O mito e a filosofia gay

O vídeo abaixo é um trabalho escolar de filosofia para implantar a agenda gay através do mito. Em resumo, a história fala da criação de três gêneros: masculino, feminino e o andrógeno. Uma garotinha acompanhada de sua mãe estranha ao ver duas garotas namorando. Compete para as estudantes de filosofia convencer que a pratica homossexual é normal através do mito.

Quando os andrógenos tentaram ocupar o lugar de ZEUS foram divididos em 2 seres e caíram para viver na terra. E desde então, cada um procura a sua metade. Se o andrógeno fosse macho/macho ou fêmea/fêmea seriam homossexuais e se fossem macho/ fêmea heterossexuais.

Infelizmente o pensamento filosófico trabalha com a relatividade e aparência em todos os graus em alguns momentos depara com a verdade sobre o pensamento humano, mas em outros em um erro letal como nesse exemplo. Dessa forma, acaba cooperando com o mesmo relativismo criado pelo cristo cósmico Baha’u’llah e a implantação do seu princípio sobre o fim de toda forma de preconceito, ou seja, a agenda gay em outras palavras.

Para entender esse pensamento voltaremos para a Grécia antiga e examinaremos três teorias filosóficas feitas por: Protágoras, Platão e Aristóteles sobre o paradigma da percepção e o conhecimento. Para um melhor entendimento a palavra “objeto sensível” deve ser entendida como o homossexual, seja ele gay ou lésbica.

Para o sofista Protágoras o objeto sensível é relativo e depende de quem vê. Esse pensamento vai de encontro direto com a doutrina Bahá’i, pois não existe uma verdade absoluta.

Para Platão o objeto sensível é reconhecido pela alma. Nela, encontra-se o mundo das idéias, onde a imagem do objeto sensível já se encontra feita e aguarda apenas a sua conexão através da reflexão. Dessa forma, se satanás implantar uma imagem gay em pessoas que vivem nesse mundo da idéia (espíritas, umbandistas e outros esotéricos) o homossexualismo é aceito como normal.

Em Aristóteles o objeto sensível é percebido pelos órgãos dos sentidos (visão, audição…). Esses por sua vez ativam o intelecto (mente). Criando dessa forma a imagem do objeto sensível dentro do sujeito que está observando ou na sua alma. Diferente de Platão, Aristóteles não acredita no mundo das idéias e sim na percepção pelos sentidos. Porém a contra prova não está na sensação ao ver o objeto sensível e sim na sua natureza.

Por exemplo,  se um homem se transforma em gay a sua natureza é alterada, passando a ser reconhecido como algo normal pelos sentidos e intelecto (mente). Dessa forma, o homossexualismo é considerado algo normal pelos três filósofos. Isso explica a grande quantidade de gays na Grécia antiga, especialmente nas olimpíadas quando os homens atléticos praticavam os esportes nus.

Porém, o pensamento hebreu ou pensamento cristão não trabalha dessa forma. Para início de conversa, e segundo a palavra de DEUS, o ser humano é formado por corpo, alma e espírito. Como pode ser observado, o pensamento grego não possui o espírito:

“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo.” (I Tessalonicenses 5 : 23)

Dessa forma o objeto sensível é captado pela alma através dos nossos sentimentos e também pela mente, mas como o nome mesmo diz a” mente mente”, porém a verdade vem através da conexão entre o espírito de DEUS e o nosso  que surge através da palavra. Nesse caso, podemos usar o seguinte versículo:

“E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro.” (Romanos 1 : 27)

É o espírito humano, conectado corretamente com o de DEUS através de sua palavra,  que nos leva a uma verdade absoluta e imutável.

Agora você sabe que a origem do pensamento da igreja gay e sua interpretação errada das escrituras . Tudo veio do pensamento grego e da falta de espiritualidade.

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