A Bíblia gay e o templo da diversidade

Não satisfeitos com a moral judaica/cristã descrita na Bíblia, o movimento gay alterou algumas passagens para justificarem suas práticas erradas. Um bom exemplo está em Levítico 18:22.

Versão original: Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação
Versão gay: Não te deitarás com outro homem, como se fosse mulher no templo de Moloch

O movimento gay adicionou ao versículo 22 moloque, demônio que está no versículo 21, mesmo que cada versículo descreva fatos isolados, por exemplo: no versículo 23 o tema abordado é a relação entre homem e animais (a atual de agenda de zoofilia, especialmente no casamento entre cães e humanos ainda está no estágio embrionário, mas avança).

Como não existe um templo de Moloque na terra, os gays querem mostrar que se trata de um evento do passado, porém as coisas não são assim. No novo testamento existe uma transição de poder entre Moloque e Renfã. Vejamos:

“Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, E a estrela do vosso deus Renfã, Figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia.”  (Atos 7 : 43)

Dessa forma, moloque é substituído pelo demônio Estrela Renfã. É aqui que entra o princípio de Baha’u’llah sobre o fim de toda forma de preconceito, pois gays justificaram, e isso mesmo sem querer, a sua pratica caindo nos braços de Renfã e o seu templo é a unidade da diversidade.

Renfã é um demônio diferente é possui a forma de estrela. É ele que um dia será a imagem da unidade da diversidade na forma da estrela de nove pontas que é o sinal e a imagem de Baha’u’llah….

Referência:
http://super.abril.com.br/historia/a-biblia-gay
por: Anna Carolina Rodrigues