153 anos de Nikola Tesla

No dia 10 de Julho de 1856 nasceu um dos maiores gênios que teve vários de seus projetos confiscados pelo FBI. E um desses projetos deu origem a tecnologia HAARP  que é capaz de criar terremotos.

Bahhá’u’llah propõe como solução para o futuro  a destruição e a submissão tanto dos EUA como dessa invenção pelo seu executivo mundial ( O Anticristo). E isso será feito para que se cumpra a profecia abaixo:

E os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta, e a colocarão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo. (Apocalipse 17 : 16)

 E o mesmo acontece com o controle mental usando os princípios de suas experiências com rede sem fio de energia. 

Baha’u’llah, como o cristo cósmico, fará um controle espiritual sem a necessidade de tecnologia. É claro que a TV digital contribuirá e muito, mas apenas  na divulgação dos acontecimentos.

Quando consultamos no dicionário,  a palavra adorar está relacionada ao culto de imagens e um sentimento de exagerado de amor que é um sentimento espiritual.

Dicionário Aurélio: Adorar v.t. Render culto a: adorar imagens. / Fam. Gostar exageradamente de, ser  apaixonado por: adorar chocolate.

Dicionário Michaelis: adorar a.do.rar (lat adorare) vtd 1 Reverenciar, venerar. 2 Amar extremamente, idolatrar. 3 Gostar muito de. 4 Prestar culto a; cultuar.

Conceito da palavra adorar para os espíritas:

O conceito de sagrado deve ser visto, levando-se em conta a Lei de Adoração. A palavra adorar vem do latim ad e orare que significa orar para alguém. É render homenagem através de palavras, gestos, atitudes e cultos. Subentende um sentimento de admiração.

 Convém lembrar que o ser humano toda a vez que não consegue resolver uma dificuldade por meios técnicos, lança mão dos meios mágicos. O mito, por exemplo, conta uma história sagrada, um acontecimento primordial que teve origem no começo do tempo – ab initio – revelar um mistério. Somente os deuses podem revelar esse mistério. Quando contada pelos reveladores, torna-se uma verdade apodítica, ou seja, demonstrável, evidente.

http://www.ceismael.com.br/artigo/artigo078.htm

Elvis Presley é o messias de religiões alternativas

Inwo_Church elvisConforme profetizado pelo profeta Jeremias, uma das características da Babilônia, além do seu poder sobre a economia mundial,  descrita em AP 17 e 18 é promover a adoração de celebridades mortas através de cultos ou estátuas sem fôlego de vida.

Michael Jackson ganha nova estátua de cera

Centenas de fãs compareceram nesta quinta-feira ao museu Madame Tussauds, em Londres, onde foi exposto o novo boneco de cera de Michael Jackson. 

Todo homem se tornou estúpido e não tem saber; todo ourives é envergonhado pela imagem que esculpiu; pois as suas imagens são mentira, e nelas não há fôlego (Jeremias 51:17)

Em breve surgirá uma nova igreja para concorrer com a “Igreja de Elvis”: “Como Elvis Presley, tudo indica que Michael Jackson permanecerá mais como um personagem mítico do que como o músico genial que foi. Prevejo, nos próximos cinco anos, a fundação de algumas igrejas dedicadas a ele, bem como a publicação de pelo menos 50 livros, com revelações picantes e contraditórias sobre as suas esquisitices.” ( Mauricio Stycer)

Elvis Presley é o messias de religiões alternativas

Que Elvis não só morreu como continua faturando horrores você já está cansado de saber.

O que mais impressiona nos 25 anos do desaparecimento de Elvis Presley (1935-1977), cuja data redonda é lembrada hoje no mundo inteiro, não são os números que cercam o império construído pelo homem que ajudou a inventar o rock’n'roll e foi um dos primeiros produtos da cultura de massa surgida com a TV.

E olhe que esses são números impressionantes. Apenas uma série deles, divulgada no início da semana, fala mais do que mil palavras. Segundo estudo online realizado pelo site Harry Interactive, que ouviu 2.000 adultos nos Estados Unidos:

* um em cada dez norte-americanos já visitou Graceland, a mansão do Rei em Memphis, Estado do Tennessee; * 10% dos americanos maiores de 18 anos (um exército de 17 milhões de pessoas) tentaram imitá-lo em algum momento; * 70% da população do país já assistiu a pelo menos um dos 33 longas de sua carreira; * uma em cada 20 pessoas viu um show de Elvis antes de sua morte.

Mas não são esses números, repito, o que mais impressionam. E, sim, saber que na última década, segundo dados do próprio governo norte-americano, surgiram pelo menos cem novas seitas no mundo inteiro que aceitam o cantor de “Love me Tender” como o messias. Não é exagero.

Elvis Aaron Presley nasceu no dia 8 de janeiro de 1935 em Tupelo, Mississippi. Viria a morrer na madrugada do dia 16 de agosto de 1977 num dos vários cômodos de sua casa, de ataque cardíaco causado por consumo de drogas. Nos 42 anos que separam as duas datas, não foi o que se pode considerar um sujeito religioso.

Mesmo assim, 15 anos depois de sua morte, surgiu a pioneira das chamadas “Igrejas de Elvis”. Tratava-se da Primeira Igreja Presleyteriana de Elvis, o Divino, fundada na mesma Memphis de Graceland, e que atualmente tem representantes no mundo inteiro, o maior deles na Austrália, comandado por uma mulher que se denomina apenas “ministra Anna”.

Nos últimos anos, no entanto, o número de seitas ultrapassou a centena, a maioria formada por pessoas que levam a sério o que pregam e pelo menos uma dezena de fãs bem-humorados que encontraram na sátira uma outra forma de homenagear o ídolo. Nem sempre é possível fazer a distinção entre uns e outros.

Aparentemente na primeira categoria se encaixam a Elvishnu, com sede apenas virtual, que defende que o músico é a décima encarnação do deus védico Vishnu, e a Primeira Igreja Congregacional de Elvis, na Virgínia Ocidental, para a qual ele é a reencarnação do espírito guardião Elvi (pronuncia-se “êlvai”).

Já na segunda categoria está a Igreja 24 Horas de Elvis, criada em Portland (Oregon) por Frank Wu, um fã que define assim sua denominação: A Igreja 24 Horas de Elvis não funciona 24 horas, não é uma igreja e não tem muito de Elvis”. Mesmo assim, o lugar é licenciado pelo Estado para realizar casamentos e batizados. E vender camisetas e lembranças, pois ninguém é de ferro.

Por fim, há a categoria de seitas já estabelecidas que resolveram santificar a figura do roqueiro como maneira de atrair parte de seus fãs para sua senda. Assim, a Igreja da Vida Universal, baseada na cidade californiana de Modesto, há alguns anos aceitou o cantor como um de seus santos.

A justificativa, segundo seu fundador, Kirby J. Hensley: “Elvis mostrou fé e esperança quando, na adolescência, insistiu em seguir seu chamado como músico, apesar de suas origens humildes. Ele provou ainda que era generoso por sua óbvia e bem documentada obra de caridade. Todos esses atributos são comprovados por seu extraordinário número de seguidores”.

E, como já disse alguém, 50 milhões de seguidores não podem estar enganados.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u26585.shtml

http://ultimosegundo.ig.com.br/mauricio_stycer/2009/06/26/michael+jackson+nao+morreu+6951948.html

A Santa Aliança – Cinco séculos de espionagem no Vaticano

BentoJoaoPetrusLançado em mais de dez países, com ampla repercussão na imprensa internacional, A Santa Aliança: cinco séculos de espionagem do Vaticano, de Eric Frattini, repassa as atividades clandestinas do poderoso serviço de espionagem do Vaticano que esteve, e ainda está, intrinsecamente conectado à atuação política da Igreja católica e, consequentemente, do papado – a mais antiga organização do planeta.

Em A Santa Aliança, Frattini aborda temas espinhosos, mostrando que os papas, além de exercerem grande influência no Renascimento, protagonizaram passagens definidoras da história humana nos últimos séculos, como a Reforma e a Contra-Reforma, a Revolução Francesa e a era industrial, além da ascensão e queda do comunismo. Revela ainda episódios de espionagem, conspiração e até roubos e assassinatos cometidos, por ordens do pontífice, em nome da fé católica.

Por meio de um amplo trabalho investigativo, o autor retoma fatos e personagens reais que perpassaram a atuação dos quarenta papas que estiveram à frente do Vaticano entre 1566 e 2005, revistando assim a atuação do serviço secreto da Santa Aliança nos bastidores da história, em cinco séculos. Revela, em epílogo, as decisões e acontecimentos ligados à morte de João Paulo II e à escolha de Bento XVI para sua sucessão, período que segue aberto e cuja perspectiva é de “grande atividade nos serviços de inteligência do Vaticano”, segundo o autor, inclusive na América Latina, ante a multiplicação de igrejas evangélicas na região.

Mostra também algumas atividades escusas do Banco do Vaticano – outro braço omitido pelo pontifício –, como o seu envolvimento em falências bancárias, financiamento de golpes de Estado e venda de armas a nações em conflitos. Com a edição brasileira, a Boitempo traz para o País uma obra que já figurou na lista das dez mais vendidas na Itália, Portugal, entre outros.

Trecho da obra

De Pio V a João Paulo II, os quarenta papas que governaram, ou melhor, “reinaram” desde a criação da Santa Aliança foram obrigados a lidar com descristianizações e cismas, revoluções e ditaduras, colonizações e expulsões, perseguições e atentados, guerras civis e guerras mundiais, assassinatos e sequestros. A política dos papas era um objetivo, e a Santa Aliança, apenas uma poderosa ferramenta para concretizá-la.

Do século XVI ao XVIII, os inimigos que o papado e a Santa Aliança realmente precisaram enfrentar foram o liberalismo, o constitucionalismo, a democracia, o republicanismo e o socialismo. Nos séculos XIX e XX, esses oponentes se converteram em darwinismo, imperialismo americano, modernismo, racismo, fascismo, comunismo, totalitarismo e revolução sexual. Agora, no século XXI, serão a intromissão dos cientistas nas questões religiosas, a globalização política, a superpopulação, o feminismo e o agnosticismo.

Sobre o autor

Peruano nascido em Lima, em 1963, Eric Frattini é escritor e jornalista. É membro da Associação de imprensa de Madri, da Associação de Correspondentes Estrangeiros de Israel, da Associação de Jornalistas Palestinos nos Territórios Ocupados e da Associação de Jornalistas da Liga Árabe como membro de honra. Viveu em Beirute (Líbano), Nicósia (Chipre) e Jerusalém (Israel). Já publicou dezenas de livros em vários países, como Cuestiones para la paz, entre la sombra de Alá y la estrella de David (1992), Tiburones de la comunicación, grandes líderes de los grupos multimedia (1996), The Guide to the International Organizations (1998), Mafia, S. A. (2002) e Secretos vaticanos (2004).

 Revista IstoÉ – O lado escuro do vaticano – Natália Rangel

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