Começa a implantação do Consenso de Monterrey

O consenso de Monterrey é mais uma etapa para unificar a economia global que fulminará com a implantação da Ordem Mundial de Baha’u’llah portadora do seu Sinal, nome e o número de letras do seu nome (Apocalipse 13:17).

São Paulo – Começa amanhã (29), em Doha, capital do Catar, a Conferência Internacional sobre Financiamento ao Desenvolvimento para a Revisão da Implementação do Consenso de Monterrey. Convocada pela Assembléia Geral das Nações Unidas, a conferência segue até o próximo dia 2 de dezembro com a participação de chefes de estado e de governo, bem como de chanceleres e ministros de mais de 150 países.

O Consenso de Monterrey é uma declaração pela qual os países se comprometeram a reforçar mecanismos de financiamento ao desenvolvimento, de modo a cumprir as Metas de Desenvolvimento do Milênio. O documento foi assinado em 2002 durante uma conferência realizada na cidade de Monterrey, no México.

Considerado um marco na diplomacia econômica multilateral, por abordar o fenômeno do desenvolvimento em suas diversas dimensões, o documento se divide em seis capítulos: Mobilização de Recursos Internos; Mobilização de Recursos Externos; Comércio Internacional; Ajuda, Cooperação Financeira e Mecanismos Financeiros Inovadores; Dívida Externa; Questões Sistêmicas: Coerência nos Sistemas Monetário, Cambial e Comercial.

(Resolução aprovada na plenária, realizada em 10 de junho de 2003)

A ASSEMBLÉIA GERAL,

TENDO VISTO:

O artigo 30 da Carta da Organização dos Estados Americanos, que estabelece que os Estados membros, “inspirados nos princípios de solidariedade e cooperação interamericanas, comprometem-se a unir seus esforços no sentido de que impere a justiça social internacional em suas relações e de que seus povos alcancem um desenvolvimento integral, condições indispensáveis para a paz e a segurança”;

O que é o Consenso de Monterrey?

No seguimento dos ODM definidos em 2000, em Março de 2002, teve lugar a Conferência de Monterrey no México, com o objetivo de rever e indicar novas formas de financiamento da Cooperação, com especial incidência para o auxílio prestado sob forma de apoio orçamental e da sua correlação com a capacitação institucional.

Consenso de Monterrey: todos os países foram unânimes com a concepção de que um financiamento direto aos orçamentos requer a capacitação generalizada dos recursos humanos aí existentes, por forma a que os esforços financeiros não sejam desvirtuados das suas funções de apoio, e possam efetivamente constituir elemento de mudança. Neste sentido, estabeleceu-se que até 2010 ao APD deveria atingir os 0,56 % do RNB, chegando em 2015 aos 0,7% do RNB dos países aí reunidos.

http://www.anba.com.br/noticia_diplomacia.kmf?cod=7927411

http://www.oas.org/juridico/portuguese/ag03/agres1911.htm

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Russo prevê divisão territorial dos EUA

Russo prevê divisão territorial dos EUA por conta da crise

POLÊMICA

Panarin diz ter feito essa previsão pela primeira vez em 1998, na Austrália

Um professor da academia diplomática do Ministério do Exterior da Rússia está causando polêmica por conta de seus prognósticos sobre o futuro dos Estados Unidos após a atual crise econômica, a mais grave desde a década de 1930. Segundo Igor Panarin, a crise vai levar os EUA ao colapso, e provocará uma divisão do país em seis novas nações.

Panarin, um respeitado analista político da Rússia, fez a previsão em uma entrevista ao jornal Izvestia, de acordo com o blog político americano Drudge Report. “Nada dá segurança ao dólar. Os débitos externos cresceram como uma avalanche. Em 1998, quando fiz a minha previsão pela primeira vez, já tinham passado de US$ 2 trilhões. Agora, passou de US$ 11 trilhões. Essa é uma pirâmide que só pode ruir”, disse Panarin, afirmando ter feito essa previsão dez anos atrás, em uma conferência internacional na Austrália.

Segundo ele, várias razões vão quebrar a economia americana, como o fato de que “milhões de cidadãos perderam suas poupanças, os preços e o desemprego estão subindo, a Ford e a General Motors estão à beira da falência e os governadores já começam a pedir dinheiro do governo federal”. No fim desse processo, diz Panarin, haverá uma “mudança no sistema regulatório financeiro em escala global”, e os EUA serão substituídos pela China e pela Rússia no papel de maior regulador da economia.

Panarin completa o raciocínio afirmando que a única coisa que evita a “insatisfação total” nos EUA é a esperança de que Barack Obama fará milagres, e logo “ficará claro que não existem milagres”. Isso tudo se somará ao “cenário político vulnerável, à falta de leis nacionais unificadas e às divisões entre a elite, que ficaram claras”.

A divisão territorial dos EUA, diz Panarin, teria (1) um país na costa do Pacífico (influenciada pela crescente população chinesa), (2) o Sul (com os hispânicos), (3) o Texas (onde já existem movimentos de independência), (4) a costa do Atlântico (onde a população têm uma mentalidade diferente),(5) os estados mais pobres da região central (onde há grande número de nativos) (6) e os estados do Norte (onde vem crescendo a influência do Canadá). Perguntado sobre o (7) Alasca, estado comprado pelos EUA da Rússia no fim do século 19, Panarin disse que seu país “poderia tentar reaver” o território.

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI17961-15227,00-RUSSO+PREVE+DIVISAO+TERRITORIAL+DOS+EUA+POR+CONTA+DA+CRISE.html

Obs. Se essa divisão realmente acontecer, muitos cristãos vão associar as sete divisões territoriais dos EUA com as sete cabeças e os sete montes descrito em Apocalipse de forma errada. E atribuirão o título de Anticristo ao presidente americano.