Os princípios sociais da Nova Ordem Mundial – Parte 6

A onu, através de suas inúmeras agências, tem aplicado 12 princípios sociais revelados por Baha’u’llah em escala mundial para unificar a humanidade. Para que todos se curvem a essa estratégia de unificação as áreas: Social, Política, economia e religiosa (principalmente cristãos desatentos) tem obedecido esses ensinamentos durante séculos.Conheça quais são e como acompanhar a evolução de cada um através das notícias do dia a dia.

6) Independente pesquisa da verdade

Segundo Baha’u’llah, a verdade deve ser pesquisada livremente, ou seja, para cada pessoa existe uma verdade pessoal. Isso na prática se chama relativismo. Abaixo temos um diálogo de um ator desconhecido que define muito bem o que isso significa:

A Verdade é Relativa? (Um diálogo entre Sócrates e Protágoras)

Protágoras: A verdade é relativa. É somente uma questão de opinião.

Sócrates: Você quer dizer que a verdade é mera opinião subjetiva?

Protágoras: Exatamente. O que é verdade para você, é verdade para você, e o que é verdade para mim, é verdade para mim. A verdade é subjetiva.

Sócrates: Você quer dizer realmente isso? Que minha opinião é verdadeira em virtude de ser minha opinião?

Protágoras: Sem dúvida!

Sócrates: Minha opinião é: A verdade é absoluta, não opinião, e que você, Sr. Protágoras, está absolutamente em erro. Visto que é minha opinião, então você deve conceder que ela é verdadeira segundo a sua filosofia.

Protágoras: Você está absolutamente correto, Sócrates.

No diálogo acima, a verdade relativa  é apresentada como uma mentira absoluta que apenas possui duas faces sobre um mesmo conceito  errado.

Algo semelhante aconteceu no Jardim do Éden entre Adão e Eva; quando eles foram tentados por satanás,  “acreditam” que seriam conhecedores do bem e do mal se tornando  iguais a DEUS. Dessa forma, satanás transformou a primeira mentira absoluta  em verdade relativa.

O homem conheceu o bem e o mal, mas DEUS sujeitou os dois de acordo com Sua vontade é por esse motivo que a Bíblia e os ensinamentos do senhor Jesus são a única verdade absoluta:

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim. (João 14 : 6)

Mas satanás ataca novamente com o relativismo distorcendo a palavra de DEUS no novo testamento quando Jesus é tentado,  retirando  palavras do Salmo de Davi para tentar enganar Jesus  (Lucas 4:11).

O conceito acima é a principal fonte do relativismo profético dos dias atuais.Abaixo temos três exemplos de relativismos mais praticados pela nova ordem mundial.

Relativismo profético e escatológico

No relativismo profético temos as famosas profetadas sem base Bíblica que são utilizadas em várias igrejas, mais conhecidas como: “o senhor me revelou” quando ele não disse nada além do que está nas escrituras.

Já no escatológico, é criada uma mentira absoluta e a mesma é compartilhada por muitos. A cada dia as profecias de Wellen G. White,a primeira pessoa a ser enfeitiçada pelo Báb no ocidente, são aceitas por vários grupos de cristãos.

A famosa profetada de Ellen G. White que tem  o presidente americano como  anticristo e o papa como a besta está sendo a cada dia mais aceita ente vários  estudiosos de escatologia. Para não fazerem feio as profecias de Ellen, os católicos chamam a Besta (o Papa no adventismo)  de anti-papa.

Relativismo na internet:

Com o objetivo de distorcer a verdade, surgiu a internet 2.0, termo criado por Tim O’Reilly. O leitor começou a ter o poder de interagir através dos comentários. Infelizmente uma pessoa maliciosa é capaz de destruir um artigo escrevendo uma série de mentiras. No  “Yahoo Perguntas e Respostas” são apresentados vários pontos de vista sobre a mesma pergunta, e assim o leitor escolhe a que mais lhe agradar, criando mais confusão do que realmente ajudando. Também temos o “AdSense” do Google, através dessa ferramenta pode ser criado um link para um site onde a palavra de DEUS é totalmente distorcida. Algo semelhante a isso estará presente nas TVs digitais e celulares.

Relativismo da mídia

Na ilustração abaixo, extraída do site BBC, temos três pontos de vista sobre uma notícia do Bolsa Família criado pelo  governo esquerdista. A notícia em destaque diz que o
Bolsa Família não é a solução para a pobreza, a do lado superior direito já diz que é um projeto útil para a ONU e outra fala sobre o aumento de 48% no projeto, ou seja, o leitor escolhe  como verdade o que ele achar melhor.

Relativismo cultural

A ONU, através da sua agência UNESCO, tem conseguido implantar o relativismo cultural nos mais diversos seguimentos. O relativismo da diversidade gay, dos cursos de teologia e da implantação da consciência ambiental está sendo  implantado com sucesso no cristianismo (católico e evangélico), distorcendo assim a palavra de DEUS.

“…A UNESCO no Brasil aplica esta recomendação, por meio de um acordo de cooperação com o Ministério do Meio Ambiente para a execução do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA), cujos objetivos são: Assegurar, no âmbito educativo, a integração equilibrada das múltiplas dimensões da sustentabilidade – ambiental, social, ética, cultural, econômica, espacial e política – ao desenvolvimento do País, resultando em melhor qualidade de vida para toda a população brasileira …”.

Referências:

http://www.monergismo.com/textos/apologetica/verdade_relativa_socrates.htm

http://www.unesco.org/pt/brasilia/special-themes/education-for-sustainable-development/environmental-education/#c37579

http://br.answers.yahoo.com/

http://www.brasilwiki.com.br/

http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal

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O mito da divisão islâmica

O mito da divisão islâmica

Israel, por ser um país livre e democrático, está internamente dividida entre ortodoxos, ultra-ortodoxos, liberais, laicos, ateus, e até árabes muçulmanos. Já o Islam é uma grande unidade totalmente baseada no Corão e demais escrituras sagradas.

Venho estudando detidamente os fundamentos do Islam e as estratégias diplomáticas utilizadas no trato com o Ocidente e Israel. É fato que existem sérias divergências entre os países islâmicos, entre as quais:

– Persas x Árabes- Xi’itas x sunitas- Islamismo x nacionalismos- Estados x Estados

Se tomarmos em consideração a faixa de Gaza, por exemplo, no caso de um conflito no qual Israel perca o controle que ainda mantém sobre o território e tendo em vista o apoio total recebido do Irã pelo Hamas, colocaria problemas imediatos para o Egito. Um enclave iraniano ali o ameaçaria diretamente. Deve-se contar com a hipótese de que, mesmo sem a ocupação por tropas iranianas, Gaza pode se tornar um santuário para terroristas xi’itas que teriam uma base segura para atacar a liderança árabe nacionalista e laica (até certo ponto) do Egito Sunita. A Turquia é outro país ameaçado pela política agressiva do Irã, assim como a Arábia Saudita.

Não obstante, que ninguém se fie de que estas divergências se sobrepõem à estrita unidade islâmica quando tratam com os infiéis. Tentar explorar estas desavenças é cair numa armadilha sem saída. A visão islâmica do mundo obedece a linhas que não levam absolutamente em consideração a geopolítica, como fazem os Ocidentais, mas sim princípios religiosos: é o mundo islâmico, ummah, Dar al-Islam, e a vasta região de territórios dos dhimmi, a conquistar para a fé islâmica: o Dar al-Harb. E entre os primeiros estão os Judeus, nunca perdoados desde que recusaram a conversão exigida pelo próprio Profeta Maomé. É preciso deixar claro que, por irracional que pareça, a política é um assunto secundário para os muçulmanos, bem assim como a sobrevivência pessoal.

Arábia Saudita, Egito, Turquia e todos os demais se rejubilariam com um ataque nuclear iraniano que destruísse Israel, mesmo que parte da população ‘palestina’ fosse também evaporada. O único que temem é que o Irã se aproveite disto para estabelecer a hegemonia persa xi’ita em todo o Oriente Médio.

Israel, por ser um país livre e democrático, está internamente dividida entre ortodoxos, ultra-ortodoxos, liberais, laicos, ateus, e até árabes muçulmanos. Já o Islam é uma grande unidade totalmente baseada no Corão e demais escrituras sagradas. O grande risco é basear qualquer política de enfrentamento confiando que no Islam também existem liberais e moderados. É totalmente falso e o mito da tolerância islâmica é uma lenda inventada por Edward Saïd, um dos mais desonestos escritores de um século mentiroso por excelência. Sua publicação de Orientalism em 1978 tornou-se rapidamente um best seller e influenciou todos os estudos acadêmicos sobre o Oriente desde então. Numa década de auto-ódio dos acadêmicos americanos, interessados em tudo que fosse hate America first – que infelizmente retoma toda força com a administração Obama – caiu como uma mosca do mel. Não nos esqueçamos de que aquele ano foi o auge da dominação marxista na administração Carter que culminou no ano seguinte com a traição ao Xá e a tomada do poder pelos Aiatolás que hoje ameaçam desencadear o novo Holocausto. Saïd, para deleite de seus leitores, usava orientalismo para significar uma tradição ocidental de interpretações preconceituosas do Oriente baseadas no imperialismo europeu dos séculos XVIII e XIX. Doces palavras para ouvidos pervertidos pela obsessão anti Ocidental e anti-semita!

Que digam os israelenses que confiaram durante anos na ‘tolerância’ turca e agora enfrentam um novo tipo de marinha: além da de guerra e da mercante, os turcos inventaram a ‘marinha humanitária da paz’!

Heitor De Paola

http://www.midiasemmascara.org/artigos/religiao/11290-o-mito-da-divisao-islamica.html

Comentário: De fato, o problema no oriente médio é religioso e somente um líder espiritual que esteja em  ambos os lados poderia  supostamente resolver esse problema. Baha’u’llah cumpre tanto as profecias judaicas como as  islâmicas (ver mais em Baha’u’llah e o trono do rei Davi).