Artefatos mágicos – A arca perdida

arca-perdidaUma observação importante! A verdadeira arca da aliança encontra-se no céu e no templo de DEUS. Isso está escrito no versículo abaixo:

E abriu-se no céu o templo de Deus, e a arca da sua aliança foi vista no seu templo; e houve relâmpagos, e vozes, e trovões, e terremotos e grande saraiva. (Apocalipse 11 : 19)

Essa outra Arca é um instrumento da alta magia e está carregada de força elétrica. Segundo os ocultistas, ela consegue ficar acesa por um bom tempo. Ela foi especialmente projetada para se encaixar na tumba de Bahá’u’lláh e assim dar início a todos os seus sinais unificadores.

Ai de ti Bahá’is pelo roçar de muitas asas que acabaram colonizando o continente africano em busca da arca! Profecia de Isaias capítulo 18 contra a Etiópia:

1 Ai da terra que ensombreia com as suas asas, que está além dos rios da Etiópia.

2 Que envia embaixadores por mar em navios de junco sobre as águas, dizendo: Ide, mensageiros velozes, a um povo de elevada estatura e de pele lisa; a um povo terrível desde o seu princípio; a uma nação forte e esmagadora, cuja terra os rios dividem.

A fé Bahá’i tem um carinho muito especial pelos Africanos. Durante o ministério de ‘Abdu’l-Bahá a Fé chegou a Túnis e pela primeira vez alguns de seus apoiadores ocidentais seguiram espalhando a Mensagem Bahá’í no sudeste da África. Em sua epistola do plano divino Abdu’l’bahá diz ter encontrado uma mina valiosa na África para todo o gênero humano:

“ Se diz que na África do Sul foi descoberta uma mina de diamantes. Mesmo que essa mina seja muito valiosa, ainda assim é pedra. Oxalá por meio de Deus, a mina do gênero humano possa ser descoberta e as pérolas brilhantes do Reino possam ser encontradas…”

Nessa outra citação, o Guardião da Fé (Shoghi Effendi) diz que existe algo no continente africano que contribuirá imensamente para o mundo todo Bahá’i:

“O espírito dos crentes africanos é muito comovente, muito nobre, e de fato apresenta um desafio a seus companheiros bahá’ís em todo o mundo. Parece que Deus dotou estas raças, vivendo no assim chamado continente ‘negro’, com grandes faculdades espirituais e, ademais, com faculdades mentais que, à medida que eles amadurecem na Fé, contribuirão imensamente para o todo, de um ex-tremo ao outro do mundo bahá’í…”

E assim a fé iniciou uma cruzada de dez anos (1953/1963) no continente que colonizou mais de 131 locais. A importância da colonização desse continente foi tão grande que o Guardião da fé nomeou seis cavaleiros de Bahá’u’lláh para essa missão que são:

– Enoch Olinga, Cameroon Britânico

– David Tanyi, Togo Francês

– Edward Tabe, Togo Britânico

– Samuel Njiki, Cameroon Francês

– Martin Eballa, Protetorado Ashanti

– Martin Manga, Protetorado para o Território Nordeste

Mas essa cruzada dos templários de Baha’u’llah não buscava apenas pessoas e sim as igrejas na áfrica que escondem réplicas da arca mágica. Isso foi pode ser comprovado no livro do escritor Grarham Hancock. Abaixo segue uma pequena citação muito interessante sobre esse evento:

A igreja ortodoxa etíope venera uma relíquia que acredita ser a verdadeira arca perdida. Esta arca está na igreja de Santa Maria de Zion, na cidade de Axum, há mais de 1.600 anos. É protegida por um guardião: um sacerdote copta que nunca se separa dela e nunca permite que ninguém a veja, nem sequer os imperadores da Etiópia. As outras 20 mil igrejas da Etiópia guardam um réplica da arca em uma sala conhecida como sanctasanctorum. A igreja que não possui uma réplica não é considerada sagrada.

O escritor Graham Hancock ouviu falar desta lenda pela 1ª vez em 1963, enquanto escrevia um livro sobre a Etiópia. Encontrou a 1ª referência de que a arca tinha ido parar na Etiópia no livro sagrado Kebra Nagast, também chamado de Glória dos Reis.

Essa é a verdade sobre o mistério que envolve a África, um país dominado pela feitiçaria, com a fé. Mas ainda existem outros artefatos que serão usados no dia da revelação de Baha’u’llah. O próximo se chama Táhirih que é comparada pela fé Bahá’i como a Virgem de Fátima:

“Não é de estranhar, pois, que Abdu’l-Bahá houvesse juntado o nome de Táhirih aos de Sara, de Asiyíh, da Virgem Maria e de Fátima…” (Shoghi Effendi)

Assim como no quadro de Leonardo da Vinci, a bela Táhirih fez parte dos 18 apóstolos do Báb (o sétimo rei). Agora é a vez da corrida pelo Santo Graal…!

http://br.geocities.com/lameireles/arca.html

http://www.gnosisonline.org/Teologia_Gnostica/Moises_e_os_Misterios_da_Alquimia.shtml

Atenção se você for um cristão fraco na fé procure não ler artigos sobre gnose.

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