Grã-Bretanha não se une ao pacto fiscal na esperança de algo maior

Resumo da notícia:  Isolada, Grã-Bretanha recebe onda de críticas após veto europeu -A decisão britânica de não se unir ao pacto para coordenação fiscal e disciplina orçamentária entre os países da União Europeia provocou fortes críticas por parte de comentaristas e políticos europeus.

O pacto, anunciado durante uma reunião de cúpula entre os líderes da UE terminada na sexta-feira, tem como objetivo acalmar os mercados financeiros sobre a crise das dívidas europeias. O tratado teve apoio de 26 dos 27 países do bloco – apenas a Grã-Bretanha ficou de fora.

Para muitos analistas, a decisão britânica não chega a ser uma surpresa, já que o país, um dos dez do bloco que não adotaram o euro como moeda, vem se mantendo cada vez mais à margem do projeto europeu.

Comentário: O autor da matéria bem que tentou ocultar a verdade dessa notícia no final da matéria, mas o fiasco ficou evidente. Primeiro a notícia diz que a Grã-Betanha está isolada, mas no final tentaram dar uma concertada dizendo que não é bem assim e usa comentário de outros analistas.

A verdade é que a Grã Betanha está isolada e  aguarda ansiosamente o controle da economia mundial, por isso não precisa se preocupar com algo tão inferior, pois em breve Baha’u’llah irá agraciar um descendente da Rainha Vitória com o cargo de executivo mundial (vulgo anticristo).

Já na União Européia, os tentáculos do comunismo (Rússia e China)  começam a surgir para dividir ou destruir  esse bloco capitalista. As novas decisões não mudaram muita coisa, pois a economia illuminati continua atrelada aos empréstimos aumentando apenas o rigor para conseguir o dinheiro, ou seja, eles ainda insistem que a teoria de Keynes  com suas privatizações, sendo que isso gera  colapso, desemprego, e c mais orrupção criada por essas ONG$.

Um serviço que era feito pelo Estado (educação e saúde) tem um gasto muito maior devido ao alto valor repassado ao serviço de gestão pública e suas ONG$.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111210_europa_reacao_rw.shtml