Marco Feliciano e o beijo gay

O PT soube articular muito bem quando indicou esse  pastor deputado para o cargo de presidente da comissão de direitos humanos. Trata-se de um homem fraco na fé, facilmente seduzido pelo poder da avareza política,  não impõe qualquer respeito como líder espiritual e para piorar protege pastores estupradores como Marcos Pereira  através de um caixa 2 evangélico na câmara de deputados. Agora você sabe  por que a TV não falou nada sobre o assunto.

Diante de tantas nobres características do deputado, duas mocinhas vão até o litoral e promovem mais um desses beijaços. Isso abriu as portas para que a imprensa começasse a refletir sobre o artigo 208 do código penal.

Segundo o jornal “O Globo”, vários professores de direito começaram a entender que o beijo não foi nada demais como descrito abaixo:

“…É discutível porque tudo indica que a intenção delas não era atingir a religião dele, mas o deputado federal. O artigo visa a proteção do sentimento religioso. A intenção não era atingir o culto religioso, mas a pessoa. Elas não estavam escarnecendo a crença, mas a conduta dele como deputado federal — disse Kauffmann….”

O que o senhor Kauffmann fez de forma indireta foi justificar as manifestações desses beijaços usando o artigo 8 do PLC 122 que fala sobre a manifestação de afetividade gay. Isso criou a tese (o pastor reacionário usado como idiota útil) x ( O movimento gay preso apenas aos seus sentimentos canais de imoralidade) .

Ao decretar voz de prisão para as mocinhas e chamá-las de cachorrinhas só aumentou o ódio e a vontade de promover novos beijaços  pelos gays e lésbicas, especialmente nos cultos de Feliciano.

Esse conflito entre código penal x PLC 122 tende a se agravar a cada dia até que ambas as partes se confrontem no parlamento mundial do cristo cósmico Baha’u’llah com a reforma da ONU . É muito provável que a vitória  ( ou a síntese) seja do movimento gay, pois eles estão seguindo o principio que fala sobre o fim de toda forma de preconceito.

Enfim, esse é o preço que se paga quando abandona o evangelho para viver na política. Se o tal evento tivesse começado com um louvor verdadeiro e não músicos que queriam apenas exibir técnicas de guitarra sem qualquer sentimento, um apresentador que falasse da conversão/ santificação e não de um artigo penal ou  um pastor de verdade que orasse pela libertação espiritual dessas mocinhas tudo seria muito diferente.

“Mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas e as ambições de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera.”  (Marcos 4 : 19)

http://oglobo.globo.com/pais/especialistas-afirmam-que-nao-ha-crime-em-beijo-gay-em-culto-9996569

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