no parágrafo acima. Compete a gestão criar parcerias públicas privadas de diversas formas, por exemplo: Concessões, Organizações Sociais, ONGS, institutos, empresas filantrópicas que de forma irônica não possuem fins lucrativos. Essas empresas abocanham o dinheiro arrecadado e superfaturam seus lucros retornando serviços piores e mais caros do que antes. Nessa etapa é fundamental que a maldita gestão pública transforme milhares de documentos em sigilosos para que nada seja descoberto ou denunciado. Como aliados do Estado temos: Algumas formas de artes, a mídia jornalística (especialmente a TV), sites como o google, formadores de opiniões, religiosos hipócritas católicos/evangélicos  e por aí vai…

Mundialização

É natural que a fonte de roubo feita pelo Estado tende a criar crises cíclicas. O que se faz para manter todo esse sistema de roubo/corrupção é a criação de novos impostos (a CPMF é um exemplo), mas como muitas pessoas no mundo vivem no limite, e isso quando não estouram seus orçamentos, não se tem de onde roubar mais ou criar dinheiro, ou seja, um dia entrará em colapso.

É no meio dessa degradação econômica, social, política e moral que surge a ordem mundial de Baha’u’llah. Vejamos o que diz o guardião da fé Bahá’i Shoghi Effendi:

“…Comparai as convulsões terríveis, os conflitos destruitivos, as vãs disputas, as controvérsias ultrapassadas, as revoluções intermináveis que agitam as massas, com a nova e calma luz da Paz e da Verdade que envolve, guia e sustenta aqueles valentes herdeiros da lei e do amor de Bahá’u’lla..” (do livro A ordem mundial de Baha’u’llah)

O texto fala de algo futuro, pois essa paz nunca existiu (claro nem vai existir). Trata-se de modificar os conceitos da infraestrutura, ou seja, usar a unidade da diversidade (homossexualismo, drogas, aborto…), os princípios de Baha’u’llah, seu sinal, nome e número de letras do seu nome como inspiração para a nova reestruturação do capital.

Sim! Um novo comunismo, mas agora com conceitos espirituais e a função do Estado é devastar de forma mais cruel ainda quem se opor ao futuro sistema. E assim, o papel da mundialização será de espiritualizar a globalização.

https://apocalipsetotal.wordpress.com/2010/08/06/os-12-principios-da-nova-ordem-mundial/