A reforma política e a nova ordem mundial

“Tanto mais que, por ser dado ao vinho é desleal; homem soberbo que não permanecerá; que alarga como o inferno a sua alma; e é como a morte que não se farta, e ajunta a si todas as nações, e congrega a si todos os povos.” (Habacuque 2 : 5)

charge reforma politica

Esse poder do cristo cósmico Baha’u’llah que está ajuntando para si todos os povos não está sendo aplicado apenas no mundo globalizado, mas também em muitos países, porém o primeiro passo é dividir para unificar melhor.

Em 2014 o Brasil vai iniciar uma reforma política. Embora ela esteja muito longe de chegar ao nível de lugares como a Inglaterra, Canadá e Islândia (lugares que já implantaram uma espécie de simulado do Parlamento Mundial), supostamente chegou a nossa vez.

Os atores desse cenário já são conhecidos e alguns deles são:

1) Black blocs – Embora o movimento seja classificado como uma tática anarquista, ele atua como a única forma de negociação que esses políticos estúpidos entendem, ou seja, o uso da força. O insuportável e eterno governador do PSDB de São Paulo, por exemplo, deveria negociar e não provocar a ira do grupo, pois não se trata de baderneiros desorganizados e sim de manifestantes que colocam em prática a guerrilha urbana nos estilos de Leon Trotsky.

2) Lula- Em uma recente entrevista ao sindicato dos metalúrgicos do ABC (Edição nº 3432 de 26/9/2013), o infeliz resolveu receber o espírito de Stalin para acabar com o sindicalismo.

estou no jogo

Apresento aqui algumas – apenas algumas – das frases mais cretinas que já saiu da boca desse ser: 1) “A vitória de Dilma é a Minha vitória” ; 2) “ Eu estou no jogo” e 3) “ A terceirização não tem que acabar, temos que regulamentá-la”.

3) E ainda tempos os neoliberais querendo fortalecer parcerias governamentais para destruir postos de trabalhos.

4) Lideranças evangélicas – Atores como Malafia, Marco Feliciano e outros querem apenas defender suas empresas e igrejas, pois o ativismo gay atrapalha e muito a vida fácil que levam. Esses não  se importam com valores da família.

6) Liderança católica – Querem se estabelecer através daquela velha lorota dizendo que são a única e verdadeira igreja.

6) O povo – Teoricamente, deveria ser ouvido pelos governantes, porém, como já decidido no Foro de São Paulo, cada vez que acontecer uma manifestação sem liderança, o PT e seus aliados ( PC do B, CUT, CGT…) vão  assumir o controle como representantes.

Como vimos, o poder de unificação está dividido é precisa ser reagrupado. É aqui que entra uma espécie de mini Parlamento Mundial durante a reforma política Brasileira, onde o povo deveria participar na câmara dos comuns ou baixa, no caso do Brasil, junto dos deputados, ONGS e outros ladrões.

A pergunta que fica no ar é: A que preço e quando isso será colocado em prática? Pelo jeito que as coisas caminham o Brasil está no rumo de uma guerra civil. Mais uma vez não existe espaço para o povo nessa nova ordem política.

http://www.smabc.org.br/smabc/tribunas.asp