Morre mais um servo de Baha’u’llah ligado ao PT

Atualizado em 15/09/13

A morte de Gushiken possui  os números mais utilizados no Bahaismo. Esse ciclo aparece também em todas as figuras centrais da seita, onde o número nove aparece fechando o ciclo cabalístico. No caso desse político a data da morte usa o 13 (número de sorte)  e o 9 (número de Baha’u’llah).  O nove também aprece na soma da sua idade (6+3=9)

A mídia apresentou Luiz Gushiken como um herói do comunismo, mas em vida ele só distorceu e adaptou os princípios de Baha’u’llah para uma sociedade mais injusta e cheia de conflitos. Claro! Nem falaram da influência de Baha’u’llah, pois o segredo da riqueza nesse mundo é não revelar o nome do prometido.

 Luiz Gushiken admirava a criação do  Exército Mundial de Baha’u’llah. O sonho de ver tal força militar nas mãos de comunistas como a Rússia,  China  e Brasil eram fascinantes para esse político. Afinal, esse sempre foi o sonho de Stalin e Hitler. Embora ainda tímida, a participação do Brasil no exército mundial pode ser vista no Haiti. Até hoje não fizeram absolutamente nada por aquele povo. O que temos são bilhões  gastos em uma guerra sem fim.

Milhares de heróis morrem todo dia e são anônimos. Lutam por uma vaga em hospital, lutam para conseguir uma consulta enquanto o câncer se espalha pelo corpo ou  morrem pelas injustiças do governo. Esses são os Zé Ninguém, mas que para DEUS tem muito valor. Não compete julgar onde foi parar a alma desse homem, mas como servo de Baha’u’llah  que se encaixa totalmente como a besta do abismo de Apocalipse não se pode esperar muita coisa:

“Aquele que crê no Filho tem a vida eterna; mas aquele que não crê no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus sobre ele permanece.”  (João 3 : 36)

Apenas para registrar a importância de Luiz Gushiken como iniciador de lula nos mistérios maiores do esoterismo e a Nova Ordem Mundial de Baha´’u’llah,  segue abaixo um parecer da comunidade mundial:

“No início dos anos 90, quando em Brasília, como deputado federal, conheceu os escritos de Bahá’u’lláh, profeta fundador da Fé Bahá’í, e tornou-se um fervoroso defensor da visão da Nova Ordem Mundial trazida por Aquele Luminar Divino em meados do século XIX. De pronto, quando foi informado durante o seu mandato parlamentar que o ano de 1992 marcaria o centenário da Ascensão de Bahá’u’lláh, não hesitou em propor a convocação de uma sessão solene na Câmara dos Deputados para homenagear Aquele que, segundo as suas próprias palavras em seu pronunciamento de abertura daquele memorável evento, era o Autor da “mais colossal obra religiosa jamais escrita pela pena de um único Homem”. Esta sessão solene, de repercussão mundial, tornou Luiz Gushiken um parlamentar conhecido em mais de 180 países do planeta através da divulgação dada pelos bahá’ís daquele que bem pode ser considerado o primeiro ato de reconhecimento da Figura de Bahá’u’lláh em um parlamento nacional…”

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