Governo paulista e mercados comemoram o fim das sacolas com muito lucro

“AI dos que decretam leis injustas, e dos escrivães que prescrevem opressão.”  (Isaías 10 : 1)

Resumo: Superfaturamento na venda das tais sacolinhas ecologicamente corretas e risco de epidemia são as principais metas do partido PSDB. O partido tem o controle da  prefeitura e há décadas o Governo do Estado de São Paulo; agora achou na economia verde, inspirada nos ensinamentos de Baha’u’llah , a fonte para enriquecer roubando dos pobres.

Esse é o PSDB…gerando desemprego “ecologicamente correto”  e levando mais  pessoas para o bolsa família do PT.

Lourival Batista Pereira, coordenador da secretaria de Saúde e Meio Ambiente do sindicato, explica que o objetivo é chamar a atenção da população para o acordo, que trará mais benefícios aos envolvidos do que ao meio ambiente.

Segundo ele, as novas sacolas deverão custar R$ 0,22 aos consumidores e R$ 0,03 aos supermercadistas, o que revela o grande lucro das empresas. Lourival entende que outras embalagens, como as de óleo, principalmente lubrificantes, são muito mais nocivas ao meio ambiente e nem por isso estão no centro de políticas de restrição de uso.

Pereira destaca ainda que o acordo para redução das sacolinhas é desnecessário. “Em 2014 entra em vigor a lei dos resíduos sólidos, que vai disciplinar inclusive a questão das embalagens.”

Um estudo da Agência Ambiental Britânica, divulgado recentemente, aponta que o PEAD (Polietileno de Alta Densidade), utilizado para fabricar as sacolas plásticas, é 200 vezes menos nocivo ao meio ambiente do que as matérias – primas utilizadas na fabricação das Ecobags.

UM RISCO À SAÚDE PÚBLICA NAS SACOLAS RETORNÁVEIS

A preocupante contaminação de milhares de pessoas pela bacteria Escherichia coli e a ocorrência de dezenas de mortes, no Hemisfério Norte, suscita urgente reflexão sobre a campanha que se faz no Brasil contra a utilização de sacolas de plástico. Como se sabe, elas têm sido o bode expiatório do meio ambiente, dentre todos os resíduos sólidos, antes mesmo de se aplicar a nova legislação federal sobre o tema. Leis restritivas são aprovadas em estados e municípios, à revelia da Constituição, e se celebram acordos para extingui-las. Contudo, de modo comprovado, elas são as embalagens mais higiênicas para o transporte de alimentos.

Em junho de 2010, conclusivo estudo da Universidade do Arizona (EUA) referendou os alertas que já vínhamos fazendo quanto ao perigo de contaminações cruzadas pela E. Coli em sacolas retornáveis de supermercados. Não se pode afirmar ser essa a causa da atual epidemia, que já afetou 13 países europeus, os Estados Unidos e o Canadá. Contudo, considerando a constatação científica anterior, não se deve correr qualquer risco. Afinal, estamos falando de saúde pública e vidas humanas.

http://www.abief.com.br/noticias.php#235