Agenda ecoterrorista ataca em São Paulo

inwo al goreDomingo, 05 de Abril de 2015. Mais uma notícia triste: Acaba de ser implantada mais uma fase da agenda ecoterrorista em São Paulo. O então prefeito do PT decide punir (por enquanto apenas com multas) quem não usar as sacolinhas de mercado nas cores padronizadas por ele para descartar o lixo. Além da austeridade do governo federal em retirar o pequeno poder aquisitivo da população, agora o governo municipal atua obrigando a comprar sacolas produzidas pelo novo cartel ecológico das empresas de sacolas, uma nova fonte de financiamento de campanhas sujas e fraudulentas surge no horizonte…

Uma imundice tão grande que envolve políticos e evangélicos ligados a essas empresas, por exemplo: Um deputado “evangélico” inútil que subiu nas costas e popularidade do seu pai (RR Soares) tentou legislar à favor de uma empresa ecoterrorista ligada a ele. Pronto! Em breve teremos mais um produto…a “nossa sacolinha”.

É interessante observar que o valor antigo da sacola tradicional continuará sendo cobrado em cada mercadoria que se compra e cada pessoa terá que pagar mais 10 centavos pela sacola ecologicamente correta. Se realmente quisessem salvar o planeta era simples…bastava retirar a sacola tradicional que sempre foi usada e enviar para a reciclagem, pois o prefeito sabe que a maioria são usadas no descarte de lixo.

Mas o que mais assusta na agenda ecoterrorista é o seu mecanismo de repressão através do decreto lei. Ele permite que o detentor do poder (prefeito, governo e presidente) faça o que bem quiser. Para isso basta alegar caráter de urgência que dessa forma sua vontade ambiciosa passa sem qualquer votação na assembléia.

O decreto lei é algo que vem desde a ditadura, porém nenhum governante, nem mesmo quando fizeram tal constituição, o excluíram, pois sabem que qualquer ordem vigente pode ser alterada. Em breve o ecoterrorismo vai acabar evoluindo para uma tirania ecológica se nada for feito para tirar o poder supremo que o decreto lei dá ao governante.

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