A partilha do Brasil na ordem mundial de Baha’u’llah

“Com o auxílio de um deus estranho agirá contra as poderosas fortalezas; aos que o reconhecerem multiplicará a honra, e os fará reinar sobre muitos, e repartirá a terra por preço.”  (Daniel 11 : 39)

O “Brasil” é um país incrível! Muito antes do deus estranho do anticristo (Baha’u’llah)  surgir,  o país vai sendo entregue nas mãos dos poderosos da Terra. Não poderia se esperar algo diferente, pois desde que foi descoberto o espírito do roubo e da corrupção se instalaram por aqui tirando o sossego dos verdadeiros brasileiros (os índios).
E assim, começou a partilha seguindo os preceitos da nova ordem mundial de Baha’u’llah. Nesse caso o país está sendo entregue nas mãos dos Ingleses (local de onde virá o executivo mundial) e a insuportável China comunista com seus produtos falsificados de quinta categoria.

Na Inglaterra o representante dos banqueiros (um arrogante,  prepotente e leviano chamado “levy “)  que está  controlando a economia por aqui  motiva os investidores.Roubar dos pobres (aposentadorias, impostos…) para beneficiar os ricos investidores  é a finalidade de mais um ajuste fiscal que não dará em nada.

Já nesse país que somos obrigados a viver um bando de comunistas malandros do Capitalismo de Estado descem em terras tupiniquins para privatizar e até comprar bancos brasileiros com a  função movimentar melhor a corrupção internacional socialista. Corrupção essa que já recebeu o selo de aprovação através dos recentes escândalos e impunidades.

É triste ver as notícias fabricadas tentando vender o “orgulho de ser brasileiro” em suas manchetes como algo fosse melhorar em nossas vidas. Obs. As tais privatizações chinesas, mais conhecidas como concessões pelo governo em geral recebem um prazo simbólico de 30 anos para completar a obra…. Na prática o que teremos é apenas muito pastel sabor  carne de cachorro (vira- lata, yoki, poodle…) por aqui…É ligar nada a lugar nenhum..Negócio da China!

http://www.oeconomista.com.br/
http://www.oeconomista.com.br/na-inglaterra-joaquim-levy-defende-politicas-de-ajuste-fiscal/

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