Antes tomastes o tabernáculo de Moloque, E a estrela do vosso deus Renfã, Figuras que vós fizestes para as adorar. Transportar-vos-ei, pois, para além da Babilônia. (Atos 7 : 43)
O deus estrela renfã representa no bahaismo a imagem de Baha’u’llah (Apocalipse 13 : 14) e também os valores espirituais da sua futura economia divina (Apocalipse 13:17).
No passado, apenas o Parlamento Mundial das religiões aderiu o sinal unificador , mas com a proximidade da manifestação espiritual de Baha’u’llah vários grupos de pessoas estão inclinando seus corações para o reino de Abhá e ouvindo o chamado da unicidade do pombo místico através do seu sinal unificador (Apocalipse 17 : 8).
Começaremos pela primeira “igreja cristã” que abraçou a causa do cristo cósmico sobre – a eliminação de todo tipo de preconceito. A igreja cristã gay adotou como símbolos o pombo místico e a estrela de nove pontas.

Pelo banner usado podemos observar que a “igreja cristã evangélica” gay aguarda um outro pentecostes, mal sabem que essa simbologia levará ao batismo com o falso espírito santo. Já no catolicismo, o culto à estrela de nove pontas aparece sobre a ordem da Nossa Senhora da Conceição que está ligada ao Banco Central do Brasil.
Para que as crianças também façam parte do sistema foi criado o leaozinho Kon Bleach. Observe que a juba do mesmo possui nove pontas:

Representando as forças negativas e os transtornos mentais causados pelo falso batismo com o espírito santo, uma banda de Rock bizarra chamada SlipKnoT usa o eneagrama como símbolo. A mesma esteve no Rock in Rio.

O símbolo também é usado pela Prefeitura de Belo Horizonte:

E assim, as injunções impostas por Baha’u’llah em seu Kitáb-i Aqdas no artigo k-29 ( a carta magna da nova ordem mundial) são obedecidas à risca pelos seus servos:
“k-29. Dize: Este é aquele conhecimento oculto que jamais há de mudar, pois inicia-se com o nove, o símbolo que representa o Nome oculto e manifesto, inviolável e inacessivelmente excelso (..) Atendei às injunções que vos foram impostas por Aquele que é a Aurora da Expressão…”
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