O eminente fracasso da conferência Rio+20

Resumo: Como o profeta Daniel descreveu, o reino será divido (barro e ferro)  e essa conferência ambiental será mais um fracasso, onde os governantes apenas aproveitam para farrear às custas do dinheiro público

A Rio +20 (13 a 22 de Junho de 2012) é mais uma tentativa de se criar um rascunho para uma legislação global sobre o meio ambiente. Nela, os governantes da terra ouvem a melodia ambiental entoada pelo rouxinol místico (Baha’u’llah) para esboçarem algumas metas inspirados em seus princípios.

O bahaismo já liderou a conferência ambiental anterior que ficou conhecida como a Rio 92. Essa liderança também pode ser vista através do número de dias em que os governantes da Terra serão adestrados que são nove dias, o número de Baha’u’llah.

A conferência debaterá três tópicos principais nos quais a Ordem Mundial de Baha’u’llah está operando desde a criação da ONU. Esses tópicos travestidos como causa ambiental tem unificado países ricos e pobres na mesma causa. São eles:

1) A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável

Como e quem administrará o depósito geral de alimentos com a implantação da “Agricultura Divina de Baha’u’llah”? Socialistas e Capitalistas disputam à tapa o controle e o lucro com a alimentação global.

2)  Erradicação da pobreza

Esse item é conhecido no bahaismo como “Eliminação dos extremos de riqueza e pobreza”. O governo do PT  tem como sonho implantar a perpetuação da pobreza em escala global através do bolsa família. Vale lembrar que nem mesmo a ONU pretende erradicar a pobreza, pois eles querem apenas atingir uma pequena parte da população global. A outra parte da população que morra de fome, pois não conseguirá  ter um cartão do bolsa família global  jogado por avião ou algo semelhante para se alimentar.

3) A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.

A estrutura já foi delineada por Baha’u’llah na forma do parlamento mundial, mas falta um executivo mundial e seus nove mestres eleitos para fazer com que as leis sejam obedecidas.

Nesse ponto, é impossível não lembrar da profecia deixada por Daniel. A causa ambiental ou a economia verde tem feito o casamento entre países pobres e ricos, mesmo que se odeiem entre si. Por isso, ela se tornou algo como ferro que interliga os 10 chifres da besta, ou os dez dedos da estátua que apareceu no sonho de Nabucodonosor:

“E, quanto ao que viste dos pés e dos dedos, em parte de barro de oleiro, e em parte de ferro, isso será um reino dividido; contudo haverá nele alguma coisa da firmeza do ferro, pois viste o ferro misturado com barro de lodo.”  (Daniel 2 : 41)

Como o profeta Daniel descreveu, o reino será divido (barro e ferro)  e essa conferência ambiental será mais um fracasso, onde os governantes apenas aproveitam para farrear às custas do dinheiro público.

4) Um exemplo da inutilidade dessas conferências ambientais

Um exemplo disso está no monumento construído durante a Rio 92 que se encontra sujo e abandonado.

 

O Monumento da Paz foi criado pelo  artista plástico Siron Franco e representa o sentido da inversão do 999 (paz)  e 666 (tribulação) através da pirâmide esotérica, ou seja, a iniciação nos mistérios maiores do Egito e do enunciado da  [1]Tábua da Esmeralda que diz:

“ É verdade, certo e muito verdadeiro:  O que está embaixo (666)  é como o que está em cima (999) e o que está em cima (666) é como o que está embaixo (999), para realizar os milagres de uma única coisa.”

[1] –  A Tábua de Esmeralda (ou Tábua Esmeraldina) é o texto que deu origem à Alquimia islâmica e ocidental. Surgiu primeiramente nos textos seguintes: Kitab Sirr al-Khaliqa wa Sanat al-Tabia (c. 650 d.C.), Kitab Sirr al-Asar (c. 800 d.C.), Kitab Ustuqus al-Uss al-Thani (século XII), e Secretum Secretorum (c. 1140).

http://www.rio20.gov.br/sobre_a_rio_mais_20

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