Novo grão mestre da maçonaria será submisso a Baha’u’llah

A maçonaria brasileira está passando por uma revolução. No dia 09 de março as lojas que ostentam o título de “mestre” do Grande Oriente do Brasil (essas são praticamente as que governam  o país) escolherão o seu novo grão mestre. A mídia globalista mais uma vez mostrou apenas o um lado da maçonaria que se assemelha ao nosso ridículo, injusto  e podre sistema de governo (executivo, legislativo e judiciário), porém o lado espiritual foi escondido.

O dia 9 não foi escolhido por acaso, pois trata-se da iniciação do novo grão mestre nos mistérios maiores da maçonaria que levam a GADU. Desde a sua proclamação, Baha’u’llah está presente em todas religiões ou seitas e de uma forma ou outra ele é adorado, seja pelo seu sinal (a estrela de nove pontas), nome ou número (o nove).

Na maçonaria o 9 representa a obra completa do cristo cósmico e também a iniciação dos profetas nos mistérios maiores ( o nome perdido e secreto de “deus”).

O que essa eleição tem de diferente é  que está sendo regida  pelo número do cristo cósmico, isso indica que a maçonaria brasileira não medirá esforços para cooperar com a manifestação espiritual de Baha’u’llah o mais rápido possível. Isso pode ser visto no Artigo 2 capítulos IV e V  da Constituição Maçônica que diz:

Art. 2o – São postulados universais da Instituição Maçônica:
IV – a divisão da Maçonaria Simbólica em três graus;
V – a Lenda do Terceiro Grau e sua incorporação aos Rituais;

A lenda do terceiro grau é conhecida como a lenda de Hiram. É nela que temos a implantação da ordem mundial de Baha’u’llah.

Traduzindo para o cristianismo, essa lenda fala da guerra interna da maçonaria representada pela besta de 10 chifres contra a besta de dois chifres e de três reinos que cairão no futuro (Daniel 7 : 24).

Essa divergência global está descrita na lei de Baha’u’llah abaixo:

35. “.. Ao cumprir-se a Promessa e manifestar-Se o Prometido, divergências surgiram entre os povos da terra e cada qual seguiu sua própria fantasia e imaginações fúteis….”(Kitáb-i-aqdas Baha’u’llah)

Diz a lenda que Salomão (o anticristo)  querendo ser perfeito procurou o arquiteto Hiram que indicou Hiram  Abiff para a construção do templo (eis aqui a besta de dois chifres ou a besta da terra). Na medida em que a obra estava terminando três obreiros  (os três reinos que vão cair) desejaram ardentemente saber a grande palavra maçônica (o nome da besta) e o seu sinal. Hiram Abiff se negou a dizer, por isso o primeiro obreiro o golpeou com uma régua de 24 polegadas (somando o número temos 6 que representa a tribulação). O segundo com um esquadro de ferro (que representa os dentes do quarto animal descrito pelo profeta Daniel) e o terceiro golpeou de forma mortal a testa de Hiram Abiff ( o sinal da besta e a sua chaga mortal que será curada).

lenda hiram

Logo em seguida Salomão  e seus nove mestres eleitos ( a besta de 10 chifres)  acham o corpo de Hiram Abiff e  criam o sinal de horror na maçonaria.  No rito escocês esse sinal de horror se transforma em admiração ao sinal da besta  implantado na testa (a ferida de morte Hiram) que não é visto como a morte e sim o início de uma nova era.

O papel do Brasil na nova ordem mundial  de Baha’u’llah é servir quem estiver ganhando nesse joguinho estúpido de intrigas políticas.

http://gobeadm.tempsite.ws/site/link_noticias/2013/240-2013-eventos-outros/5354-jornal-di%C3%A1rio-da-manh%C3%A3-publica-artigo-com-o-t%C3%ADtulo-%E2%80%9Celei%C3%A7%C3%A3o-na-ma%C3%A7onaria%E2%80%9D.html
http://www1.folha.uol.com.br/poder/1239836-maconaria-se-prepara-para-escolher-seu-novo-grao-mestre.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1239836-maconaria-se-prepara-para-escolher-seu-novo-grao-mestre.shtml