O desafio de Malafaia

A teologia da prosperidade tem suas origens através do pastor americano chamado Kenneth Hagin (1917 —2003). Esse homem recebeu um espírito demoníaco em sua casa que se fez passar por Jesus e ensinou as quatro etapas para a riqueza.  A técnica usada sempre foi texto fora do contexto.

Diante dessa verdade não existe nada para ser desafiado e esse pastor chato não merece nenhum crédito. Ainda bem que temos o youtube e não foi necessário ver toda a palestra com um discurso fascista e propagandas dos produtos malafaia (isso inclui o seu filho).

Aos 35:00 do vídeo a  criatura tirou  do  contexto II Coríntios 9 : 8, uma passagem que exortava o cristão primitivo a semear em nome da solidariedade com irmãos e outras igrejas que passavam por dificuldades ( II Coríntios 9:9 e Atos 4 : 35).

A igreja antiga semeava devido o  amor pelo próximo e colheu os seus frutos de forma digna, coisa que não existe na teologia da prosperidade, pois a mesma é vista apenas como um investimento de curto e longo prazo,  sem santificação e totalmente individualista.

O que esse pastor faz, muito longe de ajudar algum cristão como na igreja primitiva, é investir as suas “$semente$ ofertante$” em um programa fútil na TV Bandeirantes chamado “Fala Malafaia” que visa apenas implantar a agenda global do bahaismo no meio evangélico, onde questões de ordem social, política, religiosa e econômica serão debatidas no parlamento mundial de Baha’u’llah. Lei geral da copa ou caso Cachoeira…que serventia tem isso para o cristianismo?

A teologia da prosperidade é útil para a NOM, pois o princípio é o mesmo, ou seja, semear em troca de alguma vantagem financeira. É dessa forma que será implantada a marca da besta, pois os países ricos  ajudarão os paises pobres (Daniel 2 : 41) em troca de juros e o ser humano será massa de manobra usando uma estrela de nove pontas no meio da testa.Sim! Povo marcado é um povo “feliz”. Continue assim Malafaia que você também vai andar com uma marca dessas bem  no meio da sua careca camuflada.

Aqui se encerra esse desafio estúpido e infantil que não edifica a vida de ninguém. Acaso essa cegueira será curada diante de argumentos incontestáveis contra a teologia da prosperidade? Não, de forma alguma!

“E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.”  (II Pedro 2 : 3)

Pelo menos uma vez na vida tome uma atitude de homem e não coloque o próximo programa no ar, pois não gastarei energia elétrica com algo inútil.

http://www.estudosdabiblia.net/d28.htm

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