O pensamento de Xenófanes e o desenvolvimento do senso crítico

Entre os filósofos pré-socraticos, Xenófanes (570 – 528 a.C.) inicia uma nova forma de pensamento filosófico que mais se aproxima da Bíblia. Esse filósofo acreditou em um DEUS único, absoluto e que não se assemelhava aos homens  como nos mitos de Homero e Hesíodo (antropomorfismo).  É muito provável que através desse pensamento alguns  Gregos vieram até  Jesus  (João 12  [20-21] ) e posteriormente alguns estóicos e epícureus (Atos 17 : 18 esses através do Apóstolo Paulo)  em busca da verdade.

Quando o pensamento filosófico está de acordo com as escrituras é possível ampliar o seu estudo, nesse caso Xenófanes contribui muito para o raciocínio crítico. No  fragmento abaixo é possível ver a importância da sabedoria sobre os esportes brutais e estúpidos:

2. ATENEU:“…Mas se alguém obtivesse a vitória (…)obteria nos jogos lugar de honra visível a todos,receberia alimento vindo das reservas públicas dado pela cidade e também dons que seriam seu tesouro.Ainda que fosse com cavalos, tudo isso lhe caberia,embora não fosse digno como eu, pois mais que a força físicade homens e de cavalos vale minha sabedoria…”

Mais uma vez o pensamento filosófico de Xenófanes encontra-se alinhado com as escrituras. Muito tempo depois, o Apóstolo Paulo faz uma admoestação semelhante enfatizando também o exercício físico :

“Porque o exercício corporal para pouco aproveita, mas a piedade para tudo é proveitosa, tendo a promessa da vida presente e da que há de vir.”  (I Timóteo 4 : 8)

E assim, pode-se ampliar o senso crítico e analítico. Nesse caso,  o esporte escolhido e o futebol devido o ano da copa do mundo por aqui. Mas o que é o futebol?

Futebol-alienação

– É o poder do mito sobre a racionalidade humana tornando-a irracional.

– É  o mito sobre uma marca imaginária (Palmeiras, São Paulo, Brasil, liverpool,
manchester, chelsea, Valencia…)   que transforma os homens em verdadeiros deuses gregos com seus defeitos tão humanos, ou seja,  Brigam, matam e roubam pela existência do  mito.

– É a falsa diversidade e unicidade (temas tão hipoteticamente sonhados pela ordem mundial de Baha’’ullah).
Um exemplo disso estão nos cartazes da VISA espalhados pelo Brasil. Em um deles, personagens do filme Star Wars que são inimigo estão juntos em nome do futebol. Melhor que esse é o dos Simpsons, personagens que mostram a imbecilidade humana em toda a sua amplitude reunida em nome do bem comum.

– É a burrice representada em campo por 22 homens porcos que cospem, falam palavrões e ficam 90 minutos ou mais correndo atrás de uma bola. Treinam e nunca aprendem a jogar. Uma burrice tão grande que a didática funcional humana deles não se encontra no racional e muito menos no empirismo.
– É gastar R$16 milhões na abertura de um sorteio dos times e transferir a conta para cada um de nós contribuintes. Para encobrir essa cifra, a mídia prefere destacar o vestido decotado de uma modelo.

– É a ostentação na forma de mulher objeto, pois a meta de um jogador famoso e burro  é ter uma mulher ou melhor uma modelo bonita ao seu lado e nada mais.

– A  França está passando por manifestações populares e o presidente francês  conta com a exploração do corpo feminino aqui no Brasil para contornar a crise.

– Como disse Xenófanes em seu pensamento filosófico acima,  o time vitorioso (isso se for brasileiro) desfilará com seus  heróis em carro aberto gastando mais  dinheiro público.

– Futebol é desligar a TV durante a copa, não gritar gol imitando um apresentador estúpido indutor de massas como  Galvão Bueno. É não suportar mais os dribles de Garrincha e Pelé com a sua única jogada de chapéu ou a tradicional malandragem da paradinha, técnica que lhe deu o  título de Rei.

– Faltaria tempo para falar de obras superfaturadas ou inúteis, cartolas, e cristão que são viciados nesse esporte.

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.”  (I João 2 : 15)

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