Laboratório de Vacinas adota como símbolo a estrela de nove pontas

starsanofi

Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. (Apocalipse 13 : 17)

É vital que a estrela de nove pontas esteja presente em todas as instituições da Ordem Mundial de Baha’u’llah (e isso inclui a compra de medicamentos). Existe uma variação de modelos, mas o importante é que a figura geométrica tenha 9 pontas representando as nove religiões. E assim, o laboratório sanofi-aventis  ouve o clamor escrito no Kitáb-i-Aqdas (no artigo K-29)  e adota o símbolo do “soberano”:

K29. “Dize: Este é aquele conhecimento oculto que jamais há de mudar, pois inicia-se com o nove, o símbolo que representa o Nome oculto e manifesto, inviolável e inacessivelmente excelso…”

  A estrela de nove pontas é usada no programa para medicamentos da esclerose lateral amiotrófica (ELA)

A Empresa

Uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo e a primeira da Europa, a sanofi-aventis também é líder mundial em vacinas de uso humano, por intermédio de sua subsidiária Sanofi Pasteur. 

 Sua ligação com a ONU

A sanofi-aventis aplica, desde 2003, os princípios do Pacto Global das Nações Unidas, do qual é signatária. Esse pacto tem por objetivo reunir empresas comprometidas com a aplicação de dez princípios relacionados aos Direitos Humanos, às Relações de Trabalho, à Proteção Ambiental e à luta contra a corrupção.

Sustentabilidade Ambiental

 A sanofi-aventis também exprime sua responsabilidade social e seu compromisso de desenvolvimento sustentável ao formalizar e aplicar uma abrangente Política de Saúde, Segurança e Proteção Ambiental, que é sustentada por seu corpo diretivo e compartilhada com todos os seus funcionários. 

Referências:

http://www.tudosobreela.com.br/home/index.asp

http://www.sanofi-aventis.com.br/live/br/pt/layout.jsp?scat=CB5F9AAE-FADD-4135-AC9C-1564E2CF6ADE

http://www.sanofi-aventis.com.br/live/br/pt/layout.jsp?scat=650E49AE-78EA-4F42-B029-965B8A6C7C50

http://www.unglobalcompact.org/ParticipantsAndStakeholders/search_participant.html?detail=Banco+Bradesco+S.A.&case=D8985D6F-B546-4ADB-99DA-431F1A21B977

Produtores devem ir à Justiça contra novos índices de produtividade agrícola

Comentário: O MST está tentando implantar o socialismo agrícola no Brasil e com o apoio do governo “ lula.”

Uma vez que eles consigam provar que os produtores não atingirão as metas, abrirão espaço para a implantação da Agricultura Divina de Baha’u’llah que é representada pela Casa do Tesouro Local. Instituição essa em que o MST tem muito objetivo de controlar.  

Prevista para entrar em vigor em 10 dias, a modificação dos índices de produtividade de terra anunciada pelo governo federal deve acirrar o histórico impasse entre produtores rurais e movimentos sociais. Enquanto organizações como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) comemoram a revisão dos números, reivindicada desde 2005, agricultores mostram-se dispostos a recorrer à Justiça para impedir a mudança nos campos brasileiros.

Pelos novos índices definidos por um grupo dos ministérios do Desenvolvimento Agrário e da Agricultura, para comprovar a produtividade da propriedade, os produtores deverão produzir em média 50% acima do que prevê a atual portaria do governo federal por hectare. A última atualização dos números havia sido realizada no início da década de 80, com base no censo agropecuário de 1975.

Apesar de o Ministério do Desenvolvimento Agrário garantir que os índices propostos são inferiores à produção agrícola alcançada no Brasil nos últimos anos, o anúncio da modificação revolta os produtores rurais. A Confederação Nacional dos Agricultores (CNA) estima que a mudança cause impacto em 508 mil propriedades.

Para o assessor técnico da CNA, Anaximandro Almeida, o parâmetro adotado pelo governo para classificar se uma propriedade cumpre sua função social, baseado somente na produtividade, é inadequado. “É preciso levar em consideração fatores como custo de produção, preço de mercado e fatores climáticos. Em um período de crise, por exemplo, por que não podemos plantar menos para evitar prejuízos? Somos obrigados a produzir mesmo sabendo que teremos perdas”, afirma.

Presidente da Federação dos Agricultores do Mato Grosso (Farmato), Estado líder na produção de grãos no Brasil, o produtor Rui Prado defende a destinação de propriedades da União para a reforma agrária, sem a necessidade de desapropriação de áreas. “O governo tem 140 milhões de hectares de terra. Por que não as destina à reforma? Mas não, quer fixar índices, sem entender que, muitas vezes, uma produtividade pode ser altíssima, mas não em rentabilidade”, diz.

No Rio Grande do Sul, Estado marcado por conflitos no campo – na última sexta-feira, um sem-terra morreu durante uma operação de reintegração de posse da fazenda Southal, em São Gabriel -, os agricultores começaram a se mobilizar ainda na semana passada. Apesar de pressionar os ministros em Brasília para tentar impedir os novos índices, a Confederação Gaúcha dos Agricultores (Farsul) diz manter poucas esperanças sobre um recuo do governo.

“Não vamos aceitar esses índices. Por que somos a única atividade econômica que precisa cumprir índices de produtividade? Isso não existe em lugar nenhum no mundo”, afirma o presidente Carlos Sperotto. Segundo ele, com o preço abaixo do esperado na última safra, muitos produtores gaúchos ainda estão com produtos estocados. “Se não melhorar o preço, eles (agricultores) vão produzir o máximo possível para ter prejuízo? Isso não existe”, completa.

CNA diz ter argumentos técnicos e jurídicos

Na tentativa de revogar a portaria do governo federal, a CNA recorrerá à Justiça embasada em argumentos técnicos e jurídicos. Conforme o assessor da confederação, a mesma lei que determina o cumprimento da função social da terra abre brecha para a interpretação de que a produtividade deve ser explorada economicamente e de forma racional. “Isto é, de forma econômica e racional, eu não preciso produzir prejuízo”, afirma.

A confederação também questiona o estudo adotado pelo governo como base para a atualização dos índices, a Produção Agrícola Municipal (PAM), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) entre os anos de 1996 e 2007. “Essa pesquisa é apenas uma amostragem, feita por entrevista, sem medições. Esses números precisariam ser obtidos por meio de censos agropecuários”, diz.

MST considera decisão do governo irreversível

Ao sinalizar para a atualização dos indices de produtividade no Brasil, o governo federal atendeu a uma reivindicação de organizações sociais manifestada desde 2005, quando o Movimento do Trabalhadores Sem Terra partiu em marcha de Goiânia rumo a Brasília. Para pressionar o Palácio do Planalto a tomar uma decisão rapidamente, os colonos realizaram mobilizações em 16 estados na semana passada.

De acordo com o MST, com os novos índices, o movimento comprovará que o latifúndio é improdutivo e incapaz de acrescentar benefícios sociais para o povo brasileiro. “Os números estavam defasados. A própria constituição prevê que essa portaria seja atualizada a cada 10 anos. Chega dessas grandes áreas de terra sem produção de alimentos e sem geração de empregos”, afirma Vanderlei Martini, da coordenação dos Sem Terra. Para ele, a pressão prometida pelos agricultores nos próximos dias não deve reverter a decisão, assumida publicamente pelo governo.

O integrante da coordenação do MST classifica como “lamentável” a reação da Confederação Nacional dos Agricultores à decisão dos ministerios. “Se eles estão com medo, é porque produzem abaixo dos índices. Ou seja, a propriedade deles não cumpre com a função social. Nós não temos medo. Podemos plantar e colher dentro do esperado”, completa. Atualmemte, conforme cálculos do próprio MST, quase 90 mil famílias brasileiras vivem em acampamentos do movimento.

 

Redação Terra

http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI3942423-EI306,00-Produtores+devem+ir+a+Justica+contra+novos+indices+de+produtividade.html

Os adoradores de Morris Cerullo

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; (II Timóteo 4 : 3)

Resumo do vídeo: Após um longo  discurso sonolento (adiante o vídeo para quatro minutos) ,  realizado em uma igreja de Brasília, um grupo de três pastores inicia uma jornada para tocar no “Doutor Pastor”  Morris Cerrulo inspirados de forma errada  no versículo abaixo:

Porque dizia: Se tão-somente tocar nas suas vestes, sararei. (Marcos 5 : 28)

O “Doutor Pastor” Morris se hospeda no hotel mais caro e o grupo parte em busca da “Unção Ministerial.”  Depois de algum tempo,  o trio entra no sofisticado hotel.  Aos  6:26 do vídeo,  Morris sai do elevador com sua comitiva  rodeado de seguranças e seus  assistentes.

Aos 7:08 do vídeo,  Morris toca rapidamente no trio que fica insistindo no corredor e um deles fica caído  no chão extasiado por não acreditar nesse “toque milagroso”;   mesmo que Morris  não disse ao menos um oi se quer para eles. O pastor permanece por mais de dois minutos no chão em quanto um suave hino é tocado ao fundo..

Se Morris Cerullo fosse pelo menos um pouco humilde deveria ter respondido o que o Apóstolo Pedro, homem que foi muito maior do que ele, disse:

Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem. (Atos 10 : 26)

Na Atual fase em que se encontra a Ordem Mundial de Baha’u’llah é fundamental que as pessoas adorem seu nome, número e sinal. Começando pelo número que é mais fácil.

Os líderes religiosos Americanos ( A Babilônia de Apocalipse 17 e 18)  são os responsáveis por essa implantação pagã dentro da Igreja brasileira e no mundo como a famosa Unção do nove de Morris Cerullo. Como ele é considerado um deus e possui prestigio internacional são poucos os que se atrevem a  contestá-lo.

“Caritas in veritate” é recomendada por líderes evangélicos americanos

Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis (II Timóteo 3 : 1)

Várias personalidades do mundo protestante, conhecidos como líderes morais,  do sistema religioso babilônico americano aplaudiram e recomendam para suas igrejas os princípios da encíclica de Bento XVI “ Caritas in veritate”.

A declaração chamada Doing the Truth in Love (Fazendo a Verdade no Amor) pede que todos os cristãos se sensibilizem com a encíclica. Abaixo segue um trecho do documento:

“ …Exortamos os cristãos em toda parte, mas especialmente os nossos companheiros evangélicos no Norte global, para ler, enfrentar, e responder a Caritas in veritate e sua identificação da chamada gêmeo do amor e da verdade em nossas vidas como cidadãos, empresários, trabalhadores e, Mais fundamentalmente, como seguidores de Cristo…”

Os líderes evangélicos americanos também apóiam a criação de um socialismo teocrático controlado por Bento XVI  para criar uma nova comunidade mundial:

“…Caritas in veritate propõe um modelo integral de desenvolvimento humano no contexto da globalização “, a expansão da interdependência mundial.” Afirmamos com esta encíclica que a globalização deve se tornar uma pessoa “centrada na comunidade e orientada para o processo de integração….”

Esse convívio ecumênico é uma obediência direta as leis do artigo k-75  Kitáb-i-aqdas (Apocalipse 10):

K-75(…) Convivei, pois, com os seguidores de todas as religiões, e proclamai a Causa de vosso Senhor, o Mais Compassivo. É esse o próprio diadema de todos os atos, se sois dos que compreendem(..)

Somente com a unidade, a causa de Baha’u’llah descrita acima, bem estabelecida acontecerá a sua manifestação espiritual. Isso é necessário para que se cumpra a profecia da Bíblia abaixo, pois primeiro vem a apostasia e depois a manifestação espíritual:

Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, (II Tessalonicenses 2 : 3)

Esse apoio ao Papa pelos americanos é extremamente grave, pois os líderes evangélicos de lá são aclamados como deuses por muitos brasileiros, ou seja vários desses líderes vão promover a mudança de comportamento por aqui. 

  1.   Adel Abadeer, Associate Professor of Economics, Calvin College (Grand Rapids, MI)
  • Roy Berkenbosch, Director, Micah Center, King’s University College (Edmonton, AB)
  • Elwil Beukes, Professor of Economics, The King’s University College (Edmonton, AB)
  • Daniel K. Bourdanné, General Secretary, International Fellowship of Evangelical Students (Oxford, UK)
  • James Bradley, Professor of Mathematics & Statistics Emeritus, Calvin College (Grand Rapids, MI)
  • Paul Brink, Associate Professor of Political Studies, Gordon College (Wenham, MA)
  • Joe Carter, Web Editor, First Things (Manassas, VA)
  • Jonathan Chaplin, Director, Kirby Laing Institute for Christian Ethics (Cambridge, UK)
  • J. Daryl Charles, Director and Senior Fellow, Bryan Institute for Critical Thought & Practice (Dayton, TN)
  • Richard Cizik, President, The New Evangelicals (Washington, DC)
  • Bruce J. Clemenger, President, Evangelical Fellowship of Canada (Markham, ON)
  • Javier Comboni, Jean & E. Floyd Kvamme Professor of Political Economy, Wheaton College (Wheaton, IL)
  • Justin D. Cooper, President, Redeemer University College (Ancaster, ON)
  • Paul R. Corts, President, Council for Christian Colleges and Universities (Washington, DC)
  • Janel Curry, Byker Chair in Christian Perspectives on Political, Social, and Economic Thought, Calvin College (Grand Rapids, MI)
  • Calvin B. DeWitt, Professor of Environmental Studies, University of Wisconsin-Madison (Madison, WI)
  • Brian Dijkema, Labour Activist (Ottawa, ON)
  • Joel Edwards, International Director, Micah Challenge (London, UK)
  • Jacob P. Ellens, Vice President, Academic, Redeemer University College (Ancaster, ON)
  • Bruce Ellis Benson, Professor of Philosophy, Wheaton College (Wheaton, IL)
  • Janet Epp Buckingham, Director, Laurentian Leadership Centre (Ottawa, ON)
  • James Featherby, Fellow, London Institute for Contemporary Christianity (London, UK)
  • Harry Fernhout, President, The King’s University College (Edmonton, AB)
  • Brian T. Fikkert, Associate Professor of Economics & Community Development, Covenant College (Lookout Mountain, GA)
  • Richard L. Gathro, Dean, Nyack College (Washington, DC)
  • Ivy George, Professor of Sociology and Social Work, Gordon College (Wenham, MA)
  • Michael W. Goheen, Geneva Professor of Worldview and Religious Studies, Trinity Western University (Langley, BC)
  • Bob Goudzwaard, Emeritus Professor of Economics and Cultural Philosophy, Free University of Amsterdam (Netherlands)
  • Andy Hartropp, Research Tutor in Development Studies, Oxford Centre for Mission Studies (Oxford, UK)
  • Peter S. Heslam, Transforming Business, University of Cambridge (Cambridge, UK)
  • John Hiemstra, Dean, Faculty of Social Science, The King’s University College (Edmonton, AB)
  • Roland Hoksbergen, Professor of Economics and International Development, Calvin College (Grand Rapids, MI)
  • Dennis Hoover, Vice President for Research and Publications, Institute for Global Engagement (Washington, DC)
  • Robert Joustra, Researcher, Cardus (Hamilton, ON)
  • Timothy A. Kelly, Director, DePree Center Public Policy Institute (Pasadena, CA)
  • David T. Koyzis, Professor of Political Science, Redeemer University College (Ancaster, ON)
  • Tracy Kuperus, Associate Professor, International Development Studies, Calvin College (Grand Rapids, MI)
  • Jamie McIntosh, Executive Director, International Justice Mission Canada (London, ON)
  • Ruth Melkonian-Hoover, Assistant Professor of Political Studies, Gordon College (Wenham, MA)
  • George N. Monsma, Jr., Professor of Economics, Emeritus, Calvin College (Grand Rapids, MI)
  • Stephen V. Monsma, Research Fellow, The Henry Institute, Calvin College (Grand Rapids, MI)
  • Richard Mouw, President, Fuller Theological Seminary (Pasadena, CA)
  • Bryant L. Myers, Professor of International Development, Fuller Theological Seminary (Pasadena, CA)
  • David K. Naugle, Professor of Philosophy, Dallas Baptist University (Dallas, TX)
  • David Neff, Editor in Chief, Christianity Today (Carol Stream, IL)
  • Ray Pennings, Director of Research, Cardus (Calgary, AB)
  • Michael Pollitt, Reader in Business Economics, Judge Business School, University of Cambridge (U.K.)
  • Dan Postma, Managing Editor, Comment Magazine (Hamilton, ON)
  • Vinoth Ramachandra, Author, Subverting Global Myths (Colombo, Sri Lanka)
  • Jonathan S. Raymond, President, Trinity Western University (Langley, BC)
  • Paul W. Robinson, Director, Human Needs and Global Resources Program, Wheaton College (Wheaton, IL)
  • Duncan Roper, Former Professor of Mathematics, University of Western Sydney (now resident of Martinborough, NZ)
  • Michael Schluter, Chairman, Relationships Foundation International (Cambridge, UK)
  • Chris Seiple, President, Institute for Global Engagement (Washington, DC)
  • Timothy Sherratt, Professor of Political Studies, Gordon College (Wenham, MA)
  • Ronald J. Sider, President, Evangelicals for Social Action (Philadelphia, PA)
  • James W. Skillen, President, Center for Public Justice (Washington, DC)
  • John G. Stackhouse, Jr., Sangwoo Youtong Chee Professor of Theology and Culture, Regent College (Vancouver, BC)
  • Glen Harold Stassen, Lewis B. Smedes Professor of Christian Ethics, Fuller Theological Seminary (Pasadena, CA)
  • Elaine Storkey, President, Tearfund (London, UK)
  • Alan Storkey, Economist (Cambridge, UK)
  • Gideon Strauss, President (designate), Center for Public Justice (Washington, DC)
  • Robert Sweetman, Academic Dean and Acting President, Institute for Christian Studies (Toronto, ON)
  • Steven Timmermans, President, Trinity Christian College (Palos Heights, IL)
  • Michael Van Pelt, President, Cardus (Hamilton, ON)
  • Jim Wallis, President, Sojourners (Washington, DC)
  • Alissa Wilkinson, Associate Editor, Comment Magazine (Brooklyn, NY)
  • Paul Williams, David Brown Family Chair of Marketplace Theology and Leadership, Regent College (Vancouver, BC)

Referência:

http://www.cpjustice.org/doingthetruth

Negociata com políticos “evangélicos” facilita a aprovação da concordata do Vaticano

bancada evangélicaResumo da notícia: Brasília – A Câmara dos Deputados aprovou há pouco projeto de decreto legislativo que aprova o acordo internacional entre o Brasil e o Vaticano que trata do estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil. O acordo foi assinado em 2008. O documento conta com 20 artigos, que na maior parte dos casos, consolida os procedimentos que já estão sendo aplicados, dando à Igreja Católica a segurança de que serão mantidos no futuro. A matéria segue agora ao Senado Federal para apreciação.

Para permitir a votação, os líderes partidários tiveram que fechar acordo com os evangélicos no sentido de aprovar um projeto de lei do deputado George Hilton (PP-MG), que é evangélico. O projeto dispõe sobre as garantias e direitos fundamentais ao livre exercício da crença e dos cultos religiosos. (Agência Brasil)

Aqui fica uma pergunta…Qual a diferença dos políticos  tradicionais para os políticos “evangélicos”? Ora, nenhuma! Os políticos “evangélicos” são tão corruptos como os demais. Segundo a teoria de política geral, eles deveriam ser os representantes do povo, mas as suas metas são bem diferentes.

A bancada dita evangélica na câmara dos deputados apenas defendem interesses próprios e de suas denominações, ou seja, apenas querem ficar mais ricos:

Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. (I Timóteo 6:9)

A concordata do Vaticano começou a tramitar em 2007 sendo assinada pelo atual presidente em 2008, mas somente na última hora alguns políticos “evangélicos”  tentaram de forma inútil  recolher assinaturas contra esse estatuto poderoso. Nossos nobres  deputados foram vencidos pela preguiça de se informar, a luxuria e a vida fácil que um alto salário pode proporcionar:

Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu; (Apocalipse 3 : 17)

As principais igrejas que controlam a mídia como: A IURD e sua Rede Record, a Igreja Internacional da Graça com sua RIT TV e Igreja Mundial do Poder de DEUS  (que fica 22 horas no ar com sua programação irritante) nem se quer falaram algo sobre as concordatas. O motivo é simples nenhuma dessas igrejas poderosas está disposta a perder suas barganhas políticas e  a concessão de transmissão da sua grade de programação que nada se difere da mídia globalista , pois elas  apresentam as mesmas notícias fabricadas e tendenciosas.

Para tentar arrancar algum benefício com as concordas, o deputado George Hilton criou uma cópia muito mal feita desse documento  (talvez ele deveria fazer uma catequese básica com os Cardeais Católicos para melhorar)  que visa apenas alguns direitos já garantidos por constituição.

Goerge Hilton  esqueceu que o Papa possui três  faces e não apenas uma. Ele pode  usar a Igreja Católica Romana para se apresentar um líder religioso mundial,  a Santa Sé como um monarca absolutista e o Estado do Vaticano como chefe de Estado. Isso dá poderes jamais vistos ao Papa através das concordatas, pois ele pode alternar na hora que bem quiser entre essas instituições.

Por exemplo: A Santa Sé  possuir status único de observadora na ONU, mas para que ela possa criar suas concordatas é necessário que seja um estado, nesse caso a Santa Sé usa o Estado do Vaticano. Isso faz com que o Papa mude de personalidade  três  vezes para colocar seus planos em prática.

Na primeira parte  ele se apresenta como legislador internacional usando a Santa Sé dentro da ONU . Para implantar o seu estatuto criado pela Santa Sé, o Papa se apresenta como Chefe do Estado do Vaticano, foi isso que ele fez quando veio ao Brasil em 2008, e para manipular as massas se apresenta como o supremo pontífice da Igreja lendo uma das suas diversas e sonolentas liturgias transmitidas por todos os canais de TV.

O status de observador da ONU dificilmente  será dado a qualquer outra instituição religiosa ( É importante lembrar que um acordo internacional está livre da tradicional barganha política via Câmara dos Deputados e Senado Federal), pois esse poder de transformar a Santa Sé em observadora da ONU foi dada por Baha’u’llah em sua Epístola Lawh in Pap, escrita durante o século 19, que escolhe o Papa como líder supremo de todas as religiões.

Mas a bancada supostamente evangélica também facilitou as coisas para a aprovação da Concordata criando o – Dia Nacional do Evangélico – que  deveria se chamar dia Nacional da vergonha evangélica, pois a concordata passou graças a essas trocas de favores também.

O dia nacional do evangélico criado pelo  deputado Cleber Verde do PRB- MA visa apenas o interesse nos  20,3 % de evangélicos, segundo os dados do IBGE, que movimenta uma boa fatia de venda dos produtos chamados goslpel (assim fica mais americanizado e “babilonizado”)  como: macarrão, refrigerantes, passagens áreas, cartão de crédito, livros, CDs, DVDs, camisetas  e muitas outras formas de mecanismos de avareza:

E por avareza farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita. (II Pedro 2 : 3)

É de conhecimento que a Santa Sé é uma instituição poderosa e que facilmente pode derrotar uma minúscula bancada evangélica (ainda mais corrupta como essa), mas nossos políticos deveriam lutar de forma limpa, representando o povo, obedecendo a palavra de DEUS e não se venderem por migalhas de forma tardia como fizeram na câmara escandalizando o caminho da verdade para todos aqueles que não conhecem.

Porque, como está escrito, o nome de Deus é blasfemado entre os gentios por causa de vós. (Romanos 2 : 24)

Referência:

http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=399108

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/08/26/materia.2009-08-26.2620048800/view

http://www.cnbb.org.br/ns/modules/mastop_publish//?tac=536

Quem é o CHANCELER da Animação Nove ?

brainCada personagem da animação nove, que estréia nos cinemas do EUA dia 09/09/09, foi muito bem elaborado para passar várias mensagens subliminares e um futuro condicionamento para que a população aceite a nova ordem mundial.

A estória inicial do filme é a seguinte: Após 10 anos, a grande guerra mundial termina;  e com o mundo em caos surge o Chanceler, um suposto político alemão, que promete restaurar a paz e a economia mundial através da ciência e tecnologia. Vários cientistas são recrutados, mas apenas um consegue criar uma máquina com um cérebro artificial inteligente chamada de – BRAIN. O projeto Brain é  confiscados pelo Chanceler .

O  verdadeiro plano do Chanceler era  usar os robôs inteligentes como arma de guerra com o pretexto de garantir a paz e segurança do mundo. E assim ele começa uma fabricação em série dos robos exterminadores.

O Chanceler está muito longe de ser apenas uma personagem fictícia. Os desenhistas e roteiristas  do filme deixaram muitas indiretas que levam exatamente a uma pessoal real , por exemplo:  A primeira se refere a grande guerra mundial  do filme que é na verdade uma referência a II guerra mundial.

A II guerra mundial iniciou-se na data cabalística do mês de setembro em 1939  quando as forças armadas da Alemanha invadiam a Polônia, ou seja, o chanceler é um polonês.

Os cartazes com as fotos do Chanceler possuem uma pirâmide bem chanceler2disfarçada que é o símbolo dos illuminatis. As estrelas são muito parecidas com a bandeira da União Européia. As letras são uma imitação do alfabeto  Bielorrusso  como essa: “беларуская мова”, que é usado na Bielorrússia, e Polônia. A influência Russa do Chanceler nos leva a implantação de um socialismo que usa robôs para reprimir a sociedade.

Esse é o perfil de Zbigniew Kazimierz Brzezinski, braço direito e o mentor tecnotronico da nova ordem mundial de David Rockefeller,. Ele nasceu na Polônia no dia 28 de março de 1928 e foi Conselheiro de Segurança dos Estados Unidos.

David Rockefeller e seus aliados estão criando o último império Babilônico na terra através do Clube Bilderberg e  Comissão Trilateral (EUA, União Européia e Japão). Zbigniew é o mentor de todo o socialismo tecnotronico  que vai desde uma simples  rede social controlada por aparelho de comunicação integrado (internet + TV + telefone)  até um exército de robôs para conter a população.

O seu plano encontra-se escrito no livro  “ A Era Tecnotronica” (clique aqui para ler um resumo de seus planos), onde existem várias páginas que falam sobre o uso de robôs pelo  império Babilônico americano, ou seja, a mulher assentada na Besta.

Os rastros da Comissão Trilateral na criação dos robôs exterminadores  foram divididos da Seguinte forma: Os EUA entra com o seu poder financeiro de investimento através do Pentágono, a União Européia , usando o Conselho de Segurança da ONU,  foi escolhida por David Rockefeller para representar toda a comunidade mundial e decidir qual país terá o direito de vier ou não e o Japão entra com os seus conhecimentos avançados de robótica.

A invasão dos EUA (atual babilônia)  e seus aliados ao Iraque (antiga babilônia)  criou uma situação ideal não só para roubar petróleo, mas também para testar os novos robôs exterminadores de humanos até que possam ser fabricados em série.

O futuro  exército do imperialismo americano vai desde robôs carregadores como o Bigdog , que em breve começara suas funções militares no Iraque,  até robôs insetos para  espionagem. Abaixo um exemplo dessa realidade:

 

Resumo da notícia: Microrrobôs voadores terão asa de inseto e giro de helicóptero

A descoberta influenciará todo o futuro desenvolvimento de microrrobôs voadores, que poderão passar a ter um desenho híbrido e usufruir da eficiência dos dois elementos: o desenho da asa dos insetos, que é mais leve e mais eficiente nessa escala, e o giro usado nos helicópteros. ( Inovação tecnológica) 

Voltando ao filme…Para reverter esse quadro,  o cientista começa usar a Alquimia para criar os bonecos de pano que supostamente salvarão a terra, onde o boneco número nove é o principal. O objetivo é condicionar os telespectadores de que   a Ordem Mundial de Baha’u’llah juntamente com seu executivo mundial (vulgo Anticristo) e seus nove mestres eleitos salvarão o planeta.

http://www.facebook.com/note.php?note_id=113205482737&ref=mf

Um Novo Tipo de Guerra

Os robôs de guerra já entraram em ação no Iraque, e o Exército norte-americano pretende substituir um terço de seus veículos de guerra e armas por robôs até 2015. Essas máquinas assassinas poderão um dia ser equipadas com uma consciência artificial – com capacidade até mesmo para desobedecer ordens imorais.

Uma dessas máquinas, BigDog, dá uma noção de quão longe a robótica já foi em termos de tecnologia. A máquina sem cabeça sente o caminho à sua frente enquanto se move. Um computador integrado e sensores internos asseguram que BigDog permaneça firme sobre suas quatro patas, mesmo quando chutado com força pelo lado. O robô, desenvolvido pela Boston Dynamics, provavelmente começará sua carreira militar como um animal de carga.

De acordo com um comunicado interno do Exército americano, as máquinas armadas “estão abrindo seu caminho nos campos de batalha de hoje e serão extremamente comuns nos campos de batalha do futuro.” O orçamento do Pentágono já inclui cerca de US$ 200 bilhões para um programa de modernização chamado “Sistema de Combate do Futuro”. Pelo programa, os robôs irão substituir um terço dos veículos de guerra e armas até 2015.

A guerra automatizada também está fazendo avanços em Israel, onde os militares colocaram robôs ao longo dos 60 quilômetros de fronteira do país com a Faixa de Gaza. O sistema estacionário “Ver e Atirar” desenvolvido pela Rafael, uma fabricante de armas israelense, inclui metralhadoras e câmeras, e tem um alcance de 1.500 metros.

Do ponto de vista militar, há muitas razões para apoiar o crescente uso desses soldados de aço. Para eles, medo e cansaço não são problemas. Robôs matam sem hesitar e, ao contrário de soldados de carne e osso, perder um robô é apenas uma perda financeira. Um novo Swords custa cerca de US$ 150 mil. Além disso, políticos e generais não precisam mais se preocupar com protestos públicos por causa das excessivas baixas: quem vai chorar um soldado de lata?

Fonte G1

Queríamos curar Babilônia, porém ela não sarou; deixai-a, e vamo-nos cada um para a sua terra; porque o seu juízo chegou até ao céu, e se elevou até às mais altas nuvens. (Jeremias 51 : 9)

O verdadeiro significado dos 33 graus maçônicos do REAA

reaaA sigla REAA significa Rito Escoes Antigo e Aceito, um dos mais usados na maçonaria em todo o mundo, que é composto por 33 graus. A palavra rito vem do latim ritu que significa um conjunto de normas, regras e prescrições que devem ser praticadas em um trabalho “religioso.”

O ser mais indicado para nos explicar a divisão dos ritos maçônicos é o seu criador; a saber…satanás.

E disse-lhe o diabo: Dar-te-ei a ti todo este poder e a sua glória; porque a mim me foi entregue, e dou-o a quem quero. (Lucas 4 : 6)

Satanás de fato recebeu um reino e o poder de dividi-lo, mas somente  para que se cumpra a palavra de DEUS (especialmente o Apocalipse) e não a dele. Durante a existência da humanidade, satanás distribuiu o seu reino nas mais diversas sociedades secretas, seitas e religiões protegendo o nome do prometido.

No caso dos maçons, desde o grau 1 ao 33 esse nome não é revelado, por isso ele é conhecido apenas como GADU. Apenas duas pessoas no mundo místico conhecem o verdadeiro segredo que é a Besta de dois chifres. Esses dois feiticeiros tem domínio sobre todas as religiões inclusive o Papa  (isso também  inclui algumas igrejas evangélicas)  e poder para unificá-las espiritualmente em nome da Besta do abismo que é o cristo cósmico.No mundo material, eles tem poder para submeter a humanidade ao Anticristo e seus nove mestres eleitos.

Algumas das práticas realizadas nos ritos maçônicos servem apenas de condicionamento para que seja aceito a besta do abismo como DEUS e o Anticristo com seus nove mestres eleitos que é o governo mundial.

A partir do grau 3, os ensinos maçônicos usam lendas atribuídas ao rei avental-grau-9Salomão. Apesar dessas lendas possuírem caráter filosófico,  elas na verdade não passam de um condicionamento para o reino do Anticristo, por exemplo: Na lenda de Salomão,  os nove mestres eleitos  recebem esse  titulo após degolarem um certo número de pessoas . E como sabemos  o Anticristo degolará milhares de pessoas em breve.

Os ritos maçônicos possuem vários tipos de sinais, saudações, toques e marchas, mas eles   são apenas uma forma de identificação dos graus da maçonaria, por exemplo:  o illuminatis sempre usam o famoso  sinal satânico para se comunicarem.

As Insígnias utilizadas são um condicionamento para uma futura adoração à estrela de nove pontas.  Esse condicionamento encontra-se no Grau 8 da maçonaria chamado de  Intendente dos Edifícios. Abaixo temos a descrição das insígnias desse grau:

3 – Insígnias do Intendente dos Edifícios

Avental – De cor branca, debruado de vermelho e bordado de verde. No corpo há uma balança e uma estrela de nove pontas. Na abeta há um triângulo com as letras B. A. J. (iniciais de Bem Chorim, Achan e Jakinal).

A ornamentação da Loja não passa de uma oferenda aos santuários do Báb e de Baha’u’llah, por exemplo:  é muito comum os maçons acenderem cinco velas para a iluminação de suas almas na decoração do templo.

Esse rito pode ser visto no grau 2 (companheiro maçom), onde duas das cinco velas são acesas no oriente do templo. Isso é uma representação da besta de dois chifres que é representada pela Casa Universal de Justiça e Guardiania localizadas em Haifa-Israel onde encontra-se o arco da vitória de Bahaullah (formado por 5 instituições).

 Mas de todos os itens a bateria é a mais importante. Ela foi inspirada através de uma interpretação errada e simbólica do versículo bíblico abaixo:

E eu vos digo a vós: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á; (Lucas 11 : 9)

No versículo acima, o Senhor Jesus não está mandando ninguém ficar batendo em uma porta ou mesa para ser atendido. Isso parece meio ridículo, mas é dessa forma que os maçons interpretam a Bíblia. O pedido é apenas uma oração espiritual feita com fé.

Na medida em que os maçons fazem seus ritos e realizam as baterias, também conhecidas como batidas ou pancadas, são acionados os portais de bahá que lhe enviam espíritos para guiar o maçom até que  o mesmo se ajoelhe e adore a Baha’u’llah, o senhor dos nomes mais conhecido na maçonaria como GADU. Essa admoestação para os maçons encontra-se escrita na epístola Lawh-i-aqdas descrita abaixo:

“LAWH-I-AQDAS (A Mais Sagrada Epístola) (..) Temos convocado todas as coisas criadas para atingirem a presença de teu Senhor, Rei de todos os nomes. Bem-aventurado é o homem que (..) volveu a face….”

E de fato os maçons volveram suas faces a Baha’u’llah, mais especificamente as esferas do reino de Abhá ,  na baterias dos ritos. Abaixo seguem alguns exemplos:

esferas_baha

Grau 3 mistérios do Mestre Maçom

BATERIA -Nove pancadas espaçadas três a três (!!! !!! !!!).

Proporção de Bahá (3 –3 -3)

Grau 4 mistérios do  Mestre Secreto

BATERIA – Dar sete pancadas, por seis e por uma (!!!!!! !).

Proporção de Bahá ( 3-3) (1)

Grau 9 mistérios do Mestre Eleito dos Nove

BATERIA – Nove pancadas por  um (!!!!!!!! !).

Proporção de Bahá (3-3-3) (1)

Grau 29 mistérios do Grande Escocês de Santo André da Escócia

BATERIA – Nove pancadas por duas, três, três e uma (!! !!! !!! !).

Proporção de Bahá (1-1) (3-3) (1)

Obs.: O bahaismo não está associado com o maçonaria fisicamente. Se os bahá’is fizessem isso estariam infringindo a diretriz número 35 do guardião  Shoghi Effendi. O controle do bahaismo sobre a maçonaria acontece de forma espiritual.

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