Um comentário sobre o filme “O Discurso do Rei”

Sinopse: “Desde os 4 anos, George (Colin Firth) é gago. Este é um sério problema para um integrante da realiza britânica, que frequentemente precisa fazer discursos. George procurou diversos médicos, mas nenhum deles trouxe resultados eficazes. Quando sua esposa, Elizabeth (Helena Bonham Carter), o leva até Lionel Logue (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, George está desesperançoso. Lionel se coloca de igual para igual com George e atua também como seu psicólogo, de forma a tornar-se seu amigo. Seus exercícios e métodos fazem com que George adquira autoconfiança para cumprir o maior de seus desafios: assumir a coroa, após a abdicação de seu irmão David (Guy Pearce).”

O filme O Discurso do Rei, é baseado em fatos reais. Só que, incrivelmente, traz um suposto paradoxo em relação ao futuro rei do mundo (o Anticristo)  Não digo que seja  subliminar, mas  possui  algumas evidências paralelas ao nosso contexto atual.

Várias personalidades que receberam epístolas de Baha’u’llah  como Czar da Rúsia, Hitler (se bem que nesse caso não foi diretamente enviada a ele, mas falava de acontecimentos futuros) e especialmente a Rainha Maria Vitória; foi ela que recebeu a epístola de Baha’u’llah anunciando a chegada do Executivo Mundial. Tamanha era a responsabilidade desse documento  que foi o filho de Baha’u’llah (Abdu’l’Baha) viajou especialmente para a Inglaterra e ensinou os princípios do seu pai para a família real.

O filme mostra as várias faces do executivo mundial. A primeira está na aparente elegância do filme, uma das características de um executivo de porte. Outra face do executivo mundial aparece sobre o rei  George VI quando o mesmo,  em uma determinada cena , observa a oratória de Hitler. Isso indica o futuro holocausto global que ele promoverá.

A  confusão paira sobre o filme e sobre quem será o escolhido. O atual candidato no filme pretende-se casar, mas  com uma mulher divorciada. Na vida real esse cenário serve tanto para William que está para casas e o seu pai Charles que casou com uma mulher divorciada.

Na vida real quando o Papa assumir a posição de líder de todas as religiões, ele poderá escolher o destino de Charles através das concordatas feitas entre o Vaticano e a Inglaterra se ele será rei ou não.

No filme o irmão mais velho é gago e precisa superar esse problema. Na vida real Harry aparentemente apresenta mais agressividade que o seu irmão William. Por outro lado, a superação de etapas e do aprendizado contínuo é uma característica independente de quem for o escolhido.

Ficou evidente no filme a questão humana. Que antes do titulo, existe uma pessoa, com problemas como qualquer outra. E isso gera sensibilidade, aceitação. Dentro dessa perspectiva, por exemplo, quem assiste acaba  gostando do personagem. William é muito ligado ao lado de ações sociais, assim como foi sua mãe. E, é aí que mora o perigo. O humanismo nem sempre é humano !!!

Mas para saber qual deles será “agraciado” com o cargo de executivo mundial (se bem que Charles está muito velho, será necessário aguardar a manifestação espiritual de Baha’u’llah, pois satanás vai transferir o seu poder a ele, ao executivo mundial e aos nove mestres eleitos:

“E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta.”  (Apocalipse 17 : 12)

Por: Anajov/Apocalipsetotal

http://www.adorocinema.com/filmes/o-discurso-do-rei/

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