Pancadão agora é patrimônio cultural do Brasil

O espectro da diversidade paira sobre a câmara dos deputados. A carta magna da nova ordem mundial, o Kitáb-i-aqdas (Apocalipse 10:1) abre suas páginas e o trovão da diversidade ruge como leão  no vale do amor. Nesse vale o peregrino encontra-se, embriagado pelo espírito do cristo cósmico, não sabe mais discernir entre o certo e o errado:

VALE DO AMOR – “…O viajante torna-se agora inconsciente de si próprio e de tudo além de si. Não vê a ignorância nem o conhecimento, nem a dúvida nem a certeza; não distingue entre a manhã da orientação e a noite do erro…” (Sete Vales – Baha’u’llah)

E assim,  os deputados Chico Alencar  e Jean Wyllys aprovam a “lei do pancadão”. Chamar essa lei de “lei do funk” não é correto, pois esse estilo da música black  americana possui arranjos e é muito bem elaborada, o que não acontece com o pancadão.

Segundo o deputado Jean Wyllis, famoso por promover a agenda gay e  tentar a legalização da prostituição, os, digamos assim, pancadeiros, sofrem preconceito pelas elites culturais.

Entende-se por elite cultural qualquer pessoa que possua o mínimo de gosto musical e não aceita ouvir jovens desafinados gritando letras pornográficas, vulgarizando  e humilhando as mulheres. Biblicamente falando, o pancadão está criando a sociedade descrita nos versículos abaixo:

SABE, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.
Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos,
Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, II Timóteo 3 (1-3)

A necessidade de manter o povo idiotizado é tão grande que essa lei diz no artigo 1 que o poder público dará proteção, entende-se aqui proteção  financeira, para os pancadeiros.

Art. 1º Fica definido que o funk constitui forma de manifestação cultural popular, e enquanto tal, digna do cuidado e proteção por parte do Poder Público, na forma da Lei.

Além disso, teremos que aturar carros no meio da rua com o som alto, pois é assim que são feitas as reuniões nas periferias. Aí de você se reclamar!  E agora com o apoio da mídia, pois aqueles programas insuportáveis de auditório não vão tocar outra coisa. O artigo três do “estatuto dos pancadeiros  e das periguetes promete apoiar essa nova forma de diversidade em todos os lugares:

Art. 3º Compete ao Poder Público assegurar ao movimento funk a livre realização de suas atividades e de manifestações próprias, como festas, bailes e reuniões, na forma da Lei

No artigo 4 vem a bomba… Agora palavras como  “ Dança sua vagabunda descendo até o chão. Late cachorra..Au! Au!” não poderão ser vistas como ofensas e sim “patrimônio cultural” ou uma manifestação artística da diversidade, pois segundo a lei quem discordar sofrerá punições.

Art. 4º (…) Parágrafo único – Qualquer tipo de discriminação,preconceito ou desrespeito, seja de natureza social , racial, cultural ou administrativo, contra o movimento funk ou seus integrantes, submeter-se-á às penas da Lei.

“Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.”  (Judas 1 : 7)

http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/451504-CULTURA-APROVA-FUNK-COMO-MANIFESTACAO-DA-CULTURA-POPULAR.html

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=603853&filename=Tramitacao-PL+4124/2008