Novo grão mestre da maçonaria será submisso a Baha’u’llah

A maçonaria brasileira está passando por uma revolução. No dia 09 de março as lojas que ostentam o título de “mestre” do Grande Oriente do Brasil (essas são praticamente as que governam  o país) escolherão o seu novo grão mestre. A mídia globalista mais uma vez mostrou apenas o um lado da maçonaria que se assemelha ao nosso ridículo, injusto  e podre sistema de governo (executivo, legislativo e judiciário), porém o lado espiritual foi escondido.

O dia 9 não foi escolhido por acaso, pois trata-se da iniciação do novo grão mestre nos mistérios maiores da maçonaria que levam a GADU. Desde a sua proclamação, Baha’u’llah está presente em todas religiões ou seitas e de uma forma ou outra ele é adorado, seja pelo seu sinal (a estrela de nove pontas), nome ou número (o nove).

Na maçonaria o 9 representa a obra completa do cristo cósmico e também a iniciação dos profetas nos mistérios maiores ( o nome perdido e secreto de “deus”).

O que essa eleição tem de diferente é  que está sendo regida  pelo número do cristo cósmico, isso indica que a maçonaria brasileira não medirá esforços para cooperar com a manifestação espiritual de Baha’u’llah o mais rápido possível. Isso pode ser visto no Artigo 2 capítulos IV e V  da Constituição Maçônica que diz:

Art. 2o – São postulados universais da Instituição Maçônica:
IV – a divisão da Maçonaria Simbólica em três graus;
V – a Lenda do Terceiro Grau e sua incorporação aos Rituais;

A lenda do terceiro grau é conhecida como a lenda de Hiram. É nela que temos a implantação da ordem mundial de Baha’u’llah.

Traduzindo para o cristianismo, essa lenda fala da guerra interna da maçonaria representada pela besta de 10 chifres contra a besta de dois chifres e de três reinos que cairão no futuro (Daniel 7 : 24).

Essa divergência global está descrita na lei de Baha’u’llah abaixo:

35. “.. Ao cumprir-se a Promessa e manifestar-Se o Prometido, divergências surgiram entre os povos da terra e cada qual seguiu sua própria fantasia e imaginações fúteis….”(Kitáb-i-aqdas Baha’u’llah)

Diz a lenda que Salomão (o anticristo)  querendo ser perfeito procurou o arquiteto Hiram que indicou Hiram  Abiff para a construção do templo (eis aqui a besta de dois chifres ou a besta da terra). Na medida em que a obra estava terminando três obreiros  (os três reinos que vão cair) desejaram ardentemente saber a grande palavra maçônica (o nome da besta) e o seu sinal. Hiram Abiff se negou a dizer, por isso o primeiro obreiro o golpeou com uma régua de 24 polegadas (somando o número temos 6 que representa a tribulação). O segundo com um esquadro de ferro (que representa os dentes do quarto animal descrito pelo profeta Daniel) e o terceiro golpeou de forma mortal a testa de Hiram Abiff ( o sinal da besta e a sua chaga mortal que será curada).

lenda hiram

Logo em seguida Salomão  e seus nove mestres eleitos ( a besta de 10 chifres)  acham o corpo de Hiram Abiff e  criam o sinal de horror na maçonaria.  No rito escocês esse sinal de horror se transforma em admiração ao sinal da besta  implantado na testa (a ferida de morte Hiram) que não é visto como a morte e sim o início de uma nova era.

O papel do Brasil na nova ordem mundial  de Baha’u’llah é servir quem estiver ganhando nesse joguinho estúpido de intrigas políticas.

http://gobeadm.tempsite.ws/site/link_noticias/2013/240-2013-eventos-outros/5354-jornal-di%C3%A1rio-da-manh%C3%A3-publica-artigo-com-o-t%C3%ADtulo-%E2%80%9Celei%C3%A7%C3%A3o-na-ma%C3%A7onaria%E2%80%9D.html

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1239836-maconaria-se-prepara-para-escolher-seu-novo-grao-mestre.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/poder/1239836-maconaria-se-prepara-para-escolher-seu-novo-grao-mestre.shtml

Impeachment na maçonaria

O líder máximo dos maçons entrega à biblioteca livros com os segredos da organização e pode ser afastado, algo inédito

Wilson Aquino

SEGREDOS REVELADOS

Marcos José da Silva, o grãomestre:

traição ao juramento

O sigilo que cerca os rituais, códigos e tradições são a marca da maçonaria que, ao longo dos séculos, protegeu com um manto de silêncio as particularidades do seu universo. Recentemente, uma pessoa resolveu quebrar essa regra, justamente a autoridade máxima do Grande Oriente do Brasil (GOB) – a maior associação maçônica e mais antiga no País –, o soberano grão-mestre-geral da Ordem, Marcos José da Silva. Ele, simplesmente, registrou na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, 21 livros secretos que explicam os ritos misteriosos da irmandade. A iniciativa acarretou uma reação à altura: pela primeira vez, um presidente da instituição poderá sofrer impeachment. Para se ter uma ideia da gravidade da situação, o GOB foi fundado no Brasil em 1822, tem 60 mil membros e nunca antes na história da maçonaria algo similar havia acontecido.

A assembleia que decide o destino e possível punição de Silva está marcada para o sábado 18, no Templo Nobre do GOB, em Brasília. Mas a briga já começou. O grão-mestre-geral recorreu ao Supremo Tribunal Federal Maçônico (STFM) – as instituições maçônicas reproduzem em quase tudo a sociedade civil – e conseguiu liminar para retirar o assunto da pauta. Porém, os 600 maçons que estiverem presentes à assembleia podem deliberar o contrário e manter a votação para abertura do processo de impeachment. O delito cometido por Silva está previsto em dois artigos do código penal maçônico: o 73, inciso XIV, condena quem “facilitar ao profano (não maçom) o conhecimento de símbolo, ritual, cerimônia ou de qualquer ato reservado a Maçom” e o artigo 74, inciso I, pune a traição ao juramento maçônico no qual figura o sigilo.

Mas por que justamente o grão-mestre teria ferido um dos princípios básicos da organização? Há algumas versões. Os defensores de Silva sustentam que ele registrou os livros secretos para evitar que outra pessoa com interesses escusos o fizesse. Seria uma iniciativa para proteger a associação de oportunistas no futuro. Os maçons favoráveis ao afastamento de Silva, por sua vez, veem má-fé e cobiça, pois agora ele figura como organizador das obras que revelam os segredos maçônicos. Isso, na prática, lhe confere os direitos autorais sobre a mesma. Ou seja, ele passou a ter direito a comissão de 5% sobre o preço de capa de eventuais livros baseados no conteúdo registrado por ele. Essa tese é reforçada pelo raciocínio de que Silva poderia ter feito o registro em nome do GOB e não no dele próprio. Os livros secretos não estão disponíveis para qualquer um manuseá-los. Mas, além de alguém poder reivindicar na Justiça o direito de vê-los, os funcionários da Biblioteca Nacional já têm acesso ao material. Não há mais sigilo.

Fiel ao estilo da maçonaria, o registro das obras foi feito na moita, assim como a denúncia efetivada por uma pessoa ligada ao GOB e que trabalha na Biblioteca Nacional. “Como maçom, me sinto ultrajado e decepcionado. Se um aprendiz mostra o livro dos rituais a um profano, ele é sumariamente expulso”, esbraveja um dos deputados da Soberana Assembleia Federal Legislativa da instituição, que vai participar da sessão e por isso preferiu não se identificar. “Isso é uma aberração. O que sustenta a irmandade é o sigilo em torno dos seus ritos e a tradição. Até porque esses ritos são usados por maçonarias de outros países”, surpreende-se o professor de história da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Marco Morel, autor do livro “O Poder da Maçonaria.”

A conservação secreta dos conhecimentos e métodos de trabalho dos maçons é um dos mais rígidos princípios da doutrina. Tanto que ao ser iniciado na maçonaria, num ritual secular no qual o postulante permanece vendado na sessão até que seu nome seja aceito pelo grupo, o novato faz um juramento em que se compromete a “nunca revelar qualquer dos mistérios da maçonaria e nunca os escrever, gravar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los”. Na Idade Média, a violação dos mistérios seria punida com castigos terríveis, descritos no juramento: “Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado e meu corpo enterrado na areia do mar…” Mas os tempos mudaram e, hoje, o grão-mestre-geral poderá ser no máximo punido como qualquer presidente corrupto.

http://www.istoe.com.br/reportagens/101488_IMPEACHMENT+NA+MACONARIA?pathImagens=&path=&actualArea=internalPage

Fantástico condiciona telespectadores para aceitarem o símbolo perdido dos maçons

No programa exibido no dia 3 de janeiro, a patética revista eletrônica dominical da Globo exibiu uma entrevista sobre medida para apoiar a maçonaria e fazer com que os telespectadores aceitem o símbolo perdido.

O símbolo perdido, a estrela de nove pontas, aparece de forma  subliminar e discreta no vídeo ( aos 23 segundos).  Durante o vídeo, Dan Brown

supostamente explica os significados dos símbolos maçônicos de uma forma ridícula, pois o mesmo atribui apenas valores filosóficos aos mesmos. Claro que a estrela de nove pontas, que representa o objeto de desejo da nova ordem mundial,  e o símbolo do prometido nem se quer é mencionada, pois esse é o pacto que todos os ocultistas fazem para ter riquezas ilimitadas como Dan Brown fez.  Na notícia abaixo, ele se alegra de sair do anonimato rapidamente para um vida de luxo:

Resumo da notícia:

“A fama e a riqueza são maravilhosas”, diz Dan Brown

Há seis anos, Dan Brown vivia no anonimato às margens de um rio em Exeter, no nordeste dos EUA. Agora ele é um escritor milionário, polêmico, famoso e diz que está muito contente. “Diria que a fama e a riqueza são maravilhosas em 95% dos casos” (Folha São Paulo)

O segredo dessa riqueza inclui os autos graus da maçonaria, pois em todos os ritos são oferecidas velas, orações para o santuários de Baha’u’llah e do Báb em Haifa, onde os maços oferecem essas libações sem entenderem o que estão fazendo (mais em o verdadeiro significado dos 33 graus maçônicos).

Dan Bronn nem disfarça as suas intenções nessa entrevista, pois o mesmo fala claramente que a função do livro e fazer com que o leitor aprenda a ter tolerância com o símbolo que representa a nova ordem mundial.

“A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira,”  (II Tessalonicenses 2 : 9)

Os mistérios da lenda “ O mestre eleito dos nove”

A  lenda do grau 9 conta a história da  vingança da morte do Grande Arquiteto.  Salomão conta com a ajuda do pastor desconhecido e os nove mestres eleitos para descobrir quem são os três assassinos. Dois deles escapam se suicidando e um deles é degolado. Com premiação pela façanha, os nove recebem o título de “ O mestre eleito dos Nove.”

A lenda é apresentada para o maçom grau 9 como uma série de ensinamentos filosóficos e místicos (a maçonaria visível), mas verdadeiros mistérios permanecem em oculto aos iniciados (a maçonaria invisível),  pois o seu verdadeiro significado é de origem satnânica:

No início da lenda diz o seguinte: “ …Uma vez terminados os funerais de Hiram, quis Salomão vingar a morte de seu  Grande Mestre Arquiteto…”

Salomão é um nome fictício para o Anticristo e o Grande Arquiteto morto simboliza o Deus estranho que ajuda o Anticristo na sua jornada (Apocalipse 17:8).

Outra personagem que não é revelada nos mistérios da lenda é o Guardião de Rebanhos. Ele é o  responsável por delatar os três supostos assassinos do Grande Arquiteto:

 “…Enquanto Salomão nisto meditava, chegou um desconhecido – GUARDIÃO DE  REBANHOS, ou seja a Constelação da CABRA – que pede audiência e logo revela que conhece o lugar onde se ocultam os três malfeitores…”

O guardião de rebanhos é representado pela constelação de cabra ou capricórnio que significa capri=  Cabra e córnio = Chifres. Essa constelação é crucifixo vergadouma referência ao deus Pã um ser que possui o torso de homem, cabeça e os pés de bode que é uma referência a Baphomet (satanás). No mundo material, os dois chifres de capricórnio representam a Besta de  dois chifres e o Guardião de rebanhos  simboliza o falso profeta que será o líder das religiões mundiais, ou seja, o Papa (seja ele quem for na época). Essas três pessoas serão responsáveis pelos sinais que enganarão a humanidade ( Apocalipse 19:20). Outra característica do Guardião de rebanhos é que ele precisa de um cajado, pois o mesmo se apresenta para a sociedade como pastor. O crucifixo vergado usado pelos papas possui origem satânica e foi introduzido no vaticano através da infiltração de sociedades secretas durante o concílio do Vaticano II.

Os três malfeitores representam os dois grupos de Cristãos os primeiros que serão arrebatados e o segundo os que serão deixados para trás (Mateus 24:40)

A lenda começa com a escolha dos nove mestres eleitos pelo fictício Salomão descrito da seguinte forma:  “…O Rei reúne os mestres mais velhos, que eram quinze, e deles, foram escolhidos nove para a perigosa expedição…”

O texto acima mostra o duplo sentido do número 666 e 999, pois (15-6=9). Dessa forma  ficaram 6 no tempo e 9  foram eleitos.

O arrebatamento dos cristãos é representado na lenda  pelos dois assassinos que se atiram de um abismo e depois são encontrados seus cadáveres:

“…Dois dos assassinos, quando regressavam à caverna, notaram a presença dos Mestres e fugiram precipitadamente entre as rochas (…) os assassinos, vendo-se perdidos, sem salvação, por se acharem diante de um abismo, sem outro caminho aberto, preferiram lançar-se no espaço do que ser presos . Desta maneira seus perseguidores apenas conseguiram encontrar seus cadáveres…”

Mas é depois do arrebatamento que começa a verdadeira matança. Os cristãos deixados para trás são representados pelo assassino que não conseguiu escapar dos nove mestres eleitos.  Essa perseguição é descrita abaixo pelo Apóstolo João:

E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo. (Apocalipse 12 : 17)

 Nos mistérios da lenda é apresentada da seguinte forma:

“…Johaben, afastado dos demais, esperando o êxito de sua busca, notou que o cão do pastor (Cão Maior das Constelações) seguia a pista de alguém que entrara na gruta;Johaben, descendo os nove degraus talhados na rocha, descobre no fundo o mais culpado,  isto é, aquele que havia dado o golpe mortal e que naquela hora se dispunha a descansar…”

O segredo da lenda está na constelação do Cão Maior. Dentro dessa constelação temos a estrela Sirius. Segundo a lenda, foi a estrela Siríus que indicou onde estavam os assassinos do grande Arquiteto.

Entre os egípcios, Sirius tinha uma importância de primeira grandeza era a  moradia do deus Horus  (uma representação de Baha’u’llah também conhecido como GADU) eles também a chamavam de Estrela de Isis (que representa a Rainha dos céus), mas  Sirius  é uma representação do Demônio estrela renfã. A estrela pagã que teve sua origem no Egito e se estendeu para os mistérios Babilônicos que criaram os ritos e lendas da maçonaria:

Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, E a estrela do vosso deus Renfã, Figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia. (Atos 7 : 43)

A estrela de nove pontas (símbolo usado nos templos maçônicos)  é usada tanto por Baha’u’llah como pela Rainha dos Céus. No Brasil,  ela encontra-se com o nome da Ordem da Nossa Senhora da Conceição de Viçosa no Banco Central.

Existem duas versões para a morte do assassino do Grande Arquiteto. A primeira diz que ele cravou um punhal em seu coração e a segunda diz que ele foi degolado por Joahaben. A lenda enfatiza a segunda versão:

“…Outra lenda diz que Johaben matou o culpado e cortou-lhe a cabeça, mas, os mistérios da verdadeira Iniciação não permitem ao Iniciado que se vingue, matando o delinquente com suas próprias mãos, porque este direito pertence à Lei…”

Nessa parte a lenda apresenta um mistério, pois o iniciado não pode fazer justiça com as próprias mãos. Então fica uma pergunta: Quem poderá dar a ordem de matar sem ficar com a culpa?

tiara triplaexistem três instituições que podem fazer isso e  são elas: A Santa Sé, o Vaticano e a Igreja Católica.

O Papa,  usando essas três pessoas Jurídicas, pode se livrar de qualquer culpa. Por exemplo: Para votar no Parlamento Mundial de Baha’u’llah ele pode se apresentar como o Chefe do Estado do Vaticano, para fazer acordo com os países pelo mundo sobre a obrigatoriedade de adorar a besta é só se apresentar como Líder da Santa Sé e para se isentar da  qualquer culpa é só se apresentar como o Líder da  Igreja Católica Romana. Esse simbolismo e representado na Tríplice tiara usada pelo Papa (foto).

E tudo isso com o aval de políticos evangélicos gananciosos que estarão no parlamento   e que nada se diferenciam dos políticos corruptos e seculares, por exemplo: a concordada do Vaticano passou facilmente na câmara  em troca do dia do evangélico que deveria se chamar o dia da vergonha evangélica.

No final da lenda o verdadeiro motivo do crime é considerado um mistério:

“…Desta maneira, tanto o crime como o castigo permaneceram em segredo do qual só os Iniciados podem se inteirar E QUE TÃO-SÓ OS MESTRES PODEM COMPREENDER..”

O crime da nova ordem mundial  é não adorar a imagem que se assemelha ao espírito de Baha’u’llah ( a Estrela de nove pontas).

Na antiga Caldéia (hoje Iraque) a estrela ficou conhecida como a “Estrela do Cão (ou Sirius) que Conduz”. Ou seja, é essa  imagem que conduzirá o caminho para matar os cristãos deixados para trás como descrito no livro de Apocalipse:

 E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta, para que também a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. (Apocalipse 13 : 15)

A maçonaria se entrega nessa lenda quando não revela o motivo que levou os nove eleitos a matarem os assassinos, pois a lenda entra em contradição. No início ela fala sobre a vingança de Salomão aos três assassinos, mas no final eles não são exatamente isso.

Com a morte dos opositores, Salomão (que representa o Anticristo ou o executivo mundial) condecora os seus nove mestres com o título de “ O mestre eleito dos nove” e também participa da cerimônia  o pastor desconhecido ( o Papa seja quem ele for):

“…Satisfeito Salomão com o resultado da expedição, e em recompensa pelo zelo dos

nove expedicionários permitiu que seguissem gozando o título de ELEITO DOS NOVE, título que tão bem haviam merecido. Depois se lhes acrescentaram outros Mestres que se distinguiam por seus serviços, e assim chegaram a ser QUINZE ELEITOS, entre os quais aquele pastor desconhecido que guiou os nove Mestres na busca aos assassinos…”

A lenda termina da mesma forma que começou, mas só que agora a conta é inversa: Foram acrescentados mais 6 aos  9 mestres eleitos (9+6=15)  , ou seja, a dualidade agora é 999 que é igual 666.

E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. (II Coríntios 11 : 14)

Referências:

http://www.gnosisonline.org/Magia_Cosmica/AH_Capricornio.shtml

http://br.geocities.com/seagod2003/histconst.html

http://www.sonhosbr.com.br/354/capricornio

A lenda do mestre eleito dos nove

avental-grau-9

ESTA É A MAÇONARIA -  A LENDA DO NONO GRAU “MESTRE ELEITO DOS NOVE”, que é para muitos uma história, diz o seguinte:

Uma vez terminados os funerais de Hiram, quis Salomão vingar a morte de seu Grande Mestre Arquiteto. O desaparecimento dos três Companheiros do local dos trabalhos descobria a identidade dos assassinos.  Enquanto Salomão nisto meditava, chegou um desconhecido – GUARDIÃO DE  REBANHOS, ou seja a Constelação da CABRA – que pede audiência e logo revela que conhece o lugar onde se ocultam os três malfeitores. O Rei reúne os mestres mais velhos, que eram quinze, e deles, foram escolhidos nove para a perigosa expedição, havendo, para isto, colocado os nomes numa urna. O

primeiro a sair foi o nome de Johaben, que, desta forma, ficou designado o chefe da expedição; em seguida, da mesma maneira, foram escolhidos os outros oito Mestres para

acompanhá-lo. Depois Salomão recolheu-se a um lugar mais isolado, só com os nove Mestres eleitos, revelando-lhes o lugar desconhecido e acertando com eles sobre a maneira de se capturarem os criminosos para vingar o assassinato de Hiram.

Os nove Mestres, para não ser notados, saíram nessa mesma noite, guiados pelo pastor desconhecido que se havia oferecido para servir de guia. Ao aproximar-se o pôr-dosol,  todos chegaram ao lugar da caverna, chamada BEN-ACHAR (que segundo alguns

significa “filho do estrangeiro”), onde os três tinham o costume de se recolher. Dois dos assassinos, quando regressavam à caverna, notaram a presença dos Mestres e fugiram precipitadamente entre as rochas. Oito Mestres, menos Johaben, os perseguiram, e apesar dos obstáculos do terreno e de estarem cansados da viagem,

ganharam vantagens sobre os perseguidos, até que, finalmente, os assassinos, vendo-se perdidos, sem salvação, por se acharem diante de um abismo, sem outro caminho aberto, preferiram lançar-se no espaço do que ser presos. Desta maneira seus perseguidores apenas conseguiram encontrar seus cadáveres.

Johaben, afastado dos demais, esperando o êxito de sua busca, notou que o cão do pastor (Cão Maior das Constelações) seguia a pista de alguém que entrara na gruta; Johaben, descendo os nove degraus talhados na rocha, descobre no fundo o mais culpado,  isto é, aquele que havia dado o golpe mortal e que naquela hora se dispunha a descansar. O assassino, vendo-se descoberto pelo Mestre – não pôde resistir seu olhar – tomou o punhal com o qual pensava defender-se e o cravou no próprio peito, traspassando o coração, antes que Johaben pudesse impedi-lo.

Outra lenda diz que Johaben matou o culpado e cortou-lhe a cabeça, mas, os mistérios da verdadeira Iniciação não permitem ao Iniciado que se vingue, matando o delinquente com suas próprias mãos, porque este direito pertence à Lei.

Descansaram, então, os nove Mestres até o alvorecer do dia seguinte, e logo apressaram-se em cortar a cabeça dos três criminosos; em seguida empreenderam viagem à Jerusalém onde chegaram ao anoitecer (talvez do dia subseqüente) porque a distância do porto de Jafa até a capital e de 60 quilômetros em linha reta. Satisfeito Salomão com o resultado da expedição, e em recompensa pelo zelo dos

nove expedicionários permitiu que seguissem gozando o título de ELEITO DOS NOVE, título que tão bem haviam merecido. Depois se lhes acrescentaram outros Mestres que se distinguiam por seus serviços, e assim chegaram a ser QUINZE ELEITOS, entre os quais  aquele pastor desconhecido que guiou os nove Mestres na busca aos assassinos.

As três cabeças e os instrumentos de construção, cuja finalidade havia tão criminosamente PERVERTIDO, foram expostos por três dias ante a vista exclusivamente dos obreiros. Depois foram queimados e suas cinzas jogadas ao vento. Desta maneira, tanto o crime como o castigo permaneceram em segredo do qual só os Iniciados podem se inteirar E QUE TÃO-SÓ OS MESTRES PODEM COMPREENDER. Para se distinguir, adotaram os Eleitos uma faixa negra que levavam do ombro esquerdo às costas do direito, e em cuja extremidade pendia um punhal com o qual ABIBALAC, o assassino se matou, como fez Judas séculos depois ao vender seu Mestre.

Para se reconhecerem entre si, usaram palavras e sinais relacionados com a ação levada a cabo pelos primeiros nove, e, assim, os elevados a este grau foram os vigilantes dos obreiros e mestres da Obra para que não se repetisse aquele doloroso acontecimento do Grande Arquiteto do templo.

Referência:

JORGE ADOUM (MAGO JEFA) DO MESTRE ELEITO DOS NOVE

Dan Brown fala sobre ‘O Símbolo Perdido’

K 29. Dize: Este é aquele conhecimento oculto que jamais há de mudar, pois inicia-se com o nove, o símbolo que representa o Nome oculto e manifesto, inviolável e inacessivelmente excelso. Quanto ao que reservamos aos filhos, trata-se de uma bênção (…) Atendei às injunções que vos foram impostas por Aquele que é a Aurora da Expressão (Kitáb-í-aqdas – Baha’u’llah)

o simbolo perdido

Notícia:

O novo livro do escritor Dan Brown, autor do best-seller O Codigo da Vinci, começou a ser vendido na última terça-feira em diversas partes do mundo.

O Símbolo Perdido narra a procura por uma pirâmide que pode desvendar um mistério. No centro da trama está o pouco conhecido mundo da maçonaria.

Em entrevista à BBC, Dan Brown contou por que decidiu escrever sobre a maçonaria: “Sempre fui fascinado por poderes paralelos, sociedades secretas, esse tipo de coisa”, disse o escritor.

“Eu cresci numa cidade, em New England, onde havia uma loja maçônica em cima do cinema, e não tenho nem ideia do que acontecia ali”, acrescentou. “Então sempre fui interessado.”

Quanto à possível polêmica que o livro pode causar, Brown diz que não sabe como o livro vai ser recebido.

“Não sou a pessoa certa para responder essa pergunta”, afirma. “Não pensava que O Código Da Vinci causaria tanta polêmica.”

“Não acho que a maçonaria seja retratada como sinistra”, avalia o autor. “Se o leitor vê a maçonaria como sinistra no começo, espero que até o fim do livro já não ache o mesmo, e veja que os símbolos são esclarecidos para que as pessoas entendam melhor.”

Para o maçom Joseph Criciata, a exposição que o livro trará não afetará a fraternidade. “A nossa era moderna começou em 1717, portanto, apesar de ser muito gentil, a maçonaria por si mesmo continua a crescer e existir como como sempre foi”, afirmou.

Na primeira tiragem de O Símbolo Perdido, foram impressas 6,5 milhões de cópias na língua inglesa, um dos maiores números da história. Dan Brown já planeja o próximo livro.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/multimedia/2009/09/090916_danbrown_video.shtml

O verdadeiro significado dos 33 graus maçônicos do REAA

reaaA sigla REAA significa Rito Escoes Antigo e Aceito, um dos mais usados na maçonaria em todo o mundo, que é composto por 33 graus. A palavra rito vem do latim ritu que significa um conjunto de normas, regras e prescrições que devem ser praticadas em um trabalho “religioso.”

O ser mais indicado para nos explicar a divisão dos ritos maçônicos é o seu criador; a saber…satanás.

E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória; porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero. (Lucas 4 : 6)

Satanás de fato recebeu um reino e o poder de dividi-lo, mas somente  para que se cumpra a palavra de DEUS (especialmente o Apocalipse) e não a dele. Durante a existência da humanidade, satanás distribuiu o seu reino nas mais diversas sociedades secretas, seitas e religiões protegendo o nome do prometido.

No caso dos maçons, desde o grau 1 ao 33 esse nome não é revelado, por isso ele é conhecido apenas como GADU. Apenas duas pessoas no mundo místico conhecem o verdadeiro segredo que é a Besta de dois chifres. Esses dois feiticeiros tem domínio sobre todas as religiões inclusive o Papa  (isso também  inclui algumas igrejas evangélicas)  e poder para unificá-las espiritualmente em nome da Besta do abismo que é o cristo cósmico.No mundo material, eles tem poder para submeter a humanidade ao Anticristo e seus nove mestres eleitos.

Algumas das práticas realizadas nos ritos maçônicos servem apenas de condicionamento para que seja aceito a besta do abismo como DEUS e o Anticristo com seus nove mestres eleitos que é o governo mundial.

A partir do grau 3, os ensinos maçônicos usam lendas atribuídas ao rei avental-grau-9Salomão. Apesar dessas lendas possuírem caráter filosófico,  elas na verdade não passam de um condicionamento para o reino do Anticristo, por exemplo: Na lenda de Salomão,  os nove mestres eleitos  recebem esse  titulo após degolarem um certo número de pessoas . E como sabemos  o Anticristo degolará milhares de pessoas em breve.

Os ritos maçônicos possuem vários tipos de sinais, saudações, toques e marchas, mas eles   são apenas uma forma de identificação dos graus da maçonaria, por exemplo:  o illuminatis sempre usam o famoso  sinal satânico para se comunicarem.

As Insígnias utilizadas são um condicionamento para uma futura adoração à estrela de nove pontas.  Esse condicionamento encontra-se no Grau 8 da maçonaria chamado de  Intendente dos Edifícios. Abaixo temos a descrição das insígnias desse grau:

3 – Insígnias do Intendente dos Edifícios

Avental – De cor branca, debruado de vermelho e bordado de verde. No corpo há uma balança e uma estrela de nove pontas. Na abeta há um triângulo com as letras B. A. J. (iniciais de Bem Chorim, Achan e Jakinal).

A ornamentação da Loja não passa de uma oferenda aos santuários do Báb e de Baha’u’llah, por exemplo:  é muito comum os maçons acenderem cinco velas para a iluminação de suas almas na decoração do templo.

Esse rito pode ser visto no grau 2 (companheiro maçom), onde duas das cinco velas são acesas no oriente do templo. Isso é uma representação da besta de dois chifres que é representada pela Casa Universal de Justiça e Guardiania localizadas em Haifa-Israel onde encontra-se o arco da vitória de Bahaullah (formado por 5 instituições).

 Mas de todos os itens a bateria é a mais importante. Ela foi inspirada através de uma interpretação errada e simbólica do versículo bíblico abaixo:

E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; (Lucas 11 : 9)

No versículo acima, o Senhor Jesus não está mandando ninguém ficar batendo em uma porta ou mesa para ser atendido. Isso parece meio ridículo, mas é dessa forma que os maçons interpretam a Bíblia. O pedido é apenas uma oração espiritual feita com fé.

Na medida em que os maçons fazem seus ritos e realizam as baterias, também conhecidas como batidas ou pancadas, são acionados os portais de bahá que lhe enviam espíritos para guiar o maçom até que  o mesmo se ajoelhe e adore a Baha’u’llah, o senhor dos nomes mais conhecido na maçonaria como GADU. Essa admoestação para os maçons encontra-se escrita na epístola Lawh-i-aqdas descrita abaixo:

“LAWH-I-AQDAS (A Mais Sagrada Epístola) (..) Temos convocado todas as coisas criadas para atingirem a presença de teu Senhor, Rei de todos os nomes. Bem-aventurado é o homem que (..) volveu a face….”

E de fato os maçons volveram suas faces a Baha’u’llah, mais especificamente as esferas do reino de Abhá ,  na baterias dos ritos. Abaixo seguem alguns exemplos:

esferas_baha

Grau 3 mistérios do Mestre Maçom

BATERIA -Nove pancadas espaçadas três a três (!!! !!! !!!).

Proporção de Bahá (3 –3 -3)

Grau 4 mistérios do  Mestre Secreto

BATERIA – Dar sete pancadas, por seis e por uma (!!!!!! !).

Proporção de Bahá ( 3-3) (1)

Grau 9 mistérios do Mestre Eleito dos Nove

BATERIA – Nove pancadas por  um (!!!!!!!! !).

Proporção de Bahá (3-3-3) (1)

Grau 29 mistérios do Grande Escocês de Santo André da Escócia

BATERIA – Nove pancadas por duas, três, três e uma (!! !!! !!! !).

Proporção de Bahá (1-1) (3-3) (1)

Obs.: O bahaismo não está associado com o maçonaria fisicamente. Se os bahá’is fizessem isso estariam infringindo a diretriz número 35 do guardião  Shoghi Effendi. O controle do bahaismo sobre a maçonaria acontece de forma espiritual.

Palestra Sobre Maçonaria no Rio

Mais informações em: www.simceros.ning.com      www.cpr.org.br

OS MAÇONS NUNCA NEGARAM  A INFILTRAÇÃO DENTRO DAS IGREJAS EVANGÉLICAS

palestra maçonaria

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 148 outros seguidores